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	<title>Arquivo de Mobilidade Elétrica - IEP</title>
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	<title>Arquivo de Mobilidade Elétrica - IEP</title>
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		<title>Publicação do Despacho DGEG n.º 22/2024- ECVE &#8211; Estações de Carregamentos de Veículos Elétricos</title>
		<link>https://www.iep.pt/publicacao-do-despacho-dgeg-n-o-22-2024-ecve-estacoes-de-carregamentos-de-veiculos-eletricos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Osório]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Sep 2024 07:33:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eletricidade]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Inspeções]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Instalações elétricas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No passado dia 5 de agosto foi publicado o Despacho DGEG n.º 22/2024 que estabelece os procedimentos e esquemas exemplificativos para a conceção, inspeção vistoria e certificação de instalações de Estações &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No passado dia 5 de agosto foi publicado o <a href="https://dgeg.gov.pt/pt/destaques/despacho-estacoes-de-carregamento-de-veiculos-eletricos-acessiveis-ao-publico/" target="_blank" rel="noopener">Despacho DGEG n.º 22/2024</a> que estabelece os procedimentos e esquemas exemplificativos para a conceção, inspeção vistoria e certificação de instalações de <strong>Estações de Carregamentos de Veículos Elétricos (ECVE)</strong> acessíveis ao público, conforme seguintes documentos:.</p>
<p>Anexo I &#8211; Modelos tipo para atos de inspeção, vistoria e certificação<br />
Anexo II &#8211; Modelos tipo para Etiquetas Informativas</p>
<p>Poderá efetuar esta consulta <a href="https://www.dgeg.gov.pt/pt/areas-setoriais/energia/energia-eletrica/instalacoes-de-utilizacao-de-energia-eletrica/instalacoes-eletricas-de-servico-particular-tipo-a-b-e-c/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<p><strong>Informamos que são revogadas as disposições aprovadas pelo Despacho n.º 24/2019, de 14 de junho.</strong></p>
<p>Face ao exposto solicitamos que aquando de um pedido de certificação ECVE nos sejam facultados os seguintes elementos:<br />
<strong>Dados do Titular da propriedade pública ou privada, onde se encontra instalada a ECVE, conforme pt. 2.6 da Declaração de Inspeção da ECVE</strong><br />
<strong>Nome, Telefone, E-mail e NIF/NIPC.</strong></p>
<p>Estamos disponíveis para qualquer esclarecimento adicional: <a href="mailto:info@iep.pt">info@iep.pt</a></p>
<p><a href="https://www.iep.pt/servico/inspecoes/instalacoes-eletricas/" target="_blank" rel="noopener">Saiba mais sobre a área de instalações elétricas do IEP.</a></p>
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		<title>Instalações Elétricas e Telecomunicações: Conexões do Futuro</title>
		<link>https://www.iep.pt/instalacoes-eletricas-e-telecomunicacoes-conexoes-do-futuro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Osório]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jun 2024 10:47:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eletricidade]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[IEP]]></category>
		<category><![CDATA[Inspeções]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade Elétrica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O IEP – Instituto Electrotécnico Português e a Associação de Técnicos de Eletricidade de Barcelos (ATEB) promoveram no passado dia 7 de junho de 2024, no Auditório São Bento Menni, &#8230;</p>
<p class="read-more"> <a class="ast-button" href="https://www.iep.pt/instalacoes-eletricas-e-telecomunicacoes-conexoes-do-futuro/"> <span class="screen-reader-text">Instalações Elétricas e Telecomunicações: Conexões do Futuro</span> Descubra mais</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="https://www.iep.pt/" target="_blank" rel="noopener">IEP – Instituto Electrotécnico Português</a> e a <a href="https://www.ateb.pt/?pg=1" target="_blank" rel="noopener">Associação de Técnicos de Eletricidade de Barcelos (ATEB)</a> promoveram no passado dia 7 de junho de 2024, no Auditório São Bento Menni, em Barcelos, o Evento <strong><em>“Instalações Elétricas e de Telecomunicações – Conexões do Futuro”.</em></strong></p>
<p>Durante a manhã, especialistas de diversos domínios técnicos partilharam conhecimento nas áreas das Instalações elétricas, postos de carregamento de veículos elétricos, Instalações de Telecomunicações, ITED e ITUR. Apresentamos um breve resumo deste seminário.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-21211 size-large" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-3-1024x683.jpg" alt="Auditório S. Bento Menni" width="1024" height="683" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-3-1024x683.jpg 1024w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-3-300x200.jpg 300w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-3-768x512.jpg 768w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-3-1536x1024.jpg 1536w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-3.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<h6>Quadro Legal Aplicável ao setor Elétrico | João Menezes, DGEG – Direção Geral de Energia e Geologia</h6>
<p>A apresentação da <a href="https://www.dgeg.gov.pt/" target="_blank" rel="noopener">DGEG</a> abrangeu diversos temas relacionados com a gestão da energia elétrica em Portugal. A agenda incluiu a missão e competências da DGEG, planos estratégicos como o <a href="https://descarbonizar2050.apambiente.pt/" target="_blank" rel="noopener">RNC2050</a> e o <a href="https://apambiente.pt/clima/plano-nacional-de-energia-e-clima-pnec" target="_blank" rel="noopener">PNEC</a>, e a plataforma <a href="https://apps.dgeg.gov.pt/DGEG/" target="_blank" rel="noopener">SRIESP</a> para registo e controlo de instalações elétricas. Discutiram-se também o licenciamento de instalações elétricas, divididas em serviços particular e público, mobilidade elétrica, autoconsumo, regulamentação de segurança, e responsabilidades técnicas. A apresentação destacou o <a href="https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/decreto-lei/15-2022-177634016" target="_blank" rel="noopener">Decreto-Lei n.º 15/2022</a>, que organiza o Sistema Elétrico Nacional, e incentivou a participação pública em consultas legislativas através do <a href="https://participa.pt/pt/consulta/despachos-do-sistema-de-certificacao-energetica-de-edificios" target="_blank" rel="noopener">portal PARTICIPA.</a></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-21220 size-large" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-115-1024x683.jpg" alt="João Menezes, DGEG – Direção Geral de Energia e Geologia" width="1024" height="683" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-115-1024x683.jpg 1024w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-115-300x200.jpg 300w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-115-768x512.jpg 768w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-115-1536x1024.jpg 1536w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-115.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-21223 size-large" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-121-1024x683.jpg" alt="João Menezes, DGEG – Direção Geral de Energia e Geologia" width="1024" height="683" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-121-1024x683.jpg 1024w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-121-300x200.jpg 300w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-121-768x512.jpg 768w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-121-1536x1024.jpg 1536w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-121.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<h6></h6>
<h6>A atuação da ENSE no setor elétrico | Fernando Martins, ENSE Entidade Nacional para o Setor Energético E.P.E.</h6>
<p>A <a href="https://www.ense-epe.pt/" target="_blank" rel="noopener">ENSE &#8211; Entidade Nacional para o Setor Energético E.P.E.</a> é uma instituição pública portuguesa que desempenha um papel crucial na regulação, supervisão e promoção do setor energético em Portugal. A sua atuação inclui a gestão e monitoramento das reservas estratégicas de petróleo e produtos petrolíferos, garantindo a segurança do abastecimento energético no país. Além disso, a ENSE é responsável pela fiscalização das atividades de comercialização de combustíveis e pela implementação de políticas de eficiência energética, contribuindo para a sustentabilidade e a competitividade do setor elétrico. A entidade também promove a integração de fontes de energia renovável na matriz energética, alinhando-se aos objetivos nacionais e europeus de redução de emissões de carbono e de transição para uma economia de baixo carbono.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-21226 size-large" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-139-1024x683.jpg" alt="Fernando Martins, ENSE Entidade Nacional para o Setor Energético E.P.E." width="1024" height="683" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-139-1024x683.jpg 1024w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-139-300x200.jpg 300w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-139-768x512.jpg 768w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-139-1536x1024.jpg 1536w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-139.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h6>O papel do operador da rede de distribuição | Pedro Carreira, E-REDES</h6>
<p>A apresentação conduzida por Pedro Carreira, em representação da <a href="https://www.e-redes.pt/pt-pt" target="_blank" rel="noopener">E-REDES</a>, destacou o papel da empresa na transição energética, enfatizando a importância da distribuição de energia como o núcleo das suas operações. A E-REDES, pertencente ao Grupo EDP, opera em redes de alta, média e baixa tensão, atendendo a mais de seis milhões de clientes. A empresa dedica-se à modernização e resiliência da rede, integrando tecnologias avançadas e métodos analíticos para melhorar a eficiência operacional e a qualidade do serviço. A transição energética marcou esta intervenção. Esta realidade envolve a adoção de veículos elétricos, produção distribuída e redes inteligentes, exigindo novos modelos de gestão e planeamento para enfrentar os desafios de um mercado em rápida evolução. A E-REDES está focada na expansão da capacidade de receção de produção, reforço da rede e promoção de práticas sustentáveis, alinhada com os objetivos do Plano Nacional Energia-Clima 2030 e o Roteiro para a Neutralidade Carbónica 2050.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-21229 size-large" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-147-1024x683.jpg" alt="Pedro Carreira, E-REDES" width="1024" height="683" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-147-1024x683.jpg 1024w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-147-300x200.jpg 300w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-147-768x512.jpg 768w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-147-1536x1024.jpg 1536w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-147.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-21232 size-large" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-168-1024x683.jpg" alt="E-Redes Barcelos" width="1024" height="683" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-168-1024x683.jpg 1024w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-168-300x200.jpg 300w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-168-768x512.jpg 768w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-168-1536x1024.jpg 1536w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-168.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h6>Evolução do quadro regulamentar das ITED e ITUR |José Pedro Borrego, ANACOM</h6>
<p>A apresentação de José Pedro Borrego, intitulada <em>&#8220;Evolução do quadro regulamentar das ITED e ITUR&#8221;</em>, abordou a evolução das regulamentações das infraestruturas de telecomunicações em edifícios (ITED) e de telecomunicações em urbanizações (ITUR) em Portugal. Foi apresentado o contexto atual da conectividade nacional, a transição do uso de pares de cobre para as novas normas ITED/ITUR, as principais atividades da <a href="https://www.anacom.pt/" target="_blank" rel="noopener">ANACOM</a> relacionadas com estas infraestruturas, e as perspetivas e desafios futuros, como a integração de redes inteligentes e a necessidade crescente de novas soluções de conectividade. A apresentação também destacou a importância da colaboração entre diversas especialidades e a necessidade de uma regulamentação que acompanhe as rápidas mudanças tecnológicas.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-21235 size-large" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-189-1024x683.jpg" alt="José Pedro Borrego, ANACOM" width="1024" height="683" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-189-1024x683.jpg 1024w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-189-300x200.jpg 300w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-189-768x512.jpg 768w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-189-1536x1024.jpg 1536w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-189.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-21238 size-large" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-184-1024x683.jpg" alt="Evolução do quadro regulamentar das ITED e ITUR" width="1024" height="683" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-184-1024x683.jpg 1024w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-184-300x200.jpg 300w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-184-768x512.jpg 768w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-184-1536x1024.jpg 1536w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-184.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h6>Segurança das instalações elétricas, postos de carregamento de veículos elétricos e a revisão das RTIEBT | Gil Maltez, IEP</h6>
<p>Em Barcelos, Gil Maltez, Responsável de Infraestruturas Elétricas do IEP, abordou a mobilidade com foco no carregamento de veículos elétricos, destacando os requisitos técnicos para certificação e as normas reguladoras aplicáveis. Foram discutidos os modos de carga, tipos de conexões, proteção contra choques elétricos, e os requisitos para tomadas e conectores, conforme as normas <a href="https://webstore.iec.ch/searchform&amp;q=IEC%2061851" target="_blank" rel="noopener">IEC 61851</a>, e regulamentos portugueses como o <a href="https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/decreto-lei/39-2010-614137" target="_blank" rel="noopener">Decreto-Lei n.º 39/2010</a> e a <a href="https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/portaria/252-2015-70055493" target="_blank" rel="noopener">Portaria n.º 252/2015</a>. A apresentação também detalhou a conceção da alimentação elétrica para veículos elétricos em diferentes contextos, incluindo edifícios multifamiliares, centros comerciais e outros, ressaltando a importância de proteção de pessoas e bens através de dispositivos diferenciais (DR) e medidas complementares de segurança elétrica.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-21241 size-large" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-203-1024x683.jpg" alt="Gil Maltez, IEP" width="1024" height="683" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-203-1024x683.jpg 1024w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-203-300x200.jpg 300w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-203-768x512.jpg 768w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-203-1536x1024.jpg 1536w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-203.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h6>Instalações de telecomunicações, ITED e ITUR | Jorge Ribeiro, IEP</h6>
<p>Jorge Ribeiro, Responsável pela área de Telecomunicações da Direção de Inspeção e Auditoria do IEP, abordou a evolução das prescrições técnicas das Instalações de Telecomunicações (ITED e ITUR) em Portugal ao longo dos últimos 20 anos, destacando as mudanças legislativas e técnicas. O foco principal recaiu sobre os diferentes manuais ITED e ITUR publicados entre 2004 e 2020, bem como as respetivas alterações nos procedimentos de avaliação. As responsabilidades passaram de ser centradas nas entidades certificadoras para os técnicos responsáveis pela instalação e projeto. A apresentação também discutiu os problemas recorrentes nas infraestruturas e os benefícios da oferta simultânea de inspeções elétricas e ensaios ITED e ITUR, realçando a importância da competência técnica e da flexibilidade na resolução de problemas.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-21244 size-large" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-234-1024x683.jpg" alt="Jorge Ribeiro, iep" width="1024" height="683" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-234-1024x683.jpg 1024w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-234-300x200.jpg 300w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-234-768x512.jpg 768w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-234-1536x1024.jpg 1536w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-234.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
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<h6>Perspetiva dos projetistas de instalações elétricas | José Manuel Freitas, Ordem dos Engenheiros Região Norte</h6>
<p>José Manuel Freitas, em representação da <a href="https://www.oern.pt/" target="_blank" rel="noopener">Ordem dos Engenheiros da Região Norte</a>, abordou as perspetivas dos projetistas de instalações elétricas, enfatizando a importância da qualificação profissional segundo a <a href="https://www.pgdlisboa.pt/leis/lei_mostra_articulado.php?tabela=leis&amp;nid=2334&amp;pagina=1&amp;ficha=1" target="_blank" rel="noopener">Lei 40/2015</a>. Descreveu o conceito de &#8220;projeto&#8221; e detalhou as fases do projeto de instalações elétricas: estudo preliminar, anteprojeto, projeto de execução e assistência técnica, destacando a segurança, a economia e a qualidade de serviço. Abordou ainda a regulamentação das instalações elétricas particulares e recomendações para a otimização da legislação, a simplificação dos processos administrativos e o fortalecimento da responsabilidade e fiscalização dos engenheiros, sublinhando a importância da competência técnica e da responsabilidade pública na engenharia eletrotécnica em Portugal.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-21247 size-large" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-249-1024x683.jpg" alt="José Manuel Freitas, Ordem dos Engenheiros Região Norte" width="1024" height="683" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-249-1024x683.jpg 1024w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-249-300x200.jpg 300w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-249-768x512.jpg 768w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-249-1536x1024.jpg 1536w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-249.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-21250 size-large" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-264-1024x683.jpg" alt="Perspetiva dos projetistas de instalações elétricas " width="1024" height="683" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-264-1024x683.jpg 1024w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-264-300x200.jpg 300w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-264-768x512.jpg 768w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-264-1536x1024.jpg 1536w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-264.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
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<h6>Perspetiva dos instaladores elétricos | José Martins, ATEB</h6>
<p>José Martins, em representação da <a href="https://www.ateb.pt/?pg=1" target="_blank" rel="noopener">Associação de Técnicos de Eletricidade de Barcelos (ATEB)</a> abordou a missão e os objetivos desta associação &#8211; uma entidade sem fins lucrativos dedicada a agrupar técnicos de eletricidade para defender seus interesses morais, profissionais e económicos. Destacou a importância do progresso tecnológico, a promoção de seminários e a valorização da profissão, enfatizando a necessidade de formação adequada e atração de jovens para o setor. José Martins abordou ainda a relevância de infraestruturas elétricas em construções, posicionando os eletricistas como artistas essenciais na criação de edifícios. A ATEB, com 23 anos de existência, tem sido uma defensora dinâmica dos interesses dos seus membros, focada na qualificação profissional, redução da sinistralidade e evolução profissional dos seus associados.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-21253 size-large" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-274-1024x683.jpg" alt="José Martins, ATEB" width="1024" height="683" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-274-1024x683.jpg 1024w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-274-300x200.jpg 300w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-274-768x512.jpg 768w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-274-1536x1024.jpg 1536w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-274.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-21256 size-large" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-276-1024x683.jpg" alt="José Martins, Ateb" width="1024" height="683" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-276-1024x683.jpg 1024w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-276-300x200.jpg 300w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-276-768x512.jpg 768w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-276-1536x1024.jpg 1536w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-276.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
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<p>Esteja atento ao nosso website e redes sociais para estar a par da organização deste tipo de eventos.<br />
<strong>Agradecemos mais uma vez a toda a organização, oradores e participantes deste evento. Até breve!</strong></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-21259 size-large" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-293-1024x683.jpg" alt="Mesa Redonda" width="1024" height="683" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-293-1024x683.jpg 1024w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-293-300x200.jpg 300w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-293-768x512.jpg 768w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-293-1536x1024.jpg 1536w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-293.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-21262 size-large" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-294-1024x683.jpg" alt="Instalações Elétricas e Telecomunicações - Conexões do Futuro - 07/06/2024 - Barcelos" width="1024" height="683" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-294-1024x683.jpg 1024w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-294-300x200.jpg 300w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-294-768x512.jpg 768w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-294-1536x1024.jpg 1536w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-294.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-21265 size-large" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-340-1024x683.jpg" alt="Instalações Elétricas e Telecomunicações - Conexões do Futuro - 07/06/2024 - Barcelos" width="1024" height="683" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-340-1024x683.jpg 1024w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-340-300x200.jpg 300w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-340-768x512.jpg 768w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-340-1536x1024.jpg 1536w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-340.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-21268 size-large" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-95-1024x683.jpg" alt="Instalações Elétricas e Telecomunicações - Conexões do Futuro - 07/06/2024 - Barcelos" width="1024" height="683" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-95-1024x683.jpg 1024w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-95-300x200.jpg 300w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-95-768x512.jpg 768w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-95-1536x1024.jpg 1536w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-95.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-21271 size-large" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/20240607114545_6J1A6648-1024x683.jpg" alt="Instalações Elétricas e Telecomunicações - Conexões do Futuro - 07/06/2024 - Barcelos" width="1024" height="683" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/20240607114545_6J1A6648-1024x683.jpg 1024w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/20240607114545_6J1A6648-300x200.jpg 300w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/20240607114545_6J1A6648-768x512.jpg 768w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/20240607114545_6J1A6648-1536x1024.jpg 1536w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/20240607114545_6J1A6648-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-21274 size-large" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-125-1024x683.jpg" alt="Instalações Elétricas e Telecomunicações - Conexões do Futuro - 07/06/2024 - Barcelos" width="1024" height="683" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-125-1024x683.jpg 1024w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-125-300x200.jpg 300w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-125-768x512.jpg 768w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-125-1536x1024.jpg 1536w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-125.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-21277 size-large" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-33-1024x683.jpg" alt="Instalações Elétricas e Telecomunicações - Conexões do Futuro - 07/06/2024 - Barcelos" width="1024" height="683" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-33-1024x683.jpg 1024w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-33-300x200.jpg 300w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-33-768x512.jpg 768w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-33-1536x1024.jpg 1536w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-33.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-21280 size-large" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-50-1024x683.jpg" alt="Instalações Elétricas e Telecomunicações - Conexões do Futuro - 07/06/2024 - Barcelos" width="1024" height="683" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-50-1024x683.jpg 1024w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-50-300x200.jpg 300w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-50-768x512.jpg 768w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-50-1536x1024.jpg 1536w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-50.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-21283 size-large" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-52-1024x683.jpg" alt="Instalações Elétricas e Telecomunicações - Conexões do Futuro - 07/06/2024 - Barcelos" width="1024" height="683" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-52-1024x683.jpg 1024w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-52-300x200.jpg 300w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-52-768x512.jpg 768w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-52-1536x1024.jpg 1536w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-52.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-21286 size-large" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-54-1024x683.jpg" alt="Instalações Elétricas e Telecomunicações - Conexões do Futuro - 07/06/2024 - Barcelos" width="1024" height="683" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-54-1024x683.jpg 1024w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-54-300x200.jpg 300w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-54-768x512.jpg 768w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-54-1536x1024.jpg 1536w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-54.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-21289 size-large" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-64-1024x683.jpg" alt="Instalações Elétricas e Telecomunicações - Conexões do Futuro - 07/06/2024 - Barcelos" width="1024" height="683" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-64-1024x683.jpg 1024w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-64-300x200.jpg 300w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-64-768x512.jpg 768w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-64-1536x1024.jpg 1536w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-64.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-21292 size-large" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-60-1024x683.jpg" alt="Instalações Elétricas e Telecomunicações - Conexões do Futuro - 07/06/2024 - Barcelos" width="1024" height="683" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-60-1024x683.jpg 1024w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-60-300x200.jpg 300w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-60-768x512.jpg 768w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-60-1536x1024.jpg 1536w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2024/06/IEP-Barcelos-60.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
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		<title>O Seminário &#8220;O Futuro das Instalações Elétricas e Telecomunicações” reúne especialistas e entidades do setor em Lisboa</title>
		<link>https://www.iep.pt/o-seminario-o-futuro-das-instalacoes-eletricas-e-telecomunicacoes-reune-especialistas-e-entidades-do-setor-em-lisboa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Osório]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Nov 2023 09:45:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eletricidade]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[IEP]]></category>
		<category><![CDATA[Inspeções]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Telecomunicações]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.iep.pt/?p=19642</guid>

