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	<description>Instituto Eletrotécnico Português</description>
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	<title>IEP</title>
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		<title>O IEP é membro associado da APESF!</title>
		<link>https://www.iep.pt/es/o-iep-e-membro-associado-da-apesf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suporte Spotmarket]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Aug 2021 09:43:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O IEP associou-se à APESF porque sabe que pode ajudar os clientes a melhorar e a gerir melhor as suas infraestruturas fotovoltaicas, através da aplicação de métodos de auditoria, inspeção &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O IEP associou-se à APESF porque sabe que pode ajudar os clientes a melhorar e a gerir melhor as suas infraestruturas fotovoltaicas, através da aplicação de métodos de auditoria, inspeção e ensaio não destrutivos que permitam validar de forma rápida e segura as condições de desempenho e segurança de equipamentos, sistemas e infraestruturas.</p>



<p>A&nbsp;<a href="https://www.apesf.pt/index.php/component/spsimpleportfolio/item/47-instituto-eletrotecnico-portugues">APESF</a>&nbsp;é uma associação sem fins lucrativos que se dedica a promover o desenvolvimento e a dinamização do mercado da energia fotovoltaica em Portugal, de forma a acompanhar o desenvolvimento que caracteriza o sector.</p>
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		<title>Reinventar o Setor da Iluminação</title>
		<link>https://www.iep.pt/es/reinventar-o-setor-da-iluminacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suporte Spotmarket]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Aug 2021 09:43:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sin categorizar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160;&#160; Em artigo publicado na revista “O eletricista”, Rui Fernando Sá, Gestor Comercial no IEP, fala-nos de um setor em transformação. A iluminação é uma área de importância crescente na &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="https://plus.google.com/share?url=https%3A%2F%2Fwww.iep.pt%2Freinventar-o-setor-da-iluminacao%2F" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;</a><a href="https://web.whatsapp.com/send?text=Reinventar%20o%20Setor%20da%20Ilumina%C3%A7%C3%A3o%20%E2%98%9B%20https%3A%2F%2Fwww.iep.pt%2Freinventar-o-setor-da-iluminacao%2F" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;</a></p>



<p>Em artigo publicado na revista “O eletricista”, Rui Fernando Sá, Gestor Comercial no IEP, fala-nos de um setor em transformação.</p>



<p>A iluminação é uma área de importância crescente na economia portuguesa. No nosso país temos excelentes empresas fabricantes de luminárias para a iluminação pública, técnica e decorativa. São mais de 200 empresas que empregam mais de 3000 pessoas.</p>



<p>O peso das exportações continua a aumentar e já atinge números de aproximadamente 70% da sua facturação total, o que representa uma duplicação dos valores nesta última década. Estas exportações visam mercados diversificados, com o Europeu, Norte Americano e Asiático.</p>



<p>Existem empresas com um nível de exportação superior aos 90%, assistindo-se, cada vez mais, ao aumento das quotas de exportação, aliadas ao crescimento do número de países para onde as empresas exportam.</p>



<p>Apesar destes números, o potencial de crescimento ainda é enorme, o que obriga as empresas a estarem presentes nas feiras de referência como a Maison &amp; Object (Paris), Light &amp; Building (Frankfurt), Light Midlle East (Dubai) ou a Euroluce (Milão), na procura de novos contactos e oportunidades que lhes permitam continuar a aumentar os seus clientes externos.</p>



<p>Aliado a este esforço, as empresas portuguesas consideram, cada vez mais, a importância da inovação e do design nos seus produtos como um factor diferenciador e criador de uma mais-valia que lhes permita concorrer com os seus competidores internacionais.</p>



<p>Já não basta garantir a qualidade de construção e o cumprimento de todo o quadro normativo inerente à fabricação das luminárias, sendo necessário inovar, investir em materiais diferentes, em novas utilizações dos existentes e muito na parte estética do produto final.</p>



<p>Na área da iluminação decorativa, encontramos&nbsp;luminárias que&nbsp;aparecem&nbsp;com designs cada vez mais surpreendentes.</p>



<p>A&nbsp;tendência do design&nbsp;de iluminação&nbsp;conduz a um esforço de renovação da oferta e, cada vez mais, as empresas criam os seus gabinetes de design ou recorrem mesmo a designers conceituados para a criação das suas peças, muitas delas exclusivas, ou de produção de linhas em número limitado. Deste modo, conseguem criar um valor acrescentado ao seu produto, tornando-o mais apelativo e disputando um mercado cada vez mais importante, junto dos designers de interiores.</p>



<p>Neste mercado, o preço não é o factor mais importante, mas sim a percepção de qualidade e inovação da peça ou, quando é o caso, o conhecimento do nome do designer.</p>



<p>Também conseguem exportar para mercados que, de outra forma, permaneceriam fechados, abrindo assim novas oportunidades e levando a Marca “Made in Portugal” a todos os cantos do mundo.</p>



