{"id":13147,"date":"2021-08-23T09:25:57","date_gmt":"2021-08-23T09:25:57","guid":{"rendered":"https:\/\/www.iep.pt\/isoladores-mt-bt\/"},"modified":"2021-09-09T16:16:54","modified_gmt":"2021-09-09T16:16:54","slug":"isoladores-mt-bt","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.iep.pt\/es\/isoladores-mt-bt\/","title":{"rendered":"ISOLADORES MT\/BT"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/web.whatsapp.com\/send?text=ISOLADORES%20MT%2FBT%20%E2%98%9B%20https%3A%2F%2Fwww.iep.pt%2Fisoladores-mt-bt%2F\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\u00a0<\/a><\/p>\n<p>Pretende-se com este artigo efectuar uma abordagem \u00e0 tem\u00e1tica dos isoladores MT\/BT.<\/p>\n<p>Os isoladores t\u00eam como fun\u00e7\u00e3o primordial evitar a passagem de corrente do condutor ao apoio ou suporte e sustentar mecanicamente os cabos, barramentos.<\/p>\n<p>A escolha dos isoladores \u00e9 condicionada pelo n\u00edvel de polui\u00e7\u00e3o da zona onde a linha ser\u00e1 implantada, uma vez que este \u00e9 um par\u00e2metro que agrava o perigo de contornamento, obrigando a um dimensionamento mais cuidado.[2]<\/p>\n<p>Quanto ao tipo de isolador, este poder\u00e1 ser um isolador r\u00edgido ou uma cadeia de isoladores. A FIG.1 representa de forma esquem\u00e1tica estes dois tipos de isoladores:<\/p>\n<figure><img src=\"https:\/\/www.iep.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Fig.-1.png\" alt=\"\" \/><\/figure>\n<p>FIG.1<\/p>\n<p>Tipos de isoladores. Lado esquerdo: isolador r\u00edgido; lado direito: isolador para acoplamento em cadeia [5]<\/p>\n<p>Embora mais baratos, os isoladores r\u00edgidos t\u00eam ca\u00eddo em desuso uma vez que em caso de defeito no isolamento, \u00e9 necess\u00e1rio substituir o isolador completo. J\u00e1 nas cadeias de isoladores, apenas \u00e9 necess\u00e1rio substituir a camp\u00e2nula que apresenta defeito.<\/p>\n<p>As cadeias s\u00e3o constitu\u00eddas por v\u00e1rios isoladores de material cer\u00e2mico, como porcelana, vidro ou resinas artificiais, por componentes met\u00e1licos e pelo material ligante que as une. Al\u00e9m destes componentes, podem tamb\u00e9m possuir an\u00e9is de guarda (tamb\u00e9m designados por an\u00e9is de Nicholson) ou hastes de descarga, colocadas num ou noutro extremo da cadeia, ou em ambos, de modo a assegurar uma prote\u00e7\u00e3o contra poss\u00edveis arcos el\u00e9tricos e uma melhor reparti\u00e7\u00e3o da pot\u00eancia pelos elementos da cadeia . As hastes de descarga s\u00e3o tamb\u00e9m utilizadas para proteger as cadeias de isoladores em situa\u00e7\u00f5es de descarga atmosf\u00e9rica, uma vez que a corrente de descarga ao encaminhar-se pela superf\u00edcie da cadeia pode originar a sua destrui\u00e7\u00e3o e um curto-circuito \u00e0 terra.<\/p>\n<p>Independentemente da sua constitui\u00e7\u00e3o ou configura\u00e7\u00e3o, os isoladores devem estar dimensionados de modo a resistirem aos esfor\u00e7os mec\u00e2nicos atuantes, nomeadamente a a\u00e7\u00e3o do vento sobre os pr\u00f3prios isoladores e os esfor\u00e7os transmitidos pelos condutores.<\/p>\n<p>Em linhas a\u00e9reas de alta tens\u00e3o, aplicam-se dois tipos de cadeias de isoladores: cadeias de suspens\u00e3o e cadeias de amarra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As cadeias de suspens\u00e3o s\u00e3o ligadas ao bra\u00e7o do apoio e disp\u00f5e-se na vertical, paralelas ao apoio, sendo o condutor suspenso na extremidade inferior. Num cant\u00e3o (conjunto de v\u00e3os compreendidos entre dois apoios com cadeias de amarra\u00e7\u00e3o), apesar de o comprimento dos v\u00e3os n\u00e3o ser igual, considera-se que a tens\u00e3o mec\u00e2nica \u00e9 constante uma vez que o deslocamento transversal das cadeias de suspens\u00e3o compensa eventuais diferen\u00e7as de tens\u00e3o mec\u00e2nica [9]. S\u00e3o utilizadas em apoios de alinhamento e t\u00eam a vantagem de apenas ser necess\u00e1rio instalar uma cadeia por condutor.