					<description><![CDATA[<p>No dia 7 de novembro de 2023, o Instituto Electrotécnico Português (IEP) organizou nas instalações do IAPMEI em Lisboa, o Seminário &#8220;O Futuro das Instalações Elétricas e Telecomunicações&#8221;. O evento &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 7 de novembro de 2023, o <a href="https://www.iep.pt/">Instituto Electrotécnico Português (IEP)</a> organizou nas instalações do IAPMEI em Lisboa, o Seminário <em>&#8220;O Futuro das Instalações Elétricas e Telecomunicações&#8221;</em>. O evento contou com a presença de especialistas e principais representantes das Entidades do Setor, com o objetivo de debater os principais desafios e tendências do setor em Portugal. <strong>Consulte um breve resumo das conclusões do evento:</strong></p>
<p>O evento contou com a presença de Fernando Martins, da <a href="https://www.ense-epe.pt/">ENSE &#8211; Entidade Nacional para o Setor Energético</a>, Pedro Carreira, representando a <a href="https://www.e-redes.pt/pt-pt">E-Redes</a>, Gil Maltez e Jorge Ribeiro do IEP, assim como Raúl Simplício da Gestvolt &#8211; todos especialistas reconhecidos no setor.</p>
<h6><img loading="lazy" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/11/sala-subs.png" alt="" width="1024" height="681" /></h6>
<h6></h6>
<h6><img loading="lazy" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/11/9670_6624-min-1024x681.jpg" alt="" width="1024" height="681" /></h6>
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<h6><img loading="lazy" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/11/je-seminario-subs.png" alt="" width="1024" height="681" /></h6>
<h6><img loading="lazy" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/11/9670_6662-min-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" /></h6>
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<h6><img loading="lazy" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/11/9670_6740-min-1024x681.jpg" alt="" width="1024" height="681" /></h6>
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<h6><img loading="lazy" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/11/jr-subs.png" alt="" width="1024" height="681" /></h6>
<h6></h6>
<h6><img loading="lazy" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/11/9670_6768-min-1024x681.jpg" alt="" width="1024" height="681" /></h6>
<h6></h6>
<h6>Temas em destaque:</h6>
<p>Durante o evento, foram discutidos diversos temas relevantes relacionados ao futuro das instalações elétricas e telecomunicações em Portugal. O <strong>avanço tecnológico e as novas regulamentações do setor</strong> foram alguns dos temas em destaque, que permitiram uma perspetiva abrangente sobre as tendências e desafios do setor no país.</p>
<p>A <strong>Mobilidade</strong> foi também um tema em debate com a incursão pela certificação das infraestruturas para carregamento de veículos elétricos, atuais requisitos legislativos, técnicos e de segurança dos PCVE estiveram em destaque.</p>
<p>A <strong>Transição Energética</strong> em vigor também foi abordada, destacando-se a importância da eletrificação crescente da sociedade como uma consequência direta dessa transição.</p>
<p>Um dos pontos de discussão importantes foi a <strong>necessidade de atualização e criação de legislações adequadas para o setor</strong>. Com a crescente digitalização e automação, os participantes enfatizaram a importância de regulamentos claros que abordem questões de segurança, eficiência energética e interoperabilidade. Um diálogo constante entre o setor público e privado também foi apontado como fundamental para o estabelecimento de normas coerentes e alinhadas com os avanços tecnológicos.</p>
<p>Além disso, a execução de <strong>infraestrutura de telecomunicações</strong> foi destaque durante o seminário. Com a crescente demanda por conectividade e o esperado aumento no número de dispositivos conectados, os especialistas ressaltaram a importância de uma infraestrutura robusta e avançada. Foram também exemplificados alguns erros de execução das ITED que colocam em causa a sua qualidade e o cumprimento de requisitos legais.</p>
<p><img loading="lazy" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/11/9670_6819-min-1024x681.jpg" alt="" width="1024" height="681" /></p>
<h6></h6>
<h6>Em resumo</h6>
<p>Em resumo, o Seminário sobre o <em>&#8220;Futuro das Instalações Elétricas e Telecomunicações em Portugal&#8221;</em> proporcionou uma visão clara dos <strong>principais desafios e oportunidades técnicas e legislativas que o setor enfrentará nos próximos anos</strong>. As empresas precisarão manter-se competitivas, acompanhando os avanços tecnológicos, investindo em formação e desenvolvendo soluções seguras e eficientes. Além disso, a criação de regulamentos claros e atualizados será fundamental para garantir a harmonia entre inovação e segurança no setor.</p>
<p><strong>Obrigada a todos os participantes e até ao próximo evento!</strong></p>
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		<item>
		<title>Mobilidade: Carregamento de veículos elétricos [atualizado]</title>
		<link>https://www.iep.pt/carregamento-de-veiculos-eletricos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Osório]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 May 2022 07:52:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade Elétrica]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.iep.pt/?p=16839</guid>