<p>Com a tecnologia ao serviço da funcionalidade, os designers&nbsp;através da sua genialidade e criatividade terão uma importância crescente nesta indústria. O resultado de toda esta mudança de paradigma são os lançamentos de&nbsp;luminárias&nbsp;com&nbsp;os mais diferentes materiais, desenhos, cores e efeitos de&nbsp;iluminação que possamos imaginar.</p>



<p>Nesta transformação, o ensino e a formação profissional também terão a sua contribuição. Por exemplo, já existe uma pós graduação em Design de Iluminação e será necessário formar os colaboradores para as novas técnicas a aplicar no fabrico das luminárias.</p>



<p>O IEP continuará a apoiar as empresas do sector garantindo-lhes a conformidade dos seus produtos no auxílio à marcação CE (segurança elétrica e compatibilidade eletromagnética) e na obtenção da marca SASO, entre outras, assistindo com entusiasmo à mudança e crescimento que este sector vem atravessando!</p>
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		<title>Instalações Elétricas para a Alimentação do Carregamento de Veículos Elétricos</title>
		<link>https://www.iep.pt/es/instalacoes-eletricas-para-a-alimentacao-do-carregamento-de-veiculos-eletricos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suporte Spotmarket]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Aug 2021 09:42:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sin categorizar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em artigo publicado na revista “O eletricista”, falamos sobre a questão das instalações elétricas para a alimentação do carregamento de veículos elétricos. A procura de alternativas aos combustíveis fosseis por &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em artigo publicado na revista “O eletricista”, falamos sobre a questão das instalações elétricas para a alimentação do carregamento de veículos elétricos.</p>



<p>A procura de alternativas aos combustíveis fosseis por questões ambientais e de escassez levaram a uma forte aposta na inovação e desenvolvimento na mobilidade elétrica, assim, os custos de produção dos veículos elétricos têm diminuído progressivamente estimando-se que serão mais baixos do que qualquer carro de combustão num futuro próximo (menos de 10 anos), conforme gráfico abaixo.</p>



<figure class="wp-block-gallery aligncenter columns-1 is-cropped">
<ul class="blocks-gallery-grid">
<li class="blocks-gallery-item">
<figure><img class="wp-image-14419 alignleft" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2018/10/grafico-1.jpg" alt="Gráfico" width="457" height="289" data-id="14419" data-full-url="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2018/10/grafico-1.jpg" data-link="https://www.iep.pt/es/grafico-1-2/" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2018/10/grafico-1.jpg 332w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2018/10/grafico-1-300x190.jpg 300w" sizes="(max-width: 457px) 100vw, 457px" /></figure>
</li>
</ul>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="https://ilsr.org/report-electric-vehicles/">https://ilsr.org/report-electric-vehicles/</a></p>



<p>Consequentemente, e como seria de esperar, no sentido inverso o número de carros elétricos vendidos tem aumentado consecutivamente.</p>



<figure class="wp-block-gallery aligncenter columns-1 is-cropped">
<ul class="blocks-gallery-grid">
<li class="blocks-gallery-item">
<figure><img loading="lazy" class="wp-image-14418 alignleft" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2018/10/grafico.jpg" alt="Gráfico" width="527" height="297" data-id="14418" data-full-url="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2018/10/grafico.jpg" data-link="https://www.iep.pt/es/grafico-2/" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2018/10/grafico.jpg 332w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2018/10/grafico-300x168.jpg 300w" sizes="(max-width: 527px) 100vw, 527px" /></figure>
</li>
</ul>
</figure>



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<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="https://insideevs.com/news/337996/global-plug-in-electric-car-sales-hit-140000-in-march-tesla-1/">https://insideevs.com/global-plug-in-electric-car-sales-increased-to-over-140000-in-march/</a></p>



<p>A acompanhar esta evolução as instalações elétricas para a alimentação de veículos elétricos em corrente alternada, são hoje alvo de enquadramento específico nomeadamente no quadro da Diretiva 2014/94/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 22 de outubro de 2014, relativa à criação de uma infraestrutura para combustíveis alternativos.</p>



<p>Dada a contínua evolução técnica dos documentos de normalização internacional que estiveram na base das RTIEBT, torna-se imprescindível proceder a uma atualização sustentada da informação, permitindo, nomeadamente, a inclusão de disposições de segurança para instalações especiais, que não estavam cobertas pelas regras técnicas anteriormente aprovadas.</p>



<p>Na atividade diária do IEP detetamos que continuam a existir algumas dúvidas e lacunas nos conhecimentos técnicos na execução das instalações elétricas para a alimentação do carregamento de veículos elétricos.</p>



