Covid-19 – O vírus que nos tapou a cara e nos fez andar às cotoveladas…

Em artigo publicado na revista “O Instalador”, Francisco Peixoto, Formador do IEP (Técnico de Emergência Pré-Hospitalar no INEM e o Responsável norte da equipa TEPH de prevenção ao vírus Ébola),  fala-nos acerca do corona vírus (Sars-CoV-2), um vírus recente que tem feito parte do nosso dia-a-dia alterando muitos dos nossos hábitos e que causa a infeção Covid-19, com toda a certeza a mais falada na atualidade a nível mundial.

A informação sobre o vírus foi sendo adquirida e divulgada após o surto ocorrido na China, na região de Wuhan, em dezembro de 2019. Rapidamente este vírus, de contágio fácil, de tratamento difícil nos casos mais graves e por consequência uma mortalidade que ronda os 4%, se propagou por todos os continentes sem descriminação alguma, seja ela racial, social e/ou de género. Atualmente estima-se que a mortalidade mundial ronde os 620 mil.

O Covid-19 é um vírus mortal para o ser humano, contudo uma grande percentagem dos infetados tem sintomatologias ligeiras a moderadas, recuperando sem necessidade de tratamento hospitalar diferenciado. Os sintomas mais comuns registados são a tosse constante sem expetoração, temperatura corporal elevada, dores musculares, dores de cabeça – cefaleias-, sensação de cansaço e falta de energia para as tarefas do dia-a-dia e dificuldade a respirar, contudo também é relatado a perda de olfato, do paladar e alterações gastrointestinais.

Atualmente a melhor forma de atenuar a disseminação e baixar os casos de contágio, dispondo de informação credível sobre os riscos para a saúde potenciando a proteção, é a prevenção, quer pelo uso de máscaras, as quais podem variar conforme a situação, desde a máscara social, máscara cirúrgica ou as mascaras FFP2 e FFP3; quer pela lavagem de mãos frequente e desinfeção com SABA – solução antisséptica de base alcoólica); quer pelo, tão referido e apregoado, distanciamento social; quer pela etiqueta respiratória cobrindo a boca e o nariz com a dobra interna do cotovelo ou com lenço de papel quando tosse ou espirra; quer pela autodisciplina de não tocar com as mãos na cara, olhos, boca e/ou nariz; mantendo as superfícies limpas e desinfetadas; a não partilha de objetos pessoais; mas principalmente com bom senso, respeito e boas práticas.

Com a informação à data que dispomos, as formas de contágio não são muito vastas, apenas acontece caso tenha tido contacto com alguém infetado, alguém infetado tossir ou espirrar na sua direção ou tocar em alguma superfície infetada contendo pequenas gotículas de tosse ou espirro de pessoas infetadas, muitas vezes não visíveis a olho nu, e depois tocar na boca, nariz ou olhos.

Este vírus resiste várias horas ou mesmo dias, dependendo da superfície e das condições a que fica sujeito. Estando nós a falar de um vírus, os antibióticos não têm eficácia no seu tratamento sendo a vacina a solução tão desejada.

Na ausência de solução efetiva vamos tapando boca e nariz com máscara e cumprimentando com os cotovelos…

Com base nesta informação e porque o IEP procura constantemente ir de encontro às necessidades dos clientes, elaboramos uma ação  de formação direcionada para as empresas e que lhes permitirá: sistematizar e implementar as principais medidas de prevenção da COVID-19 de acordo com as orientações da Direção Geral da Saúde, contribuindo para o bom funcionamento das empresas e simultaneamente evitar o absentismo, a doença e as perdas de produção causadas pela pandemia.

Vamos todos (e cada um de nós) fazer a nossa parte!

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