					<description><![CDATA[<p>Artigo publicado no &#8220;Dossier sobre Mobilidade Elétrica&#8221; da revista OEletricista. &#8211; Gil Maltez, responsável pela área das Instalações Elétricas do IEP. &#8211; Atualizado a 2024-01-19 Consideram-se «veículos elétricos» o automóvel, &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Artigo publicado no &#8220;Dossier sobre Mobilidade Elétrica&#8221; da revista <a href="https://www.oelectricista.pt/">OEletricista.</a></em><br />
&#8211; Gil Maltez, responsável pela área das <a href="https://www.iep.pt/servico/inspecoes/instalacoes-eletricas/">Instalações Elétricas</a> do IEP.<br />
&#8211; Atualizado a 2024-01-19</p>
<p>Consideram-se «veículos elétricos» o automóvel, o motociclo, o ciclomotor, o triciclo ou o quadriciclo, dotados de um ou mais motores principais de propulsão elétrica que transmitam energia de tração ao veículo, incluindo os veículos híbridos elétricos.</p>
<p><strong>Principal legislação aplicável:</strong><br />
• Portaria n.º 252/2015<br />
• Portaria n.º 220/2016<br />
• Guia técnico das instalações elétricas para carregamento de veículos elétricos da DGEG (Edição 3.0: 2023-09-14)<br />
• Despacho n.º24/2019 DGEG</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6><strong>Portaria n.º 252/2015</strong></h6>
<p>Com a entrada em vigor da Portaria n.º 252/2015 de 19 de agosto, (secção 722 das RTIEBT – Regras Técnicas de Instalações Elétricas de Baixa Tensão), foram estipuladas um conjunto de regras técnicas capazes de estabelecer de forma clara as condições mínimas para a boa execução de instalações elétricas para o carregamento de veículos elétricos, assim á que ter em conta o seguinte:</p>
<p>Com a entrada em vigor da Portaria n.º 252/2015 de 19 de agosto, (secção 722 das RTIEBT – Regras Técnicas de Instalações Elétricas de Baixa Tensão), foram estipuladas um conjunto de regras técnicas capazes de estabelecer de forma clara as condições mínimas para a boa execução de instalações elétricas para o carregamento de veículos elétricos, assim á que ter em conta o seguinte:</p>
<ul>
<li>A ligação de cada VE – Veiculo Elétrico, deve ser feita por meio de um circuito dedicado.</li>
<li>Condições de serviço e influências externas com ponto de ligação do VE instalado no exterior
<ul>
<li>Presença de água (AD4) à não inferior a IPX</li>
<li>Presença de corpos sólidos estranhos (AE3) à não inferior a IP4X</li>
<li>Impactos (AG2 — impactos de severidade média) à não inferior a IK07 (recomenda-se IK10)</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li style="list-style-type: none;"></li>
<li>Proteção contra os contactos indiretos por corte automático da alimentação.</li>
</ul>
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="282">Cada ponto de ligação do VE deve ser protegido individualmente por meio de um DR – Dispositivo Diferencial com uma corrente diferencial-residual estipulada I∆n não superior a 30 mA que interrompa todos os condutores ativos, incluindo o neutro.</td>
<td rowspan="2" width="236">&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-16840" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2022/05/iep_ligacao_ve-min.png" alt="" width="205" height="178" /></td>
</tr>
<tr>
<td width="282">O DR deve ser, no mínimo, do tipo A.</p>
<p>&nbsp;</td>
</tr>
<tr>
<td width="282">Nas alimentações trifásicas, se a característica da carga não for conhecida, devem ser adotadas medidas de proteção contra as correntes de defeito suscetíveis de apresentar componentes contínuas (dc), usando, por exemplo, um DR tipo B.</td>
<td width="236"><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-16843 size-full" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2022/05/iep_alimentacoes-trifasicas-min.png" alt="" width="201" height="87" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><a href="https://hager.com/pt/catalogo/distribuicao-de-energia/proteccao/interruptores-diferenciais" target="_blank" rel="noopener">Fonte</a></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Proteção contra as sobreintensidades (ex: disjuntores)
<ul>
<li>Os circuitos de alimentação dos pontos de conexão de VE devem ser dotados de dispositivos individuais de proteção contra as sobreintensidades.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Os pontos de conexão de VE devem ser dotados com, pelo menos, uma tomada ou um conetor. As tomadas devem ser instaladas tão próximas quanto possível do local de estacionamento dos VE a serem alimentados. As tomadas devem ser instaladas de forma fixa em quadros ou em invólucros, não sendo permitido o uso de tomadas móveis. O bordo inferior das tomadas deve estar colocado a uma distância do pavimento acabado entre 0,5 m e 1,5 m.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-16846 size-full" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2022/05/iep_v-e-altura-tomada-min.png" alt="" width="740" height="298" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2022/05/iep_v-e-altura-tomada-min.png 740w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2022/05/iep_v-e-altura-tomada-min-300x121.png 300w" sizes="(max-width: 740px) 100vw, 740px" /></p>
<p><a href="http://www.verdesobrerodas.com.br/2019/01/tesla-lanca-novo-conector-25-mais-rapido.html" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fonte</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h6><strong>Portaria n.º 220/2016</strong></h6>
<p>Com a entrada em vigor da Portaria n.º 220/2016 de 10 de agosto foi possível estabelecer a potência mínima a considerar por ponto de conexão de cada VE a qual não deve ser inferior a 3680 VA  (3,68kVA)  que na prática implica uma potência contratada de 4,6 kVA como escalão standard imediatamente a seguir.</p>
<p>No caso de existirem pontos de carregamento com potência superior, deve ser considerada a potência correspondente a esses equipamentos. Ex: Wallbox (3,7kW; 7,4kW) ou PC semi-rápidos e rápidos (22 kW; 60kW; 100kW etc…)</p>
<p>Para efeitos de obtenção do valor da potência mínima a disponibilizar nos parques de estacionamento para o carregamento de VE, deve ser considerado um número mínimo de lugares (N), obtido pela aplicação da expressão a seguir indicada, com arredondamento para cima ao número inteiro mais próximo, consoante o caso:</p>
<ol>
<li>Para os prédios de habitação multifamiliar, o número de lugares (N) deve ser obtido pela seguinte expressão:</li>
</ol>
<p>N = 0,8 + 0,2 x n</p>
<p>em que n é o número total de lugares de estacionamento do parque.</p>
<ol>
<li>Para as situações não abrangidas pela alínea a), em que o carregamento de VE seja efetuado em zona dedicada, o número de lugares (N) deve ser obtido pela seguinte expressão:</li>
</ol>
<p>N = 0,9 + 0,1 x n</p>
<p>em que n é o número total de lugares de estacionamento do parque.</p>
<p>Na situação da alínea b), para os parques de estacionamento de grande dimensão (com capacidade superior a 400 veículos) o número de lugares destinados ao carregamento de VE (N) pode ser limitado a 41.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6><strong>Guia técnico das instalações elétricas para carregamento de veículos elétricos da DGEG </strong><strong>(Edição 3.0: 2023-09-14)</strong></h6>
<p>As instalações de carregamento de VE podem ser alimentadas, desde que exista disponibilidade de potência para o efeito, no guia técnico estão identificados os esquemas tipo das instalações de carregamento mais usuais e que podem ser do seguinte modo:</p>
<h6 style="text-align: center;">Quadro 1</h6>
<p style="text-align: center;"><strong>Resumo dos esquemas tipo das instalações de carregamento</strong></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-20079 size-full" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2022/05/iep_Resumo-dos-esquemas-tipo-das-instalacoes-de-carregamento.png" alt="" width="567" height="568" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2022/05/iep_Resumo-dos-esquemas-tipo-das-instalacoes-de-carregamento.png 567w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2022/05/iep_Resumo-dos-esquemas-tipo-das-instalacoes-de-carregamento-300x300.png 300w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2022/05/iep_Resumo-dos-esquemas-tipo-das-instalacoes-de-carregamento-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 567px) 100vw, 567px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Exemplo de figuras de ligação:<br />
</strong></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-20082 size-full" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2022/05/iep_Exemplo-de-figuras-de-ligacao.png" alt="" width="385" height="240" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2022/05/iep_Exemplo-de-figuras-de-ligacao.png 385w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2022/05/iep_Exemplo-de-figuras-de-ligacao-300x187.png 300w" sizes="(max-width: 385px) 100vw, 385px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Elétrodos de terra e condutores de terra
<ul>
<li>A resistência de terra das instalações de alimentação dos postos de carregamento de VE acessíveis ao público (localizados na via pública ou em parques de estacionamento públicos ao ar livre) deve ter um valor, medido ao longo de toda a sua vida útil e em qualquer época do ano, que não permita o aparecimento de tensões de contacto superiores a 25 V nas massas da instalação.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li>Os condutores de terra podem ser:</li>
</ul>
<table>
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" width="470">&#8211; nus, de secção não inferior a 25 mm2, se forem de cobre;</td>
</tr>
<tr>
<td width="367">&#8211; isolados, em cabos de tensão estipulada de 0,6/1 kV, de secção não inferior a 16 mm2, se de cobre, com isolamento de dupla coloração verde/amarela e bainha exterior de cor preta.</td>
<td width="104"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-16855" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2022/05/iep_cabos-tensao-min.png" alt="" width="92" height="71" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>As ligações dos circuitos de terra devem ser feitas com terminais de aperto e ligadores, ou por meio de soldadura ou de outros processos adequados, que garantam um bom contacto permanente entre os elementos a interligar e uma proteção eficaz contra a corrosão.</li>
</ul>
<h6>Despacho n.º24/2019 DGEG</h6>
<p><strong>Anexo I &#8211; Procedimentos para certificação/inspeção de pontos de carregamento de veículos elétricos (PCVE) ligados à rede da mobilidade elétrica</strong></p>
<p>O PCVE pode ser alimentado a partir de uma instalação elétrica particular, ainda que explorada por outra entidade, conforme as disposições constantes no regulamento da mobilidade elétrica, publicado em anexo ao Regulamento n.º79/2015, da ERSE.</p>
<p><img loading="lazy" class="wp-image-16858 size-full aligncenter" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2022/05/iep_da-alimentacao-de-energia-eletrica-do-PCVE-min.png" alt="" width="674" height="352" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2022/05/iep_da-alimentacao-de-energia-eletrica-do-PCVE-min.png 674w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2022/05/iep_da-alimentacao-de-energia-eletrica-do-PCVE-min-300x157.png 300w" sizes="(max-width: 674px) 100vw, 674px" /></p>
<p>Figura 1 – Exemplos da alimentação de energia elétrica do PCVE, quando ligado à rede da mobilidade elétrica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6><strong>Aparelhagem (proteção, comando e seccionamento)</strong></h6>
<p>O PCVE deve ser equipado com:</p>
<ul>
<li>Dispositivos diferenciais e dispositivos de proteção contra as sobreintensidades indicado na portaria n.º252/2015 atrás referidos e ainda:</li>
<li>Dispositivo de proteção contra sobretensões (recomendado), no QVE ou no equipamento dotado de pontos de conexão (PC);</li>
<li>Dispositivos de corte e seccionamento, no QVE;</li>
<li>Dispositivo de corte de emergência instalado em cada equipamento, dotado de pontos de conexão (PC) <sup>4</sup>, com a potência total superior a 22 kVA;</li>
</ul>
<h6><strong>Entrada em exploração do PCVE</strong></h6>
<p>O PCVE só pode entrar em exploração após a emissão de um dos seguintes documentos:</p>
<ul>
<li>Declaração de Inspeção para instalações do tipo C, emitida pela Entidade Inspetora, nos termos do artigo 11.º do Decreto-Lei n.º 96/2017, de 10 de agosto;</li>
<li>Certificado de Exploração para instalações do tipo B, emitido pela DGEG, nos termos do artigo 13.º do Decreto-Lei n.º 96/2017, de 10 de agosto.
<ul>
<li>Segundo o recentemente publicado despacho n.º29 de 2021 DGEG também as EIIEL – Entidades Inspetoras podem já efetuara as inspeções elétricas de PCVE alimentados por instalações de utilização do tipo B emitindo para isso uma declaração de inspeção com essa finalidade.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h6><strong>E os próximos anos como serão?</strong></h6>
<p>Temos assistido a um aumento significativo das infraestruturas da rede pública e privada de carregamento de veículos elétricos com a instalação de inúmeros pontos de conexão. A certificação inicial e as inspeções elétricas periódicas são uma necessidade. Fazer chegar estas preocupações ao maior número de pessoas e entidades com peso e responsabilidade no nosso país é o desafio que a todos se coloca. Acreditar que é possível depende de pequenos gestos, mais do que falar, é preciso agir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fon</strong><strong>tes: </strong><br />
<a href="https://www.radiocampanario.com/ultimas/regional/posto-de-carregamento-de-veiculos-eletricos-entra-em-funcionamento-em-sousel" target="_blank" rel="noopener">&#8211; Posto de carregamento de veículos elétricos entra em funcionamento em Sousel </a><br />
<a href="https://www.gira-bicicletasdelisboa.pt/bicicleta-eletrica/" target="_blank" rel="noopener">&#8211; Bicicleta elétrica</a><br />
<a href="https://www.carrodegaragem.com/moto-eletrica-vale-pena/" target="_blank" rel="noopener">&#8211; Moto Elétrica vale a pena?</a><br />
<a href="https://imprensa.renault.com.br/release/item/renault-twizy-a-revolucao-eletrica-continua/pt" target="_blank" rel="noopener">&#8211; Renault Twizy: a revolução elétrica continua</a></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">16839</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Webinar Mobilidade Elétrica: Inspeção e Certificação de Postos de Carregamento de Veículos Elétricos</title>
		<link>https://www.iep.pt/webinar-mobilidade-eletrica-inspecao-e-certificacao-de-postos-de-carregamento-de-veiculos-eletricos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Osório]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Apr 2022 09:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade Elétrica]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.iep.pt/?p=16697</guid>

