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11 Fevereiro, 2019 por IEP

O Futuro da Energia Eólica em Portugal

Por todo o mundo, o potencial da energia eólica é utilizado como recurso verde de produção de energia elétrica. Com os incentivos dados em anos passados, foi possível um forte investimento neste setor, tornando-o o segundo mais rentável no que diz respeito à produção elétrica com fontes de energia renovável, ficando apenas atrás das centrais hídricas. No final de 2017, o total de potência instalada era de 539GW. No pódio dos países que mais contribuem para o forte crescimento eólico estão a China, os Estados Unidos da América e a Alemanha, respetivamente. A nível europeu, Portugal é um dos principais países estimuladores do setor eólico.

Portugal tem metas bastante ambiciosas no que diz respeito à produção de energia elétrica, com recurso a energias renováveis. O Parlamento Europeu e o Conselho da UE estabeleceram que cerca de 35% da energia produzida em Portugal em 2030 deverá ter como recurso fontes renováveis. Desta forma, é fundamental garantir o funcionamento do mix energético nacional, no que respeita à energia eólica e fotovoltaica.

Assim, esta é uma altura crítica para a energia eólica no nosso país e muito há para dizer acerca do seu futuro no panorama nacional, senão vejamos: uma verdade incontestável é que o setor eólico nacional está cada vez mais envelhecido e essa tendência está para se manter. Sendo esta a tendência a prosperar, uma forma de manter o setor em funcionamento é estender o período de vida útil dos aerogeradores, em que os mais antigos têm como limite 20 anos, dados pelo type certificate do fabricante. Este facto não impossibilita a continuidade de exploração do aerogerador, no entanto outros fatores poderão implicar a sua operação posterior a 20 anos. Não havendo legislação que assegure a extensão da vida útil dos aerogeradores, então dificilmente haverá continuidade na manutenção dos parques. Tudo isto tem por base a segurança de todos os intervenientes no parque eólico.

Atualmente, em Portugal existem cerca de 250 empreendimentos eólicos, correspondendo a uma potência instalada de cerca de 5,3 GW. Do total de parques eólicos, 19% estão com idade a variar entre os 15 e 20 anos, totalizando uma potência instalada de 339,52 MW. Caso se verifique o não investimento, o setor eólico irá diminuir drasticamente ao longo dos anos, como está representado no gráfico acima.

Partindo do pressuposto que a extensão da vida útil dos aerogeradores não será permanente e que todas as máquinas têm um fim, é necessário perspetivar o futuro das instalações eólicas em Portugal. Fazendo uma análise previsível a curto prazo tendo como base o ano de 2018 em apenas 5 anos o que corresponde ao ano de 2023, cerca de 72% parques eólicos estarão com 15 ou mais anos. Fazendo a mesma análise, mas num período a médio prazo, o cenário é mais dramático, uma vez que em 2028 cerca de 95% dos parques eólicos têm 15 ou mais anos, correspondendo a 92% da potência instalada (cerca de 4901 MW).

Sem qualquer dúvida que a energia renovável é a tendência mais favorável à produção de energia elétrica, como alternativa aos combustíveis fósseis, e tendo Portugal um elevado índice de eolicidade é estratégico apostar em turbinas eólicas para a geração de energia elétrica. Neste sentido, e dado que é impensável o desmantelamento da frota eólica existente, apontam-se duas soluções possíveis para a continuidade de operação das mesmas, a extensão da vida útil dos aerogeradores, ainda que por um período de tempo limitado, desde que haja enquadramento legal, ou o repowering das turbinas eólicas, substituindo as turbinas antigas por tecnologia mais recente, mais eficiente e com a vantagem de já ter as infraestruturas de acesso e ligação à rede disponíveis.

Fazendo uma análise simplificada das vantagens e desvantagens do prolongamento de operação e do repowering obtém-se as seguintes análises SWOT.

Extensão de vida útil vs Repowering

Extensão da vida útil

PONTOS FORTES:

  • Mais conhecimento/experiência do setor;
  • – Informação dos anos de operação das turbinas.

PONTOS FRACOS:

  • – Menor eficiência das turbinas;
  • – Aumento dos custos de O&M;
  • – Falta de legislação;

OPORTUNIDADES:

  • – Não requer novo procedimento de licenciamento;
  • – Continuidade das feed in tariff (quando aplicável).

AMEAÇAS:

  • – Risco de falha da turbina;
  • – Segurança das equipas de intervenção.

  VS

 

 Repowering

PONTOS FORTES:

  • – Informação disponível das centrais existentes;
  • – Tecnologia mais barata;
  • – Tecnologia mais eficiente;

PONTOS FRACOS:

  • – Falta de legislaçao adequada.

OPORTUNIDADE:

  • – Diminuição do impacte ambiental (menos turbinas);
  • – Otimização dos locais de implementação;

AMEAÇAS:

  • – Regulação do preço do mercado;

Após uma análise crítica é possível concluir que é necessária uma intervenção positiva no setor eólico, caso contrário caminha-se para o limbo e consequentemente para a regressão do potencial até agora instalado.

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