<\/p>\n<p>As cadeias de amarra\u00e7\u00e3o fazem a liga\u00e7\u00e3o entre o condutor e o apoio praticamente na horizontal, sendo normalmente utilizadas em apoios sujeitos a esfor\u00e7os elevados, nomeadamente em apoios de \u00e2ngulo, fim de linha, refor\u00e7o e deriva\u00e7\u00e3o. Os deslocamentos deste tipo de cadeia s\u00e3o praticamente inexistentes perante a varia\u00e7\u00e3o do estado atmosf\u00e9rico.<\/p>\n<p>As Figuras 2 e 3 ilustram os dois tipos de cadeias de isoladores, as cadeias de suspens\u00e3o e as cadeias de amarra\u00e7\u00e3o[6].<\/p>\n<figure><img src=\"https:\/\/www.iep.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/FIG.2-e-3.png\" alt=\"\" \/><\/figure>\n<p>FIG.2 e 3<\/p>\n<p>Cadeia de isoladores em suspens\u00e3o\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cadeia de isoladores em amarra\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Nas linhas de transmiss\u00e3o, os isoladores usados nas cadeias de suspens\u00e3o e suporte isolam electricamente as linhas dos apoios, da terra e sustentam mecanicamente os cabos a\u00e9reos de transporte de energia fixados nas estruturas met\u00e1licas, de bet\u00e3o ou de madeira.<\/p>\n<p>Podem-se enumerar alguns dos fen\u00f3menos mais frequentes (FIG.4,5,6 e 7) tais como:<\/p>\n<figure><img src=\"https:\/\/www.iep.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Fig.-4.png.jpg\" alt=\"\" \/><\/figure>\n<p><strong>Condutividade da massa do isolador \u2013\u00a0<\/strong>com os materiais actualmente utilizados no fabrico\u00a0\u00a0 de\u00a0 \u00a0isoladores, \u00a0a\u00a0 \u00a0corrente \u00a0resultante \u00a0\u00e9\u00a0 \u00a0insignificante \u00a0podendo \u00a0ser desprezada.<\/p>\n<p>FIG. 4<\/p>\n<figure><img src=\"https:\/\/www.iep.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Fig.-5.jpg\" alt=\"\" \/><\/figure>\n<p><strong>P<\/strong><strong>erfura\u00e7\u00e3o da massa do isolador \u2013\u00a0<\/strong>Em baixa tens\u00e3o este problema praticamente n\u00e3o se coloca, dada a pequena espessura do isolador \u00e9 poss\u00edvel garantir a homogeneidade do material que o constitui. Em alta e muito alta tens\u00e3o a espessura do isolador \u00e9 grande, o que implica cuidadosos processos de fabrico de forma a evitar a exist\u00eancia de heterogeneidades no interior da \u00a0massa\u00a0 do \u00a0isolador, que conduzam ao perigo de perfura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>FIG. 5<\/p>\n<figure><img src=\"https:\/\/www.iep.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Fig.-6.jpg\" alt=\"\" \/><\/figure>\n<p><strong>Condutividade superficial \u2013\u00a0<\/strong>contornamento da parte exterior do isolador. Este contornamento \u00e9 favorecido pela \u00a0deposi\u00e7\u00e3o de \u00a0poeiras\u00a0 e \u00a0sais\u00a0 na \u00a0superf\u00edcie do \u00a0isolador e \u00a0pela \u00a0presen\u00e7a de humidade, gelo ou neve. Pode ser evitado dando ao isolador uma forma conveniente, de modo a tornar o mais longo poss\u00edvel o caminho da corrente de fuga (linha de fuga), procedendo \u00e0 limpeza do\u00a0isolador ou agradecendo ao deuses a queda de chuva. A linha de fuga normal \u00e9 de 1,5 cm.kV-1 e a linha de fuga alongada vale 2,6 cm.kV-1.<\/p>\n<p>FIG. 6<\/p>\n<figure><img src=\"https:\/\/www.iep.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Fig.