					<description><![CDATA[<p>O IEP promove o Webinar gratuito “Mobilidade Elétrica – inspeção e Certificação de Postos de Carregamento de Veículos Elétricos.” O Webinar tem como objetivos informar e orientar os técnicos responsáveis &#8230;</p>
<p class="read-more"> <a class="ast-button" href="https://www.iep.pt/webinar-mobilidade-eletrica-inspecao-e-certificacao-de-postos-de-carregamento-de-veiculos-eletricos/"> <span class="screen-reader-text">Webinar Mobilidade Elétrica: Inspeção e Certificação de Postos de Carregamento de Veículos Elétricos</span> Descubra mais</a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.iep.pt/webinar-mobilidade-eletrica-inspecao-e-certificacao-de-postos-de-carregamento-de-veiculos-eletricos/">Webinar Mobilidade Elétrica: Inspeção e Certificação de Postos de Carregamento de Veículos Elétricos</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="https://www.iep.pt/" target="_blank" rel="noopener">IEP</a> promove o Webinar gratuito <em>“Mobilidade Elétrica – inspeção e Certificação de Postos de Carregamento de Veículos Elétricos.”</em></p>
<p>O Webinar tem como objetivos informar e orientar os técnicos responsáveis pelo projeto, execução e exploração de instalações elétricas para a importância de conhecerem e aplicarem as regras técnicas no carregamento de veículos elétricos.</p>
<h6>Serão abordadas as seguintes temáticas:</h6>
<ul>
<li>Instalações elétricas para alimentação de veículos elétricos &#8211; Portaria n.º 252/2015 de 19 de agosto</li>
<li>Potências mínimas &#8211; Portaria n.º 220/2016 de 10 de agosto</li>
<li>Guia técnico das instalações elétricas para alimentação de veículos elétricos &#8211; DGEG: Versão 2.0: 2017-09-19</li>
</ul>
<p>O Webinar irá realizar-se dia 27 de abril e terá a duração de 1h (entre as 12h e as 13h).</p>
<p><a href="https://www.eventbrite.pt/e/bilhetes-webinar-inspecao-e-certificacao-de-postos-de-carregamento-de-v-eletricos-321292012057">Inscreva-se já na página dedicada ao evento.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Parque de estacionamento da Sede do IEP disponibiliza carregadores para veículos elétricos</title>
		<link>https://www.iep.pt/parque-de-estacionamento-da-sede-do-iep-disponibiliza-carregadores-para-veiculos-eletricos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Osório]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Mar 2022 09:31:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[IEP]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade Elétrica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pensar num futuro mais sustentável e em adotar medidas que diminuam a pegada de carbono, o IEP colocou à disposição da sua frota automóvel, 8 carregadores para veículos elétricos. &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A pensar num futuro mais sustentável e em adotar medidas que diminuam a pegada de carbono, o IEP colocou à disposição da sua frota automóvel, 8 carregadores para veículos elétricos.</p>
<p>São pequenos passos como este, que contribuem para  a satisfação das necessidades dos seus colaboradores, preocupação com ambiente e evolução constante do Grupo IEP.</p>
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		<item>
		<title>Mobilidade Elétrica: o carro como um computador sobre rodas</title>
		<link>https://www.iep.pt/mobilidade-eletrica-o-carro-como-um-computador-sobre-rodas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suporte Spotmarket]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2020 14:54:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade Elétrica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mobilidade Elétrica: o carro como um computador sobre rodas: Neste artigo publicado na revista “O Instalador” e redigido por António Neves, responsável pelo Departamento de Sistemas de Informação do IEP, &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Mobilidade Elétrica: o carro como um computador sobre rodas: Neste artigo publicado na revista “<a href="https://www.oinstalador.com/" target="_blank" rel="noopener">O Instalador</a>” e redigido por António Neves, responsável pelo Departamento de Sistemas de Informação do IEP, é abordado o tema da mobilidade elétrica e o futuro no mundo automóvel.</p>