<p>Procurando ir ao encontro das necessidades detetadas, o IEP promove uma ação de formação “<a href="https://formacao.iep.pt/cursos/eletricidade-e-energia/instalacoes-eletricas-carregamento-de-veiculos-eletricos"><strong>Instalações Elétricas – Carregamento de Veículos Elétricos</strong></a>” onde consolidamos conhecimentos sobre as regras técnicas das instalações elétricas de alimentação para carregamento de veículos elétricos, identificamos as regras técnicas para execução de carregamento de veículos elétricos aplicando a legislação em vigor.</p>
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		<title>Guia de aplicação da série de normas NP EN 62305</title>
		<link>https://www.iep.pt/es/guia-de-aplicacao-da-serie-de-normas-np-en-62305/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suporte Spotmarket]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Aug 2021 09:42:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O IEP como Organismo de Normalização Sectorial coordena perto de cinco dezenas de Comissões Técnicas de Normalização Eletrotécnica (CTE).Para além de elaborarem as normas portuguesas (NP) do sector elétrico e &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O IEP como Organismo de Normalização Sectorial coordena perto de cinco dezenas de Comissões Técnicas de Normalização Eletrotécnica (CTE).<br>Para além de elaborarem as normas portuguesas (NP) do sector elétrico e de participarem na elaboração das normas europeias (Cenelec) e internacionais (IEC), as CTE emitem pareceres técnicos sobre assuntos da sua competência específica e produzem documentos que auxiliam os profissionais e as empresas a terem cada vez mais qualidade e eficiência no seu trabalho.</p>



<p>Uma dessas Comissões, a CTE 81 – Proteção contra descargas atmosféricas e seus efeitos, elaborou recentemente o Guia Técnico de Apoio à Utilização da série de normas NP EN 62305 – Proteção contra Descargas Atmosféricas.</p>



<p>Este Guia pode ser aqui obtido gratuitamente, sendo constituído pelas seguintes partes:</p>



<p><a href="https://www.iep.pt/uploads/Guia%20Pr%C3%A1tico%20NP%20EN%2062305-Introdu%C3%A7%C3%A3o.pdf">Introdução</a><br><a href="https://www.iep.pt/uploads/Guia%20Pr%C3%A1tico%20NP%20EN%2062305-1.pdf">Parte 1</a><br><a href="https://www.iep.pt/uploads/Guia%20Pr%C3%A1tico%20NP%20EN%2062305-2.pdf" rel="noreferrer noopener" target="_blank">Parte 2</a><br><a href="https://www.iep.pt/uploads/Guia%20Pr%C3%A1tico%20NP%20EN%2062305-3.pdf" rel="noreferrer noopener" target="_blank">Parte 3</a><br><a href="https://www.iep.pt/uploads/Guia%20Pr%C3%A1tico%20NP%20EN%2062305-4.pdf" rel="noreferrer noopener" target="_blank">Parte 4</a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.iep.pt/es/guia-de-aplicacao-da-serie-de-normas-np-en-62305/">Guia de aplicação da série de normas NP EN 62305</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.iep.pt/es/">IEP</a>.</p>
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		<item>
		<title>Eficiência de um sistema fotovoltaico</title>
		<link>https://www.iep.pt/es/eficiencia-de-um-sistema-fotovoltaico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suporte Spotmarket]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Aug 2021 09:42:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A construção de um sistema fotovoltaico, independentemente da potência instalada, obriga à existência de módulos fotovoltaicos (mono/policristalinos ou película fina), inversores e contadores de venda de energia. Quanto maior for &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A construção de um sistema fotovoltaico, independentemente da potência instalada, obriga à existência de módulos fotovoltaicos (mono/policristalinos ou película fina), inversores e contadores de venda de energia. Quanto maior for a eficiência de cada um dos equipamentos, maior será a eficiência global do sistema.<br>Assim, para garantir esta eficiência, e antes da construção, é essencial ter capacidade crítica na análise do projeto eletrotécnico. Ter noção concreta dos níveis de irradiação no local onde o parque será implementado porque é o fator mais importante, não é por o local ser mais quente que o sistema tem maior eficiência, bem pelo contrário, as temperaturas elevadas afetam os equipamentos diminuindo o seu rendimento.<br>A geomorfologia do terreno é também um fator muito importante, quanto mais rochoso for maior é a resistência da terra e o sistema fica mais desprotegido às descargas elétricas que possam surgir, no entanto, um terreno pantanoso também não é aconselhável uma vez que o suporte (estacas) dos módulos fica suscetível a colapsos.<br>Na construção e quando os empreendimentos são de envergadura considerável, é recomendável efetuar uma inspeção aos módulos fotovoltaicos quando chegam à obra, isto porque no transporte dos mesmos, muitos são danificados e quando são instalados já têm uma eficiência menor. Esta análise normalmente é feita por amostragem, dependendo da capacidade instalada do parque e do parecer do dono do mesmo. Os ensaios efetuados aos módulos são in situ, e utilizam técnicas não destrutivas (eletroluminescência, flash-test, termografia) capazes de detetar eventuais danos nos módulos fotovoltaicos. Da nossa experiência, asseguramos que os ensaios são uma mais valia para garantir as condições ótimas de funcionamento dos módulos adquiridos e que não existiram problemas durante o envio da encomenda desde a fabrica até ao consumidor final.<br>Quando o sistema fotovoltaico já está em funcionamento existem várias condicionantes à sua operação, nomeadamente a vegetação. A vegetação, quando não controlada, pode danificar células do painel reduzindo, consequentemente, a sua eficiência. Através da termografia aérea é possível verificar o estado de conservação dos módulos fotovoltaicos e detetar as principais anomalias (hotspots, caixas de junção com temperatura acima do normal, substring em circuito aberto, etc.), tendo sempre por base a legislação já existente. A forma mais eficaz para a realização da termografia ao parque é com recurso a drones, porque maximiza o tempo de inspeção/análise dos resultados obtidos e o corpo técnico envolvido. Um aspeto a ter em conta nestes casos é a altura a que se efetua a inspeção, quanto maior for a distância do drone ao solo maior é a incerteza dos resultados obtidos.<br>Complementarmente à termografia global, é importante a inspeção elétrica/termográfica às caixas se strings. Os resultados obtidos destas inspeções são interessantes porque se conseguem verificar sobrecargas nas cablagens, valores de corrente inferiores ao expectável e de uma forma rápida verificar a eficiência das strings associadas à caixa. Adicionalmente, é essencial validar a eficiência dos inversores, cujo mínimo ideal ronda os 98%. Quanto mais alta for a eficiência, melhor será o inversor e melhor será o sistema fotovoltaico.</p>