-7.jpg\" alt=\"\" \/><\/figure>\n<p><strong>D<\/strong><strong>escarga disruptiva e contornamento \u2013\u00a0<\/strong>arco \u00a0entre\u00a0 o \u00a0condutor e \u00a0as \u00a0partes\u00a0 met\u00e1licas dos suportes quando a rigidez diel\u00e9ctrica do ar se apresenta com um valor bastante baixo, o que acontece sobretudo com chuva ou se o grau de humidade for elevado.Destacam-se entre causas poss\u00edveis \u00be rigidez diel\u00e9ctrica do ar e \u00be sobretens\u00f5es nas linhas<\/p>\n<p>FIG. 7<\/p>\n<p>Da an\u00e1lise dos pressupostos referidos anteriormente pode-se concluir que os isoladores dever\u00e3o ter as seguintes caracter\u00edsticas:<\/p>\n<p>\u2013 Elevada resistividade<\/p>\n<p>\u2013 Rigidez diel\u00e9ctrica suficiente para que a sua tens\u00e3o de perfura\u00e7\u00e3o seja muito superior \u00e0 tens\u00e3o de servi\u00e7o, o que lhes permite suportar sobretens\u00f5es que possam aparecer na linha sem risco de perfura\u00e7\u00e3o. Caso se verifique perfura\u00e7\u00e3o, a rigidez diel\u00e9ctrica do isolador est\u00e1 definitivamente comprometida e a energia que se desenvolve no seu interior, devido ao arco resultante, poder\u00e1 levar \u00e0 explos\u00e3o do isolador e \u00e0 consequente queda do condutor.<\/p>\n<p>\u2013 Forma adequada para em primeiro lugar diminuir a corrente de fuga at\u00e9 que seja praticamente desprez\u00e1vel e, em segundo, evitar as descargas de contornamento.<\/p>\n<p>\u2013 Resist\u00eancia mec\u00e2nica suficiente para suportar os esfor\u00e7os exercidos pelos condutores.<\/p>\n<p>\u2013 Resist\u00eancia \u00e0s varia\u00e7\u00f5es buscas de temperatura.<\/p>\n<p>\u2013 Pre\u00e7o baixo.[1]<\/p>\n<p>Nas instala\u00e7\u00f5es el\u00e9ctricas de MT\/BT pode-se encontrar diversos tipos de isoladores (FIG.8,9,10,11) tais como:<\/p>\n<p><strong>Isoladores de suspens\u00e3o de Porcelana\u00a0<\/strong><strong>R\u00edgidos<\/strong><\/p>\n<figure><img src=\"https:\/\/www.iep.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Fig.-8.jpg\" alt=\"\" \/><\/figure>\n<p>FIG.8<\/p>\n<p>Isoladores bast\u00e3o<\/p>\n<figure><img src=\"https:\/\/www.iep.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Fig.-9.jpg\" alt=\"\" \/><\/figure>\n<p>FIG.9<\/p>\n<p>Isoladores pino<\/p>\n<figure><img src=\"https:\/\/www.iep.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Fig.-10.png\" alt=\"\" \/><\/figure>\n<p>FIG.10<\/p>\n<p>Isoladores pilar<\/p>\n<figure><img src=\"https:\/\/www.iep.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Fig.-11.png\" alt=\"\" \/><\/figure>\n<p>FIG.11<\/p>\n<p>Isoladores roldana<\/p>\n<p>Nas figuras abaixo representadas (12,13,14) pode-se verificar alguns dos isoladores suspensos:<\/p>\n<figure><img src=\"https:\/\/www.iep.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/FIG.12-1.png\" alt=\"\" \/><\/figure>\n<p>Isoladores de camp\u00e2nula simples<\/p>\n<p>FIG.12<\/p>\n<figure><img src=\"https:\/\/www.iep.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Fig.-13-1.jpg\" alt=\"\" \/><\/figure>\n<p>Isoladores de camp\u00e2nula simples anti-polui\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>FIG.13<\/p>\n<figure><img src=\"https:\/\/www.iep.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Fig.-14.jpg\" alt=\"\" \/><\/figure>\n<p>Cadeia de isoladores<\/p>\n<p>FIG.14<\/p>\n<p>Para \u00a0tens\u00f5es\u00a0 de \u00a0servi\u00e7o \u00a0superiores a \u00a060kV, \u00a0e \u00a0por \u00a0vezes \u00a0mesmo \u00a0para \u00a0tens\u00f5es inferiores, os isoladores r\u00edgidos s\u00e3o dif\u00edceis de montar e demasiado fr\u00e1geis devido \u00e0s suas dimens\u00f5es, logo pouco seguros. Assim, foi necess\u00e1rio desenvolver novos tipos de isoladores tendo surgido os isoladores suspensos compostos por v\u00e1rios elementos reunidos em forma de cadeia. Estes isoladores podem ser de porcelana ou vidro.<\/p>\n<p>Basicamente existem 3 tipos diferentes de elementos que formam as cadeias de isoladores:<\/p>\n<p>\u2013 isoladores de camp\u00e2nula simples;<\/p>\n<p>\u2013 isoladores de camp\u00e2nula dupla;<\/p>\n<p>\u2013 isoladores de tronco longo.