<p>Assisti há uns meses atrás, a umas jornadas de mobilidade elétrica onde um dos oradores, alegre e entusiasta proprietário de um veículo elétrico de última geração, ao descrever a sua experiência, dizia que estava já a viver o futuro de muitos de nós. Ora segundo a ciência e Einstein esta seria uma grande mentira, no entanto, e não interpretando literalmente as suas sábias palavras tenho que lhe dar razão!</p>
<p><br />De facto, hoje em dia os veículos elétricos estão bem acima daquilo que os veículos de combustão conseguem fazer por nós no que concerne a muitas funcionalidades que há poucos anos só víamos em filmes de ficção.<br />Senão vejamos, há veículos elétricos que já conduzem nas autoestradas praticamente sozinhos, vêm ter connosco quando assim o desejamos e estejamos dentro de uma distância segura para o fazer e podem ser carregados no conforto de nossas casas sem termos que nos deslocar a uma bomba de gasolina (pontos positivos agora que estamos a enfrentar a pandemia).</p>
<p><br />Diz-se que com a evolução dos níveis de assistência à condução, se pretende chegar ao patamar da total autonomia dos veículos, permitindo assim futuramente frotas de por exemplo táxis autónomos (vamos ter saudades daquelas amenas cavaqueiras sobre futebol e outras conversas de circunstância com os profissionais desta área).</p>
<p><br />Para além disto, algumas marcas enviam já para os carros elétricos, atualizações de funções através da rede das operadoras de dados móveis que permitem ao carro corrigir problemas/erros de programação, ganhar novas funcionalidades e até aprender com a condução do proprietário/condutor.</p>
<p><br />Ora claramente isto são funções que não estamos habituados nos carros de combustão.<br />No entanto isto leva a duas discussões paralelas. Se por um lado a segurança rodoviária da condução assistida e futuramente totalmente autónoma é uma preocupação, também a segurança dos dados informáticos presentes e adquiridos pelos veículos devem gerar a mesma preocupação.</p>
<p><br />Para isto as marcas desenvolvem sistemas de comunicação altamente sofisticados protegidos por imensas barreiras para evitar ao máximo a intrusão, no entanto e como acontece com os sistemas operativos que estamos habituados o facto de um produto deixar de ter atualizações pode torná-lo vulnerável a estes ataques que nem a marca nem o proprietário têm nada a ganhar com eles. Assim sendo no futuro a rotação da frota automóvel também será afetada não pela duração ou estado da parte física do veículo, mas também por esta componente de software e seu consequente suporte ou falta dele.</p>
<p><br />Isto leva-nos a que a mobilidade elétrica acabou por trazer ao mercado automóvel uma mudança de paradigma enorme. Onde dantes o que interessava era apenas o “hardware” (as características e capacidades mecânicas e físicas do veículo), passamos para um paradigma onde existe uma forte componente de software que influencia muito todo o veículo e a qualidade da experiência do proprietário. Se não vejamos um exemplo simples: dois carros elétricos da mesma marca e do mesmo modelo, um tem o último software que permite ter por exemplo o condicionamento da bateria em andamento antes de chegar a um ponto previsto de carregamento e o outro não tem ainda esta atualização. O que vai acontecer é que o veículo que não tem a atualização de software vai perder mais tempo no ponto de carregamento para conseguir carregar a mesma energia do que o veículo com o software mais recente e como tal uma pior experiência de vivência com o veículo. Este é apenas um exemplo e centenas existirão.</p>
<p><br />As marcas mais conservadoras estão ainda a enfrentar a criação das infraestruturas e desenvolvimento de software para fazer face a esta situação, enquanto que as marcas mais jovens e recentes que pensaram os seus produtos e a estrutura da própria empresa neste sentido têm claramente a vantagem inicial! No entanto está a começar uma corrida ao software por parte das marcas ditas tradicionais para tentarem alcançar os seus concorrentes que embora mais inexperientes no processo de construção e desenho da parte física do veículo, estão mais avançados na restante tecnologia de ponta e infraestrutura de software. O estado desta corrida podia estar mais adiantado se as marcas generalistas e sobretudo as europeias não estivessem tão renitentes ao “Shift” para a eletrificação e sobretudo para a mudança de paradigma.</p>
<p><br />Apesar de tudo a indústria automóvel tem demonstrado ao longo do tempo que é das industrias mais tecnicamente evoluídas e que consegue lidar melhor com a mudança, pelo que não duvido que num prazo mais curto do que esperamos as marcas tradicionais venham a reduzir esta diferença, quem não o fizer com toda a certeza terá um futuro incerto…se é que algum…</p>
<p><br />O <a href="https://www.iep.pt/" target="_blank" rel="noopener">IEP</a> tem contribuído para esta evolução ao oferecer um conjunto de serviços como por exemplo: inspeções, ensaios laboratoriais, desenvolvimento de protótipos, ensaios não destrutivos ou calibração dos equipamentos de medição, bem como consultoria e formação, dirigidos especificamente à indústria da mobilidade que visam garantir a qualidade e aumentar a segurança e a eficiência tanto de instalações e equipamentos como de veículos.<br />Para além disso, o IEP é a única entidade reconhecida em Portugal (e uma das poucas em toda a Europa) a efetuar a certificação dos sistemas eCall que permitem a assistência a viaturas em situações de emergência.</p>
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		<item>
		<title>Mobilidade elétrica: outros desafios</title>
		<link>https://www.iep.pt/mobilidade-eletrica-outros-desafios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suporte Spotmarket]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Nov 2019 16:35:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade Elétrica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma breve análise sobre os desafios da mobilidade elétrica, na ótica de Gil Maltez, Responsável pela área de Eletricidade do IEP. &#160; Hoje em dia já é fácil encontrarmos um &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma breve análise sobre os desafios da mobilidade elétrica, na ótica de Gil Maltez, Responsável pela área de Eletricidade do IEP.</p>
<p>&nbsp;</p>