<p><strong>Liliana Alves – Gestora de Sistemas de Energia e Eficiência Energética do IEP</strong></p>
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		<item>
		<title>O IEP selecionado pela KPMG para projeto nacional de investigação sobre a valorização de resíduos de pneus.</title>
		<link>https://www.iep.pt/es/o-iep-selecionado-pela-kpmg-para-projeto-nacional-de-investigacao-sobre-a-valorizacao-de-residuos-de-pneus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suporte Spotmarket]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Aug 2021 09:41:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Este projeto tem como objetivo encontrar um modelo estatístico que permita calcular, para cada tipo de pneu que foi inserido no processo de avaliação de amostras, qual a relação entre &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Este projeto tem como objetivo encontrar um modelo estatístico que permita calcular, para cada tipo de pneu que foi inserido no processo de avaliação de amostras, qual a relação entre a quantidade unitária de pneus inseridos no mercado pelos comercializadores e a quantidade de massa (toneladas) de sucata de pneus que é &nbsp;transacionada para reciclagem em todo o mercado nacional. Este mecanismo permitirá que os organismos sectoriais relacionados com a regulação do setor da reciclagem consigam aferir melhor os mecanismos de taxação que, de facto, são responsáveis pela remuneração de todo o processo de recolha e reciclagem de pneus em Portugal.</p>
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		<title>IEP reconhecido como CENTRO DE INTERFACE TECNOLÓGICO pelo Estado Português!</title>
		<link>https://www.iep.pt/es/iep-reconhecido-como-centro-de-interface-tecnologico-pelo-estado-portugues/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suporte Spotmarket]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Aug 2021 09:41:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Isto significa que somos reconhecidos como uma Instituição que promove a transferência tecnológica e a inovação nas empresas, nomeadamente através de processos de certificação, melhoria da qualidade, e eficiência na &#8230;</p>
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<p>Isto significa que somos reconhecidos como uma Instituição que promove a transferência tecnológica e a inovação nas empresas, nomeadamente através de processos de certificação, melhoria da qualidade, e eficiência na produção, apoio a atividades de inovação, acesso a tecnologias em desenvolvimento e formação de recursos humanos.</p>
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		<title>A Compatibilidade Electromagnética para a competitividade na era da Internet das Coisas</title>
		<link>https://www.iep.pt/es/a-compatibilidade-electromagnetica-para-a-competitividade-na-era-da-internet-das-coisas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suporte Spotmarket]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Aug 2021 09:41:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os ensaios e as certificações relativos à compatibilidade electromagnética (EMC) são frequentemente vistos pelos fabricantes de equipamentos electrónicos como um entrave à entrada dos seus produtos no mercado. Todavia, tais &#8230;</p>
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<p>Os ensaios e as certificações relativos à compatibilidade electromagnética (EMC) são frequentemente vistos pelos fabricantes de equipamentos electrónicos como um entrave à entrada dos seus produtos no mercado. Todavia, tais requisitos podem ser de facto uma ajuda para tornar esses produtos mais competitivos. Paulo Cabral, responsável pelo Gabinete de Relações Institucionais do IEP explica porquê em artigo publicado na revista “Robótica”.</p>