<\/p>\n<p>Uma cadeia de isoladores \u00e9 formada por uma s\u00e9rie de isoladores de camp\u00e2nula de porcelana ou vidro.<\/p>\n<p>O n\u00famero de isoladores que forma uma cadeia depende da tens\u00e3o. Para a tens\u00e3o de 120 kV usa-se de 6 a 8 isoladores enquanto para linhas de 500 kV s\u00e3o usados de 26 a 32 isoladores.<\/p>\n<p>A tens\u00e3o m\u00e9dia por isolador \u00e9 de 10 kV.<\/p>\n<p><strong>C<\/strong><strong>adeias de suspens\u00e3o \u2013\u00a0<\/strong>Cadeias verticais ou em V s\u00e3o usadas em postes onde apenas h\u00e1 suspens\u00e3o de linhas (postes de alinhamento) ou pequeno \u00e2ngulo.<\/p>\n<p><strong>C<\/strong><strong>a<\/strong><strong>deia<\/strong><strong>s de amarra\u00e7\u00e3o \u2013\u00a0<\/strong>Cadeias horizontais s\u00e3o usadas em postes de amarra\u00e7\u00e3o, de \u00e2ngulo ou fim de linha.<\/p>\n<p>As cadeias podem ser simples ou duplas(FIG.15,16,17 e 18) :<\/p>\n<figure><img src=\"https:\/\/www.iep.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Fig.-15.jpg\" alt=\"\" \/><\/figure>\n<p>Suspens\u00e3o simples<\/p>\n<p>FIG.15<\/p>\n<figure><img src=\"https:\/\/www.iep.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Fig.-16.jpg\" alt=\"\" \/><\/figure>\n<p>Amarra\u00e7\u00e3o simples<\/p>\n<p>FIG.16<\/p>\n<figure><img src=\"https:\/\/www.iep.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Fig.-17.jpg\" alt=\"\" \/><\/figure>\n<p>Suspens\u00e3o dupla em V<\/p>\n<p>FIG.17<\/p>\n<figure><img src=\"https:\/\/www.iep.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Fig.-18.jpg\" alt=\"\" \/><\/figure>\n<p>Amarra\u00e7\u00e3o Dupla<\/p>\n<p>FIG.18<\/p>\n<p>No que diz respeito aos ensaios , os isoladores podem ser subdivididos quanto \u00e0\u00a0 natureza e condi\u00e7oes.<\/p>\n<p><strong>Quanto \u00e0 natureza\u00a0<\/strong>podem ser :<\/p>\n<p><strong>Ensaios el\u00e9ctricos (frequ\u00eancia industrial, choque)\u00a0<\/strong>t\u00eam por finalidade verificar quais os n\u00edveis de tens\u00e3o que o isolador suporta sob determinadas condi\u00e7\u00f5es, em que o isolador pode ser chamado a funcionar, sem que se verifique contornamento ou perfura\u00e7\u00e3o. No caso de existir contornamento avalia-se a resist\u00eancia mec\u00e2nica do isolador.<\/p>\n<p>Em funcionamento normal, \u00e0 tens\u00e3o de servi\u00e7o, podem surgir diferentes tens\u00f5es de contornamento consoante as condi\u00e7\u00f5es do ambiente tais como temperatura, humidade, dep\u00f3sitos salinos. Importa conhecer, \u00e0 partida, qual o comportamento do isolador sob essas condi\u00e7\u00f5es, uma vez que a capacidade de isolamento \u00e9 afectada.<\/p>\n<p>Al\u00e9m deste ensaio \u00e9 importante tamb\u00e9m conhecer o desempenho do isolador face a outro tipo de sobretens\u00f5es, como as devidas ao fecho ou abertura de linhas e adescargas atmosf\u00e9ricas.<\/p>\n<p>Os\u00a0<strong>ensaios mec\u00e2nicos (trac\u00e7\u00e3o, compress\u00e3o, flex\u00e3o, tor\u00e7\u00e3o)\u00a0<\/strong>servem para verificar a resist\u00eancia do isolador \u00e0s solicita\u00e7\u00f5es mec\u00e2nicas, normais ou excepcionais, a que v\u00e3o estar sujeitos em funcionamento como sejam as que resultam do peso dos condutores, da ac\u00e7\u00e3o do vento, do peso da camada de gelo que porventura se deposite sobre os condutores.<\/p>\n<p>Com os\u00a0<strong>ensaios t\u00e9rmicos\u00a0<\/strong>pretende-se verificar a resist\u00eancia do isolador \u00e0s varia\u00e7\u00f5es mais ou menos bruscas da temperatura. Estes ensaios s\u00e3o realizados mergulhando o isolador alternadamente em \u00e1gua quente e \u00e1gua fria. No final dos ensaios o isolador n\u00e3o dever\u00e1 apresentar qualquer fissura ou fenda. Qual o interesse? Linhas a\u00e9reas em zonas des\u00e9rticas.