<p>Hoje em dia já é fácil encontrarmos um veículo elétrico, deparamo-nos com inúmeros exemplos, desde o automóvel ao motociclo passando pelo ciclomotor, soluções hibridas, plug-in ou 100% elétricos, o denominador comum parece ser cada vez mais a ausência dos combustíveis fósseis e de motores a combustão, por isso a mobilidade elétrica é de facto uma realidade, não faz apenas parte do futuro e torna-se cada vez mais um elemento do presente.</p>



<p>O que proponho neste artigo é apresentar três exemplos de desafios tecnológicos que rapidamente farão parte do nosso quotidiano.</p>



<ul>
<li><strong>Carregamento de veículos elétricos por indução.</strong></li>
<li><strong>Baterias não inflamáveis, nova tecnologia.</strong></li>
<li><strong>Motores elétricos instalados nas rodas.</strong></li>
</ul>



<p>&nbsp;</p>
<h6><strong>Carregamento de veículos elétricos por indução</strong></h6>



<p>Embora no panorama nacional não seja ainda aplicável, o carregamento por indução nos automóveis elétricos já é uma realidade. Este sistema está disponível em países como, os Estados Unidos, Japão, China, Alemanha e Reino Unido.</p>
<p>&nbsp;</p>





<h6>E em Portugal o que falta fazer?</h6>



<p>Primeiro é necessário regulamentar estes sistemas, a legislação atual é completamente omissa face a esta tecnologia, nomeadamente nos requisitos técnicos para o efeito, assim prevê-se a necessária alteração à Portaria n.º 252/2015 de 19 de agosto, (secção 722 das RTIEBT – Regras Técnicas de Instalações Elétricas de Baixa Tensão).</p>



<p>Por outro lado, será necessário implementar ações de formação, quer para os técnicos executantes, quer para a área comercial, para que o sistema possa deixar de ser uma tendência e passe a ser uma viabilidade.</p>



<p>O principal desafio está, portanto, na atualização legislativa e regulamentar abrindo ao mercado à possibilidade de massificar esta ideia.</p>
<p>&nbsp;</p>



<h6>Como funciona?</h6>



<p>A solução consiste numa placa/base ligada à rede elétrica e instalada no pavimento, essa placa emite campos magnéticos de alta frequência para um recetor incluído no automóvel, a corrente elétrica induzida pelo recetor do automóvel carrega a bateria de alta voltagem. O sistema também apelidado de “Wireless Charging” pode ser instalado numa garagem ou na zona exterior de parqueamento. Basta posicionar corretamente o veículo sobre esta placa não sendo necessária qualquer outra intervenção do condutor.</p>



<p>Existem vários sistemas utilizados por reconhecidas marcas automóveis, são exemplos disso potências de carregamento de 3,2 kW, permitindo recuperar a capacidade total da bateria em aproximadamente 3,5 horas e com taxas de eficiência do carregamento de aproximadamente 85%.</p>
<p>&nbsp;</p>