<p><strong>Nenhum produto é uma ilha</strong></p>



<p>Parafraseando o poeta inglês John Donne (1572-1631), nenhum produto é uma ilha. Sempre que estão em funcionamento, todos os produtos electrónicos, quer sejam alimentados pela rede eléctrica ou por baterias, incluindo os dispositivos electrónicos que estão instalados em veículos, produzem campos electromagnéticos. As consequências desses fenómenos podem ser as mais variadas. Uma das mais comuns é provocar interferências noutros equipamentos que lhes estão próximos.</p>



<p>Com a crescente complexidade das tecnologias actuais, identificar todas as possíveis fontes de interferência, tanto as que são produzidas pelos próprios equipamentos como as que neles são provocadas por outros equipamentos, não é tarefa simples.</p>



<p>Muitos fabricantes encaram os ensaios de EMC como um contratempo que atrasa a colocação dos seus produtos no mercado. Tal percepção resulta sobretudo de não considerarem a questão da compatibilidade electromagnética logo desde as fases iniciais do projecto.</p>



<p><strong>No princípio era o caos</strong></p>



<p>No início do século XX, quando a Marinha dos EUA introduziu a telegrafia sem fios para transmitir informações por ondas hertzianas, todos os transmissores estavam sintonizados na mesma frequência. Isso provocava enormes interferências sempre que havia vários transmissores a operar em simultâneo, tornando a comunicação impossível, com os óbvios riscos que isso representava para as forças militares.</p>



<p>Em resposta ao caos radioeléctrico assim criado, foi elaborado aquele que se pode considerar o primeiro regulamento sobre compatibilidade electromagnética, que atribuiu frequências diferentes aos diversos tipos de utilizadores de rádio. Essa regra legal, combinada com os avanços tecnológicos, abriu caminho ao crescimento das comunicações via rádio e à radiodifusão.</p>



<p><strong>As regras da EMC estimulam a inovação</strong></p>



<p>Desde então, os regulamentos legais, os métodos de ensaio e as normas de EMC foram sucessivamente revistos e aperfeiçoados, para acompanharem os mais recentes desenvolvimentos das tecnologias. Actualmente, na Europa, todos os dispositivos electrónicos, quer sejam alimentados pela rede eléctrica ou por baterias, devem estar em conformidade com a Directiva 2014/30/UE, ou Directiva da Compatibilidade Electromagnética (EMC), excepto se possuírem alguma forma de comunicação por radiofrequência (RF), caso em que os aspectos de compatibilidade electromagnética ficam sob a alçada da Directiva 2014/53/UE, ou Directiva dos Equipamento de Rádio (RED).</p>



<p>Estas Directivas (EMC e RED) visam assegurar que os equipamentos eléctricos e electrónicos possuem níveis de imunidade adequados para funcionarem da forma prevista no ambiente electromagnético a que se destinam, para além de não produzirem perturbações electromagnéticas que possam interferir com outros equipamentos.</p>



<p>A Directiva RED assume particular relevância quando se pensa na crescente adopção de tecnologias “inteligentes”, porque nesses casos as falhas de conectividade são vistas pelos utilizadores como inaceitáveis, o que constitui um dos maiores obstáculos para a generalização da “Internet das Coisas” (IoT).</p>



<p>Se pensarmos no que se espera que seja uma casa “inteligente”, na qual tudo deve estar conectado e funcionar em conjunto de forma harmoniosa, vemos que quanto maior for a densidade de dispositivos electrónicos nesse ecossistema tanto maiores serão as probabilidades de ocorrerem interferências entre eles.</p>



<p>Os ensaios de EMC não devem ser encarados como exigências legais que apenas provocam uma sobrecarga adicional às equipas de desenvolvimento dos produtos. Devem antes ser vistos como uma oportunidade que os fabricantes de equipamentos electrónicos têm para resolver estes problemas do “primeiro mundo” logo nas fases iniciais do processo de concepção dos produtos, evitando assim que tais problemas se manifestem quando os equipamentos já estiverem no mercado.</p>



<p><strong>Para melhorar é preciso ensaiar</strong></p>



<p>O nível de ruído electromagnético gerado por um equipamento, tal como a sua susceptibilidade às interferências causadas por outros dispositivos, depende de vários factores: da bateria que está dentro do produto, do “layout” da placa de circuito impresso, das antenas, dos cabos de sinal, dos cabos de alimentação, dos sinais de alta frequência gerados nos circuitos RF e nos barramentos de memória de alta velocidade, dos “displays” LCD, etc.</p>