<\/p>\n<p>Quanto \u00e0s\u00a0<strong>condi\u00e7\u00f5e<\/strong>s podem ser:<\/p>\n<p><strong>Ensaios tipo (contornamento ao choque, frequ\u00eancia industrial)\u00a0<\/strong>destinados a conhecer as caracter\u00edsticas el\u00e9ctricas do isolador, fun\u00e7\u00e3o da forma e dimens\u00e3o. Estes ensaios s\u00e3o realizados apenas quando se cria ou altera um isolador e destinam-se a verificar se as caracter\u00edsticas correspondem \u00e0s projectadas.<\/p>\n<p><strong>Ensaios de rotina (aspecto exterior, mec\u00e2nico, t\u00e9rmico, isolamento \u00e0 frequ\u00eancia industrial)\u00a0<\/strong>individuais e efectuados sobre a totalidade dos isoladores apresentados ao comprador. Destinam-se a eliminar os isoladores defeituosos.<\/p>\n<p><strong>Ensaiosderecep\u00e7\u00e3o(dimens\u00f5es, porosidade, acess\u00f3rios met\u00e1licos, t\u00e9rmico, mec\u00e2nico, perfura\u00e7\u00e3o)\u00a0<\/strong>efectuados \u00a0na \u00a0presen\u00e7a \u00a0do \u00a0comprador \u00a0sobre \u00a0alguns \u00a0dos isoladores adquiridos.<\/p>\n<p>Com a implementa\u00e7\u00e3o das actuais normas de qualidade alguns destes ensaios tendem a desaparecer ou a ser realizados s\u00f3 em casos pontuais. Muitas das empresas tendem a ser empresas certificadas por institutos internacionais o que \u00e0 partida confere credibilidade aos produtos fabricados. No entanto, as empresas compradoras t\u00eam tamb\u00e9m mecanismos de controlo sobre os produtos adquiridos. Mediante o fornecedor o controlo de recep\u00e7\u00e3o pode ser mais (controlo a 100%) ou menos apertado (sem controlo) [1].<\/p>\n<p>Existem alguns aspectos relevantes a ter em conta relativamente ao desvio transversal das cadeias de isoladores de suspens\u00e3o e contemplados na legisla\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p>Em geral, numa linha a\u00e9rea de alta tens\u00e3o aplicam-se dois tipos de cadeias de isoladores: cadeias em suspens\u00e3o e cadeias em amarra\u00e7\u00e3o. A a\u00e7\u00e3o do vento sobre os condutores faz com que as cadeias de suspens\u00e3o se desviem, podendo aproximar de modo perigoso os condutores ao apoio.<\/p>\n<p>Os apoios de \u00e2ngulo podem ter cadeias de amarra\u00e7\u00e3o ou de suspens\u00e3o. Neste \u00faltimo caso, a aproxima\u00e7\u00e3o das cadeias ao apoio \u00e9 derivada ao desvio produzido pelo vento e tamb\u00e9m ao \u00e2ngulo, o que aumenta o perigo de aproxima\u00e7\u00e3o excessiva. Mesmo sem vento, as cadeias de suspens\u00e3o nos apoios de \u00e2ngulo tendem para uma posi\u00e7\u00e3o desviada da vertical, ao contr\u00e1rio do que sucede nos apoios em alinhamento. Por este motivo, nos apoios de \u00e2ngulo opta-se normalmente por cadeias de amarra\u00e7\u00e3o [4] [RSLEAT].<\/p>\n<p>Nos apoios em alinhamento s\u00e3o normalmente aplicadas cadeias de suspens\u00e3o. Nestes casos \u00e9 necess\u00e1rio proceder ao c\u00e1lculo do m\u00e1ximo desvio transversal que a cadeia sofre, a fim de verificar se este n\u00e3o ultrapassa o m\u00e1ximo indicado no RSLEAT.<\/p>\n<p><strong>Dist\u00e2ncias de Seguran\u00e7a entre Condutores e Outros Objetos<\/strong><\/p>\n<p>No projeto de uma linha a\u00e9rea, existem diversas normas de seguran\u00e7a que devem ser respeitadas. Estas normas definem dist\u00e2ncias m\u00ednimas de seguran\u00e7a para que sejam evitados contactos que possam levar a situa\u00e7\u00f5es cr\u00edtica para o sistema e para a sa\u00fade das pessoas.<\/p>\n<p>De forma a evitar os contornamentos el\u00e9tricos existem, de acordo com a norma IEC50341-1, cinco tipo de dist\u00e2ncias el\u00e9tricas, s\u00e3o elas [7]:<\/p>\n<ol>\n<li>\ud835\udc37\ud835\udc52\ud835\udc59 \u2013 Dist\u00e2ncia m\u00ednima para evitar uma descarga disruptiva entre condutores de fase e objetos que se encontrem ao potencial terra durante sobretens\u00f5es de frente r\u00e1pida ou lenta. \ud835\udc37\ud835\udc52\ud835\udc59 Pode ser considerada uma dist\u00e2ncia interna tendo em conta a dist\u00e2ncia dos condutores \u00e0 estrutura do poste, ou externa considerando a distancia dos condutores a obst\u00e1culos.