<h6>Quanto Custa?</h6>



<p>Numa fase inicial, esta tecnologia do carregamento por indução poderá ser financeiramente mais dispendiosa que o atual sistema. À medida que a tecnologia se propagar, deverá passar a ser vendida a preços idênticos aos da solução tradicional por cabos.</p>



<p>Sabemos que quem controla os preços são os fabricantes, mas estes também têm dado indicações de que querem que os valores de aquisição dos sistemas de carregamento por indução sejam iguais aos das soluções atuais de plug-in, podendo assim aumentar significativamente a suas vendas. A partir do momento em que exista volume e maturidade suficiente nesta tecnologia, o mais certo é que no futuro não se note qualquer diferença de preço entre as duas formas de carregamento.</p>



<p>O lançamento desta tecnologia em larga escala permitirá tomar medidas e agir em direção à criação das infraestruturas necessárias que tornarão o carregamento de um veículo elétrico (VE) num processo ainda mais simples do que abastecer de combustível um veículo com motor a combustão.</p>
<p>&nbsp;</p>



<h6>Carregamentos sem fios a realidade dos veículos elétricos não será mais a mesma</h6>



<p>A plataforma de carga pode medir cerca de um metro quadrado, enquanto o recetor, no carro, é colocado num dispositivo menor. A operação pode ser complementada com uma aplicação instalada num qualquer smartphone em que o utilizador consegue alinhar as bobinas. Os sistemas de segurança também foram estudados e o processo pode ser cancelado se algum elemento estranho se interpuser entre os dois pontos.</p>
<p>&nbsp;</p>



<p><strong>Baterias não inflamáveis, nova tecnologia</strong></p>



<p>Mesmo em Portugal a massificação dos veículos elétricos já está a acontecer. Contudo, muitos dos futuros utilizadores, apontam o dedo às baterias, à autonomia e ao tempo de carregamento como sendo os principais fatores no momento de decisão. Os consumidores querem um alcance adequado com uma única carga, um veículo elétrico acessível e de confiança.</p>



<p>A Innolith AG, com sede na Suíça, anunciou que está a desenvolver a primeira bateria recarregável do mundo capaz de alimentar um veículo elétrico por mais de 1000 km com uma única carga. Além das vantagens do baixo custo, devido evitar o uso de materiais exóticos e caros, será a primeira bateria não inflamável à base de lítio para uso em veículos elétricos.</p>
<p>&nbsp;</p>



<h6>Remove a principal causa dos incêndios de baterias</h6>



<p>Esta bateria usa um eletrólito inorgânico não inflamável, ao contrário das baterias convencionais que usam um eletrólito orgânico inflamável. A mudança para baterias não inflamáveis ​​aumenta a estabilidade química e remove a principal causa dos incêndios de baterias que atingiram os fabricantes de veículos elétricos.</p>



<p>Espera-se que o desenvolvimento e a comercialização deste tipo de bateria demorem entre três e cinco anos.</p>
<p>&nbsp;</p>



<h6><strong>Motores elétricos instalados nas rodas.</strong></h6>



<p>Em Portugal, nos últimos anos tem vindo a aumentar significativamente a venda de veículos elétricos, isto é um sinal forte da aceitação da tecnologia. Os veículos elétricos estão a conquistar as preferências dos consumidores e as empresas desdobram-se para conseguir satisfazer a enorme procura que se tem registado.</p>



<p>O fabrico dos veículos mudou, há alterações profundas nos carros, mas ainda não há uma fórmula fechada e por isso apareceu uma empresa eslovena que fabrica motores elétricos instalados nas rodas.</p>
<p>&nbsp;</p>



<h6>As vantagens superam os custos, existe viabilidade nesta tecnologia?</h6>



<p>Não podemos afirmar que no passado não tivesse já existido quem se tenha dedicado a este assunto, de facto a ideia não é nova, aliás, muitos dos projetos pioneiros e inovadores nesta área tinham essa arquitetura, o motor elétrico introduzido na roda. Devido aos buracos, obstáculos e trepidação nas estradas e pavimentos degradados por onde o veículo circulava, o motor sofria um desgaste enorme. Por isso, esta forma de usar o motor não surtiu grande efeito e afastaram no passado as empresas de pensar seriamente nesta hipótese. Com o melhoramento substancial das infraestruturas rodoviárias talvez se consigam concentrar mais nas reais vantagens desta tecnologia.</p>



<p><strong>Vantagens</strong>:</p>



<p>– Redução de espaço, sem motor principal, sem eixos ou caixas de velocidade;</p>



<p>– Mais conforto no habitáculo;</p>



<p>– Motores mais eficientes;</p>



<p>– Maior autonomia;</p>



<p>– Simplificação dos sistemas de controlo, tração e estabilidade;</p>



<p>– Controlo direto do binário ou da resistência em cada roda;</p>



<p>– Mais potência que um motor centralizado, resposta mais dinâmica.</p>
<p>&nbsp;</p>