<p>É vulgar que os fabricantes tratem de forma independente o projecto do invólucro do equipamento, a selecção do “display” LCD, ou o desenho da placa de circuito impresso. No entanto, para desenvolver um produto electrónico de consumo (e não apenas os produtos “inteligentes”) numa correcta perspectiva de compatibilidade electromagnética, os projectistas devem garantir que todos os módulos vão funcionar em conjunto como um sistema completo que limita adequadamente o ruído electromagnético.</p>



<p>Isso exige uma maior atenção ao “layout”, à densidade do dispositivo, ao posicionamento das antenas, aos percursos dos cabos, à blindagem, ao isolamento e à filtragem, para além dos aspectos funcionais do produto. Isso representa um desafio crescente para os engenheiros, especialmente à medida que aumenta o nível de miniaturização e que os dispositivos se tornam cada vez mais compactos. Para garantir uma operação livre de interferências, é importante considerar os aspectos de EMC logo desde o início do projecto, ainda na fase de concepção, e efectuar ensaios nas diversas etapas ao longo do desenvolvimento do produto.</p>



<p>Possuindo uma experiência de mais de três décadas na avaliação de requisitos de EMC, os laboratórios do IEP podem ajudar os fabricantes a incorporar nos produtos electrónicos as regras correctas da compatibilidade electromagnética, desde a sua concepção.</p>



<p><strong>EMC também tem a ver com segurança</strong></p>



<p>Surpreendentemente, muitas pessoas pensam que os requisitos de EMC e os requisitos de segurança são assuntos distintos. No entanto, como se irá ver de seguida, isso não é assim.</p>



<p>A Directiva EMC exige que os produtos electrónicos não excedam níveis de emissões acima dos quais os equipamentos de rádio e telecomunicações, entre outros equipamentos, poderão não funcionar como previsto. Impõe também níveis de imunidade às perturbações electromagnéticas que são de esperar no decurso do seu funcionamento, o que permite que o produto funcione sem ocorrer uma degradação inaceitável no seu uso previsto.</p>



<p>Isso está intimamente ligado com a segurança do produto. À medida que a “Internet das Coisas” se expande, há cada vez mais produtos electrónicos interconectados, o que aumenta as probabilidades de interferências entre dispositivos. Tais interferências provocam falhas no desempenho, aumento do ruído, interrupções ou falhas na transmissão e na integridade do sinal, o que pode ter consequências potencialmente graves tanto para a segurança das pessoas como para a segurança das redes de comunicação (comprometendo, por exemplo, a protecção dos dados pessoais e a ciber-segurança).</p>



<p>Assim, a conformidade com os requisitos de EMC permite aos fabricantes optimizar a fiabilidade dos sistemas “inteligentes”, ao mesmo tempo que protege a reputação das suas empresas. Ao envolverem um laboratório de EMC no processo de concepção e desenvolvimento de um produto, desde a fase inicial, os fabricantes obtém vantagens competitivas, uma vez que assim evitam ter que introduzir alterações sucessivas ao produto, com a consequente repetição de etapas na avaliação da sua conformidade, o que acarreta poupanças nos custos de desenvolvimento, bem como a redução do tempo necessário até que o produto chegue ao mercado.</p>



<p>O IEP é uma infra-estrutura tecnológica que ajuda os fabricantes a adoptarem uma abordagem integral no que se refere à EMC, tendo em vista garantir que um novo produto será compatível com a IoT e que cumprirá os requisitos legais e normativos relevantes nos diversos mercados a que esse produto se destina, tanto em matéria de segurança como de EMC.</p>



<p><strong>Antecipando o futuro</strong></p>



<p>Um dos factores que serão determinantes na adopção da “Internet das Coisas” é a disponibilidade de um espectro de frequências adequado. Apesar de os reguladores disponibilizarem bandas de frequência específicas para as comunicações de dados sem fios, o espectro está ocupado e ficará ainda mais saturado à medida que os utilizadores exigirem serviços com cada vez maior qualidade e conectividade instantânea para aplicações como a comunicação por voz sobre IP (VoIP), o “streaming” de vídeo ou os veículos autónomos.</p>



<p>A EMC desempenha um papel fulcral nas tecnologias inovadoras que vão permitir solucionar esse problema, como por exemplo as tecnologias de “partilha de espectro”. Isso permite que os dispositivos sem fios sejam geridos de forma activa por sistemas de controlo centralizado, que ligam e desligam os dispositivos IoT em função das prioridades de outros utilizadores.</p>



<p>Outro âmbito relevante para a indústria das tecnologias sem fios é a expansão das comunicações na faixa das ondas milimétricas (mmW) e a crescente implantação de “links” de alta frequência (acima dos 60&nbsp;GHz), que permitem atingir taxas de transferência de dados extremamente elevadas.</p>