<\/li>\n<li>\ud835\udc37\ud835\udc5d\ud835\udc5d \u2013 Dist\u00e2ncia m\u00ednima para evitar uma descarga disruptiva entre condutores de fase, durante sobretens\u00f5es de frente r\u00e1pida ou lenta. \ud835\udc37\ud835\udc5d\ud835\udc5d \u00e9 uma dist\u00e2ncia interna.<\/li>\n<\/ol>\n<p>III. \ud835\udc3750\ud835\udc3b\ud835\udc67_\ud835\udc5d_\ud835\udc52 \u2013 Dist\u00e2ncia m\u00ednima para evitar uma descarga diruptiva \u00e0 frequ\u00eancia industrial entre um condutor de fase e objetos que se encontrem ao potencial terra. \ud835\udc3750\ud835\udc3b\ud835\udc67_\ud835\udc5d_\ud835\udc52 \u00e9 uma distancia interna.<\/p>\n<ol>\n<li>\ud835\udc3750\ud835\udc3b\ud835\udc67_\ud835\udc5d_\ud835\udc5d \u2013 Dist\u00e2ncia m\u00ednima para evitar uma descarga diruptiva \u00e0 frequ\u00eancia industrial entre condutores de fase. \ud835\udc3750\ud835\udc3b\ud835\udc67_\ud835\udc5d_\ud835\udc5d \u00e9 uma distancia interna.<\/li>\n<li>\ud835\udc4e\ud835\udc60\ud835\udc5c\ud835\udc5a \u2013 Valor m\u00ednimo de \ud835\udc4e50 \u2013 valor de uma linha. Menor valor da distancia em linha reta entre pe\u00e7as sobre tens\u00e3o e pe\u00e7as ligadas \u00e0 terra. [7]<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>Disposi\u00e7\u00f5es regulamentares relevantes<\/strong><\/p>\n<p>O projecto e licenciamento das linhas a\u00e9reas, no caso ao n\u00edvel da m\u00e9dia tens\u00e3o, \u00e9 baseado nos Decretos Regulamentar n\u00ba 1\/92 e Lei n\u00ba 26 852\/36, estabelecendo o primeiro o Regulamento de Seguran\u00e7a de Linhas A\u00e9reas de Alta Tens\u00e3o e o segundo o Regulamento de Licen\u00e7as para Instala\u00e7\u00f5es El\u00e9ctricas.<\/p>\n<p>Na realidade, o primeiro Regulamento de Seguran\u00e7a de Linhas A\u00e9reas de Alta Tens\u00e3o foi aprovado pelo Decreto n\u00ba 46 847, de 27 de Janeiro de 1966, sendo apenas revisto duas vezes, pelos Decretos Regulamentares nos 14\/77 e 85\/84 [9]. Apesar de j\u00e1 se encontrarem a decorrer, na altura, as primeiras dilig\u00eancias com vista \u00e0 revis\u00e3o total do documento, entendeu-se ser necess\u00e1rio fazer alguns ajustes, nomeadamente ao n\u00edvel da melhoria da qualidade de servi\u00e7o, aumento de seguran\u00e7a e fiabilidade das instala\u00e7\u00f5es [10] e por forma a facilitar os trabalhos em tens\u00e3o [11]. Os resultados pr\u00e1ticos das revis\u00f5es foram a actualiza\u00e7\u00e3o e nova redac\u00e7\u00e3o dos artigos 178\u00ba, 185\u00ba [10], 91\u00ba, 127\u00ba, 128\u00ba, 129\u00ba, 130\u00ba, 199\u00ba e 200\u00ba [11], relativos ao Decreto 46 847\/66. A 14 de Maio de 1991, e atendendo \u00e0 necessidade da revis\u00e3o total do Regulamento de Seguran\u00e7a de Linhas A\u00e9reas de Alta Tens\u00e3o considerando a evolu\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica existente desde 1966, foi revogado o Decreto 46 847\/66 por promulga\u00e7\u00e3o do DL 180\/91 [9].<\/p>\n<p>Data, assim, de 18 de Fevereiro de 1992 a publica\u00e7\u00e3o em Di\u00e1rio da Rep\u00fablica do Decreto Regulamentar n\u00ba 1\/92, que se constitui, at\u00e9 \u00e0 data, como o novo Regulamento de Seguran\u00e7a de Linhas A\u00e9reas de Alta Tens\u00e3o, contemplando agora as muito alta tens\u00f5es, a generaliza\u00e7\u00e3o da t\u00e9cnica dos trabalhos em tens\u00e3o e a evolu\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica verificada desde 1966 [12].