<h6><strong>E os próximos anos como serão?</strong></h6>



<p>Tudo aponta para um aumento significativo das infraestruturas da rede pública e privada de carregamento de veículos elétricos com a instalação de inúmeros postos/pontos de conexão. O aumento nas vendas destes veículos também tem vindo a subir substancialmente e os preços tenderão naturalmente a baixar. As novas tecnologias como os exemplos atrás referidos, irão com toda a certeza proliferar e outras novas irão surgir. Assistiremos também à chegada de novos modelos de VE com mais autonomia e maior diversidade de preços. A certificação inicial e as inspeções elétricas periódicas são, portanto, uma necessidade e obrigatoriedade cuja legislação atual já o refere. Fazer chegar estas preocupações a um maior e mais diversificado número de pessoas e entidades com peso e responsabilidade no nosso país é o desafio que a todos nós profissionais se coloca. Acreditar que é possível depende de pequenos gestos, mas mais do que falar, é preciso fazer.</p>
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		<item>
		<title>Mobilidade Elétrica em 2018</title>
		<link>https://www.iep.pt/mobilidade-eletrica-em-2018/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suporte Spotmarket]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Oct 2018 15:38:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade Elétrica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste artigo poderá consultar a perspetiva da Mobilidade Elétrica em 2018. &#160; Fazendo um pequeno enquadramento do panorama mundial: os carros elétricos estão para ficar e cada vez mais se &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste artigo poderá consultar a perspetiva da Mobilidade Elétrica em 2018.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fazendo um pequeno enquadramento do panorama mundial: os carros elétricos estão para ficar e cada vez mais se afirmam, mantendo-se a tendência. No gráfico abaixo podemos verificar que esta tendência de crescimento tem sido constante ao longo dos últimos anos.</p>
<figure><img loading="lazy" class="aligncenter" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2018/10/grafico.jpg" alt="" width="332" height="186" /></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>No nosso entender, existem grandes probabilidades desta tendência se agravar, num futuro cada vez mais próximo, já que as novas normas de emissões, irão, pouco a pouco, tornar os carros de combustão tão caros de produzir, que deixará de compensar a sua produção num horizonte de 10 anos.</p>
<p>Para além disso, o preço das baterias no mesmo período, tendencialmente descerá, e supostamente, serão superadas algumas das suas limitações técnicas atuais.</p>
<p>Não queremos com isto dizer que os carros de combustão deixarão de existir nesse mesmo horizonte temporal, continuarão a ter o seu lugar, para certas aplicações e conforme também foi mencionado no anterior artigo, é impossível com a potência elétrica instalada atualmente alimentar um “shift” total para o veículo elétrico. Voltando aquilo que todos esperam saber: Como é viver no dia-a-dia casa-trabalho-casa com um carro elétrico em 2018 vivendo nos subúrbios de uma capital de distrito? É possível? É economicamente viável?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6>A viabilidade da mobilidade elétrica em 2018</h6>
<p>A resposta é: sim, é possível, desde que, na nossa opinião, não faça mais do que 250km diários. Passamos a explicar: Apesar de já existirem veículos, a preços convidativos, capazes de alegadamente fazerem 350-400km, numa condução normal, descontraída o valor real será à volta de 250-260km.</p>
<p>Não quer dizer que não seja possível fazer 350-400km numa só carga, sobretudo em trajeto citadino, fazendo valer a regeneração na travagem e o menor consumo do motor elétrico a baixa velocidade, mas tendo em conta os imponderáveis e não linearidades da condução humana, quer pelos obstáculos, quer pelo estado de espírito, variará de trajeto para trajeto e de pessoa para pessoa, pelo que os 250km nos parecem um valor mais realista de acordo com os hábitos do condutor médio.</p>
<p>Depois, existe ainda a questão da ansiedade de autonomia. Num carro elétrico, dificilmente arriscamos que a bateria baixe dos 15-10%, isto porque podemos ficar na posição de não ter um ponto de carga perto ou de nos ser impossível gastar o tempo que seria necessário para o carregamento do veículo, sem prejudicar a nossa vida quotidiana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6>As desvantagens</h6>
<p>Posto isto, atualmente, as desvantagens de um carro elétrico, pelo menos dos que testamos, terminam aqui! As experiências que tivemos foram francamente positivas!</p>
<p>Desde a resposta ao acelerador ser substancialmente melhor e sobretudo mais imediata que qualquer carro de combustão de preço ou segmento equivalente (e até mesmo de muitos de segmentos superiores), até ao silêncio a bordo, ser de facto um upgrade de conforto em relação aos carros normais de combustão interna.</p>
<p>O uso generalizado do carro elétrico poderá implicar uma mudança de mentalidade e hábitos, quer de condução, quer de abastecimento.</p>
<p>Vejamos o exemplo que um condutor de carro elétrico, que apenas tenha ponto de carregamento na empresa, poderá vivenciar:</p>
<p>Determinado dia, optou por não carregar o carro no carregador da empresa até 100%, antes de voltar para casa. Chega ao trabalho no dia seguinte de manhã, com menos de 80% de bateria restante (à volta de 200km de autonomia, num carro de 40kwh).</p>
<p>Entretanto, depois de almoço, inesperadamente, foi necessário fazer uma viagem de 120km (60km em cada sentido) para uma reunião. A ida foi feita em velocidade de cruzeiro, mas na volta, (dado o atraso e a pressa para chegar à empresa), a viagem foi feita numa velocidade superior, ficando apenas com 12% de carga.</p>
<p>Tendo em conta que, nesse dia, o carro ainda teria que fazer o trajeto de volta a casa, e de ida para a empresa no dia seguinte, sem ser carregado (+ 32km).</p>
<p>Tornando-se assim, inviável fazer qualquer desvio ou por exemplo, dar uma boleia a qualquer colega, que implicasse um desvio do trajeto já previsto.</p>
<p>Esta situação é um bom exemplo de que “homem prevenido vale por dois” e que no caso dos carros elétricos devemos sempre precaver imponderáveis e tentar ter o veículo o mais carregado possível, para evitar estas situações, ou outras piores!</p>
<p>Isto seguramente implicará uma alteração dos hábitos em relação ao que estamos familiarizados com um carro de combustão interna.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6>Do ponto de vista económico</h6>
<p>Do ponto de vista económico, gostaríamos de ressalvar, que contas feitas, (quer por nós, quer por outras entidades), para as empresas, e num horizonte temporal de 5 anos, um carro elétrico de 5 lugares neste momento compensa sobremaneira (desde que se consiga sobreviver com estas limitações), mesmo em relação a um comercial a gasóleo de 2 lugares.</p>
<p><strong>Se não vejamos:<br />
</strong>&gt; Normal desconto de frota<br />
&gt; Custos da manutenção (substancial e realmente mais baixos)<br />
&gt; Isenção do ISV<br />
&gt; Abatimento da totalidade do IVA<br />
&gt; Estacionamento gratuito em algumas cidades<br />
&gt; Para as primeiras 1000 matrículas do ano um incentivo de 2250€ oferecido pelo estado<br />
&gt; Carregamentos (ainda) gratuitos na rede MOBI-E.<br />
&gt; Consumos</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2018/10/grafico-1.jpg" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2018/10/grafico-1.jpg 332w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2018/10/grafico-1-300x190.jpg 300w" alt="" width="332" height="210" /><br />
Relativamente ao consumo, notamos que é perfeitamente exequível gastar menos de 2.5€ (considerando o preço da tarifa doméstica mais desfavorável) por cada 100km percorridos, valor esse, que diminuirá consideravelmente no caso de empresas que tenham uma tarifa melhor do que a utilizada para efetuar este cálculo.</p>
<p>Para privados, economicamente ainda não será tão favorável, dado que os incentivos a que conseguem aceder são muito menores e o preço de venda a público dos veículos elétricos é ainda bastante elevado, no entanto é uma questão a ponderar caso a caso.</p>
<p>No entanto, e observando o gráfico abaixo, podemos verificar que num futuro próximo (menos de 10 anos) pensa-se que os custos de produção dos veículos elétricos serão mais baixos do que qualquer carro de combustão, conforme mostram vários estudos de mercado.</p>
<p>Uma curiosidade que gostávamos de apontar é o facto de existirem uma série de funcionalidades nos carros elétricos mais caros, que por uma questão de baixar custos de fabrico, estão ausentes nos automóveis mais económicos e não estamos a falar do óbvio, os confortos e o tamanho da baterias, mas de aspetos mais técnicos que se notam quando se tenta levar a tecnologia ao limite.</p>
<p>Notamos, por exemplo, que durante a nossa experiência com um carro do segmento mais económico, este não tinha um sistema de refrigeração ativo das baterias tão eficiente como outros mais premium, aquando dos carregamentos rápidos. Assim, este tipo de carregamentos, apesar de possível, fica mais limitado.</p>
<p>Enquanto nos carros mais caros, ao efetuar um carregamento rápido, é ativado um sistema de refrigeração das baterias (com ventoinhas bem audíveis), num veículo mais barato, quando estas começam a aquecer e a dissipação existente não consegue escoar o calor, a velocidade de carregamento diminui através da diminuição da corrente para preservar a saúde e longevidade das mesmas, algo que, apesar de acontecer nos carros mais caros não é tão notório. Esta é uma das muitas alterações ao produto para conseguir um menor custo do veículo sem que por isso tenham menor autonomia com uma só carga (que é o mais importante para o consumidor). Mas esta situação só se torna relevante para quem utilizar intensivamente o veículo elétrico para fazer viagens diárias cujo trajeto seja acima da sua autonomia com apenas uma carga (daí o limite de 250km em média que mencionamos no início do artigo). Num modelo em particular reparamos que após dois carregamentos rápidos no mesmo dia, o 3o já não foi “rápido” apesar do carregador o permitir.</p>
<p>Felizmente a nova tecnologia de baterias com eletrólitos em vidro e outras tecnologias emergentes permitirão resolver estas limitações. Para finalizar e para aqueles que acham, que possuir um carro elétrico é apenas para quem tem uma moradia, (pois só assim o poderiam carregar na garagem privativa), gostávamos de acrescentar que existe um decreto-lei que regulariza a instalação e legitimidade de direito à instalação de pontos de carregamento de veículos elétricos em garagens comuns, ligadas à energia elétrica do condomínio, desde que obviamente quer os custos de instalação do ponto de carregamento, quer os custos energéticos sejam suportados pelo utente do mesmo.</p>
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<h6>Mais informações</h6>
<p>Para mais informação, o ideal será consultar o Decreto-Lei n.o 39/2010, de 26 de abril, artigo no29 – Pontos de carregamento em edifícios existentes. Abaixo neste artigo deixamos vários endereços para documentação que julgamos importante consultar neste âmbito, inclusive um exemplo de minuta de pedido ao condomínio para instalação do ponto de carregamento.</p>
<p>Para as empresas, a instalação de um carregador rápido afigura-se simples, desde que, exista um logradouro ou pátio que permita ao carro permanecer parado em segurança o tempo necessário.</p>
<p>Para instalar o carregador rápido, é necessário fazer uma ligação (com cablagem de seção apropriada e devidamente protegida), preferencialmente conectada ao quadro principal. A potência contratada deve ser suficiente para atender às necessidades energéticas do carregador rápido (7kWh, 22kWh, 50kWh, etc.), sem afetar o restante funcionamento da empresa.</p>
<p>Neste contexto, aproveitamos ainda para informar que o <a href="https://www.iep.pt/" target="_blank" rel="noopener">IEP</a>, numa tentativa constante de ir ao encontro das necessidades dos seus clientes, e tendo em conta a tendência de crescimento deste mercado, lançou recentemente um curso subordinado ao tema <a href="https://formacao.iep.pt/cursos/eletricidade-e-energia/instalacao-de-carregadores-de-veiculos-eletricos" target="_blank" rel="noopener">“Instalações Elétricas para Carregamento de Veículos Elétricos”</a>.</p>
<p>Que venha 2019 e que o mercado dos veículos elétricos continue a evoluir e a responder positivamente como até aqui! O ambiente agradece!</p>
<p>Para saber mais, consulte os seguintes links:<br />
<a href="https://www.uve.pt/page/wp-content/uploads/2016/01/Minuta_ponto_de_carga.docx">Minuta condomínio</a><br />
<a href="https://www.uve.pt/page/wp-content/uploads/2015/12/DecLei-n90-2014.pdfGuia Técnico das Instalações Elétricas para alimentação de veículos elétricos: https://www.google.pt/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=1&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=0ahUKEwijjYT2oOfZAhVMaxQKHSbpA5EQFggoMAA&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.dgeg.gov. pt%2Fwwwbase%2Fwwwinclude%2Fficheiro.aspx%3Faccess%3D1%26id%3D15768&amp;usg=AOvVaw35BmAnoIPomt5NwDzizspA">Decreto Lei 90/2014</a></p>
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