<p>Escusado será dizer que esses desenvolvimentos irão implicar também uma alteração substancial das normas de ensaio de EMC, pelo que o acompanhamento da evolução normativa (participando nas Comissões Técnicas de Normalização relevantes) confere aos fabricantes de produtos electrónicos uma vantagem competitiva adicional.</p>
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		<title>Edifícios de Serviços – Conforto e Ambiente Saudável</title>
		<link>https://www.iep.pt/es/edificios-de-servicos-conforto-e-ambiente-saudavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suporte Spotmarket]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Aug 2021 09:40:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160;&#160; Por Arlindo Louro, Diretor Comercial e Marketing do IEP Assistimos, nos últimos anos, a mudanças significativas nos conceitos e requisitos de conforto e de saúde, e, subsequentemente, nos requisitos &#8230;</p>
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<p>Por Arlindo Louro, Diretor Comercial e Marketing do IEP</p>



<p>Assistimos, nos últimos anos, a mudanças significativas nos conceitos e requisitos de conforto e de saúde, e, subsequentemente, nos requisitos construtivos e de manutenção, associados aos edifícios de serviços.</p>



<p>Num primeiro momento particularmente marcante, em Abril de 2006, com a publicação da legislação que obrigava à certificação energética e da qualidade do ar interior dos edifícios de serviços, regida pelo Regulamento dos Sistemas Energéticos de Climatização em Edifícios (RSECE) no âmbito do Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios.</p>



<p>Mais recentemente com a publicação em 2013 do Regulamento de Desempenho Energético dos Edifícios de Comércio e Serviços (RECS) no âmbito do Sistema de Certificação Energética dos Edifícios.</p>



<p>Veio a legislação desde o início reconhecer a importância do tema, as suas consequências ao nível das necessidades energéticas, mas também da necessidade de controlo sobre o desempenho e conformidade dos sistemas instalados, e das opções construtivas de cada projeto.</p>



<p>Olhando para o RSECE, podemos perceber que se tratava de uma legislação muito completa que procurava atingir o equilíbrio entre os índices relacionados com o desempenho energético e o nível da qualidade do ar interior, e que desde logo nos veio evidenciar que muito havia a fazer no plano quer das especialidades das engenharias envolvidas, quer da arquitetura.</p>



<p>Aplicada a novos edifícios e alargada a sua aplicação a edifícios existentes, rapidamente se verificou que as práticas construtivas e de manutenção comprometiam a emissão do certificado definitivo em especial por questões relacionadas o incumprimento em matéria de qualidade do ar interior.</p>



<p>Processos arrastados, investimentos de correção com valor significativo e incompreensão ou mesmo falta de sensibilidade para este tema levaram a que o modelo fosse reformulado, não por aperfeiçoamento, mas pela sua desarticulação, e, portanto, em aparente retrocesso porventura explicável na cedência a novas orientações que não as da causa fundadora dessa mesma certificação.</p>



<p>Com a entrada em vigor do RECS em 2013, a certificação dos espaços de serviços culmina com a emissão do certificado energético.</p>



<p>Segundo o DL 118/2013 “<em>São eliminadas as auditorias de qualidade do ar interior, mantendo-se, contudo, a necessidade de se proceder ao controlo das fontes de poluição e à adoção de medidas preventivas, tanto ao nível da conceção dos edifícios, como do seu funcionamento, de forma a cumprir os requisitos legais para a redução de possíveis riscos para a saúde pública”</em>.</p>



<p>Sendo certo que não foi abandonada pela legislação, a necessidade de cumprir com requisitos em matéria de qualidade do ar interior mantem-se, e até mesmo esta passa a ver, de forma explícita, a sua gestão relacionada com a ação preventiva em matéria de saúde pública.</p>



<p>Mas, por outro lado, foi deixado ao mercado toda a liberdade para definir como e quando monitorizar, num processo liberativo com uma metodologia de controlo pelo Estado Português que, que se percecione, nunca foi posta em prática.</p>



<p>Estamos perante um caso de liberalização, com ausência de controlo, num tema em que há desconhecimento e insensibilidade dos utilizadores dos espaços, e onde, em resultado da necessidade de controlo de custos, existe uma natural pressão sobre quem gere e mantem as infraestruturas de serviços públicas e privadas.</p>



<p>Com exceção de situações que possam gerar reclamações, por serem óbvias e facilmente detetáveis pelos meios sensoriais de quem circula ou trabalha nesses espaços, ou mesmo de casos de problemas de saúde que possam gerar recurso a meios hospitalares em dimensão que levante suspeita, nada mais será relacionável com a conformidade dos espaços de serviços com a legislação em vigor.</p>



<p>O processo evolutivo que se iniciou em 2006, e que aportou ganhos de competência e de inovação e desenvolvimento a quem projeta, a quem instala e a quem assegura a manutenção, não pode retroceder.</p>



<p>Cabe a quem tem responsabilidades de implementação da legislação, fazê-lo, compreendendo a sua relevância.</p>