<\/p>\n<p>Relativamente ao licenciamento dos ramais MT, o processo \u00e9 conduzido segundo a legisla\u00e7\u00e3o aplic\u00e1vel a todos os tipos de instala\u00e7\u00f5es el\u00e9ctricas, com particular relev\u00e2ncia para o Decreto-Lei n\u00ba 26 852\/36. Este \u00faltimo estabelece o RLIE e, como \u00e9 de prever pela data de publica\u00e7\u00e3o, j\u00e1 foi alvo de diversas rectifica\u00e7\u00f5es. Ainda assim, vigorou durante cerca de quarenta anos, at\u00e9 que em 1976 se procedeu \u00e0 sua primeira actualiza\u00e7\u00e3o, pelo DL n\u00ba 446\/76, onde diversos artigos foram novamente redigidos por forma a simplificar e tornar mais expedito o processo de licenciamento [13]. J\u00e1 com o processo de revis\u00e3o total do DL 26 852\/36 a decorrer, foi o DL n\u00ba 517\/80 que voltou a actualiz\u00e1-lo, incluindo alguns artigos transit\u00f3rios relativos \u00e0 classifica\u00e7\u00e3o das instala\u00e7\u00f5es el\u00e9ctricas e ao exerc\u00edcio da actividade dos t\u00e9cnicos respons\u00e1veis [14]. Em 1992 e no ano seguinte surgiram, respectivamente, os DL nos 272\/92 e 4\/93, estabelecendo, o primeiro, a figura de \u201cassocia\u00e7\u00f5es inspectoras de instala\u00e7\u00f5es el\u00e9ctricas\u201d, e revogando, o segundo, os pontos 1\u00ba e 2\u00ba do artigo 37\u00ba do RLIE [15-16]. Por fim, a altera\u00e7\u00e3o mais recente ao RLIE foi feita pelo DL 101\/2007, sem que antes, em 2006, a Lei n\u00ba 30\/2006 tivesse alterado uma s\u00e9rie de artigos e aditado o artigo 58\u00ba-A, declarando a DGEG como a autoridade competente para a instaura\u00e7\u00e3o, processamento, instru\u00e7\u00e3o e decis\u00e3o dos processos de contra-ordena\u00e7\u00e3o [17]. Foi com o objectivo de, novamente, simplificar o processo de licenciamento, que surgiu o DL 101\/2007, onde ficaram promulgadas a redu\u00e7\u00e3o das categorias de instala\u00e7\u00f5es el\u00e9ctricas de cinco para tr\u00eas tipos, a isen\u00e7\u00e3o de licen\u00e7as de estabelecimento de linhas el\u00e9ctricas quando s\u00e3o obtidas autoriza\u00e7\u00f5es dos propriet\u00e1rios dos terrenos e n\u00e3o haja raz\u00f5es de seguran\u00e7a de pessoas e bens a garantir, e a revoga\u00e7\u00e3o da tramita\u00e7\u00e3o de licenciamento relativa aos reclamos luminosos [18].<\/p>\n<p>Existem mais dois documentos importantes, os quais importa apresentar. O primeiro \u00e9 o Decreto Regulamentar n\u00ba 31\/83, que surgiu dada a necessidade de legislar a actividade dos t\u00e9cnicos respons\u00e1veis pela elabora\u00e7\u00e3o de projectos, execu\u00e7\u00e3o e explora\u00e7\u00e3o de instala\u00e7\u00f5es el\u00e9ctricas de servi\u00e7o particular, sendo conhecido pelo Estatuto do T\u00e9cnico Respons\u00e1vel por Instala\u00e7\u00f5es El\u00e9ctricas de Servi\u00e7o Particular [19]. Este documento sofreu, em 2006, altera\u00e7\u00f5es institu\u00eddas pelo DL n\u00ba 229\/2006, que ditou a reformula\u00e7\u00e3o de diversos artigos do mesmo e teve como uma das principais novidades o t\u00e9cnico respons\u00e1vel apenas ter de estar inscrito na Ordem dos Engenheiros com vista ao exerc\u00edcio das suas fun\u00e7\u00f5es [20].<\/p>\n<p>Outra das condicionantes que envolvem o estabelecimento de qualquer tipo de instala\u00e7\u00f5es el\u00e9ctricas \u00e9 a exposi\u00e7\u00e3o das pessoas aos campos electromagn\u00e9ticos. Apesar de ter sido o DL n\u00ba 11\/2003 a definir os mecanismos para fixa\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de refer\u00eancia relativos \u00e0 exposi\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o a campos electromagn\u00e9ticos, as restri\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas e a fixa\u00e7\u00e3o dos respectivos valores foram apenas promulgadas com a Portaria n\u00ba 1421\/2004 [21][22].<\/p>\n<p>Refira-se que se considera pertinente a consulta de alguns documentos t\u00e9cnicos da EDP DISTRIBUI\u00c7\u00c3O, que passo a citar: DMA C66 (materiais para linhas a\u00e9reas), DMA C13-520 (isoladores de suporte AT e MT) e DMA C66-140N.<\/p>\n<p>Em modo de conclus\u00e3o, \u00e9 previs\u00edvel que os materiais utilizados nos isoladores sofram uma evolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, pelo que o mercado adaptar-se-\u00e1 com o objetivo de garantir uma maior seguran\u00e7a e efici\u00eancia.<\/p>\n<p>Refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas:<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Rui Ferreira 2004 \u201cLinhas de Transmiss\u00e3o\u201d- Apontamentos de Sistemas El\u00e9ctricos de Energia [1]<\/p>\n<p>Rui Emanuel P\u00f3voas Duarte de Almeida \u201cOtimiza\u00e7\u00e3o da Metodologia de Projeto de Linhas A\u00e9reas de Alta-Tens\u00e3o com Modeliza\u00e7\u00e3o do Tra\u00e7ado Real em 3D\u201d,2016 [2]<\/p>\n<p>CENELEC, \u201cEN 50341-3-17 \u2013 Aspetos Normativos Nacionais para Portugal,\u201d 2001 [3]<\/p>\n<p>D.L 1\/92 de 18 de Fevereiro- Regulamento de Seguran\u00e7a de Linhas El\u00e9ctricas de Alta Tens\u00e3o [4]<\/p>\n<p>Galv\u00e3o, Paulo,\u00a0<em>Redes el\u00e9ctricas de m\u00e9dia e baixa tens\u00e3o \u2013 Aspectos de projeto, licenciamento e explora\u00e7\u00e3o em contexto operacional<\/em>, Disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado, Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, 2010 [5]<\/p>\n<p>Lu\u00eds Filipe Soares Rocha- \u201cProjeto de Linha A\u00e9rea de Alta Tens\u00e3o \u2013 Estudo sobre a utiliza\u00e7\u00e3o de Cabo de Guarda\u201d Junho 2014 [6]<\/p>\n<p><em>EN 50341-1 Overhead eletrical lines exceeding AC 45 kV Part 1: General requirements \u2013 Common specifications<\/em>, 2001 [7]<\/p>\n<p>Hugo Pedreira \u2013\u201cLinhas El\u00e9tricas A\u00e9reas: Estudo do Movimento das Cadeias de Isoladores em Suspens\u00e3o e Determina\u00e7\u00e3o dos Limites T\u00e9cnicos para a sua Aplica\u00e7\u00e3o\u201d, 2013 [8]<\/p>\n<p><em>Decreto-Lei n\u00ba 180\/91,\u00a0<\/em>Minist\u00e9rio da Ind\u00fastria e Energia 180, 1991 [9]<\/p>\n<p><em>Decreto Regulamentar n\u00ba 14\/77,\u00a0<\/em>Minist\u00e9rio da Ind\u00fastria e Tecnologia 14, 1977 [10]<\/p>\n<p><em>Decreto Regulamentar n\u00ba 85\/84,\u00a0<\/em>Minist\u00e9rio da Ind\u00fastria e Energia 85, 1984 [11]<\/p>\n<p><em>Decreto Regulamentar n\u00ba 1\/92,\u00a0<\/em>Minist\u00e9rio da Ind\u00fastria e Energia 1, 1992 [12]<\/p>\n<p><em>Decreto-Lei n\u00ba 446\/76,\u00a0<\/em>Minist\u00e9rio da Ind\u00fastria e Tecnologia 446, 1976 [13]<\/p>\n<p><em>Decreto-Lei n\u00ba 517\/80,\u00a0<\/em>Minist\u00e9rio da Ind\u00fastria e Energia 517, 1980 [14]<\/p>\n<p><em>Decreto-Lei n\u00ba 272\/92,\u00a0<\/em>Minist\u00e9rio da Ind\u00fastria e Energia 4, 1992 [15]<\/p>\n<p><em>Decreto-Lei n\u00ba 4\/93,\u00a0<\/em>Minist\u00e9rio da Ind\u00fastria e Energia 4, 1993 [16]<\/p>\n<p><em>Lei n\u00ba 30\/2006,\u00a0<\/em>Assembleia da Rep\u00fablica 30, 2006 [17]<\/p>\n<p><em>Decreto-Lei n\u00ba 101\/2007,\u00a0<\/em>Minist\u00e9rio da economia e da Inova\u00e7\u00e3o 101, 2007 [18]<\/p>\n<p><em>Decreto Regulamentar n\u00ba 31\/83,\u00a0<\/em>I. Minist\u00e9rios do Trabalho, Energia e Exporta\u00e7\u00e3o 31, 1983 [19]<\/p>\n<p><em>Decreto-Lei n\u00ba 229\/2006,\u00a0<\/em>Minist\u00e9rio da Economia e da Inova\u00e7\u00e3o 229, 2006 [20]<\/p>\n<p><em>Portaria n\u00ba1421\/2004,\u00a0<\/em>Presid\u00eancia do conselho de ministros 1421, 2004 [21]<\/p>\n<p>Cl\u00e1udio Galv\u00e3o- \u201cRedes el\u00e9ctricas de m\u00e9dia e baixa tens\u00e3o -Aspectos de projecto, licenciamento e explora\u00e7\u00e3o em contexto operacional\u201d,2014 [22]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 Pretende-se com este artigo efectuar uma abordagem \u00e0 tem\u00e1tica dos isoladores MT\/BT. 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