<p>Cabe ao Estado Português garantir que o acervo legislativo se aplica, tanto mais que, repito, este mesmo Estado assume, e publica, que a boa gestão da qualidade do ar interior é uma questão de saúde pública.</p>



<p>Assim se espera.</p>
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		<item>
		<title>Mobilidade elétrica: outros desafios</title>
		<link>https://www.iep.pt/es/mobilidade-eletrica-outros-desafios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suporte Spotmarket]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Aug 2021 09:39:50 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.iep.pt/mobilidade-eletrica-outros-desafios/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Gil Maltez, Responsável pela área de Eletricidade do IEP Hoje em dia já é fácil encontrarmos um veículo elétrico, deparamo-nos com inúmeros exemplos, desde o automóvel ao motociclo passando &#8230;</p>
<p class="read-more"> <a class="ast-button" href="https://www.iep.pt/es/mobilidade-eletrica-outros-desafios/"> <span class="screen-reader-text">Mobilidade elétrica: outros desafios</span> Descubra mais</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Por Gil Maltez, Responsável pela área de Eletricidade do IEP</p>



<p>Hoje em dia já é fácil encontrarmos um veículo elétrico, deparamo-nos com inúmeros exemplos, desde o automóvel ao motociclo passando pelo ciclomotor, soluções hibridas, plug-in ou 100% elétricos, o denominador comum parece ser cada vez mais a ausência dos combustíveis fósseis e de motores a combustão, por isso a mobilidade elétrica é de facto uma realidade, não faz apenas parte do futuro e torna-se cada vez mais um elemento do presente.</p>



<p>O que proponho neste artigo é apresentar três exemplos de desafios tecnológicos que rapidamente farão parte do nosso quotidiano.</p>



<ul><li><strong>Carregamento de veículos elétricos por indução.</strong></li><li><strong>Baterias não inflamáveis, nova tecnologia.</strong></li><li><strong>Motores elétricos instalados nas rodas.</strong></li></ul>



<p><strong>Carregamento de veículos elétricos por indução.</strong></p>



<p>Embora no panorama nacional não seja ainda aplicável, o carregamento por indução nos automóveis elétricos já é uma realidade.</p>



<p>Este sistema está disponível em países como, os Estados Unidos, Japão, China, Alemanha e Reino Unido.</p>



<p>E em Portugal o que falta fazer?</p>



<p>Primeiro é necessário regulamentar estes sistemas, a legislação atual é completamente omissa face a esta tecnologia, nomeadamente nos requisitos técnicos para o efeito, assim prevê-se a necessária alteração à Portaria n.º 252/2015 de 19 de agosto, (secção 722 das RTIEBT – Regras Técnicas de Instalações Elétricas de Baixa Tensão).</p>



<p>Por outro lado, será necessário implementar ações de formação, quer para os técnicos executantes, quer para a área comercial, para que o sistema possa deixar de ser uma tendência e passe a ser uma viabilidade.</p>



<p>O principal desafio está, portanto, na atualização legislativa e regulamentar abrindo ao mercado à possibilidade de massificar esta ideia.</p>



<p>Como funciona?</p>



<p>A solução consiste numa placa/base ligada à rede elétrica e instalada no pavimento, essa placa emite campos magnéticos de alta frequência para um recetor incluído no automóvel, a corrente elétrica induzida pelo recetor do automóvel carrega a bateria de alta voltagem. O sistema também apelidado de “Wireless Charging” pode ser instalado numa garagem ou na zona exterior de parqueamento. Basta posicionar corretamente o veículo sobre esta placa não sendo necessária qualquer outra intervenção do condutor.</p>



<p>Existem vários sistemas utilizados por reconhecidas marcas automóveis, são exemplos disso potências de carregamento de 3,2 kW, permitindo recuperar a capacidade total da bateria em aproximadamente 3,5 horas e com taxas de eficiência do carregamento de aproximadamente 85%.</p>



<p>Quanto Custa?</p>



<p>Numa fase inicial, esta tecnologia do carregamento por indução poderá ser financeiramente mais dispendiosa que o atual sistema. À medida que a tecnologia se propagar, deverá passar a ser vendida a preços idênticos aos da solução tradicional por cabos.</p>



<p>Sabemos que quem controla os preços são os fabricantes, mas estes também têm dado indicações de que querem que os valores de aquisição dos sistemas de carregamento por indução sejam iguais aos das soluções atuais de plug-in, podendo assim aumentar significativamente a suas vendas. A partir do momento em que exista volume e maturidade suficiente nesta tecnologia, o mais certo é que no futuro não se note qualquer diferença de preço entre as duas formas de carregamento.</p>



<p>O lançamento desta tecnologia em larga escala permitirá tomar medidas e agir em direção à criação das infraestruturas necessárias que tornarão o carregamento de um veículo elétrico (VE) num processo ainda mais simples do que abastecer de combustível um veículo com motor a combustão.</p>



<p>Carregamentos sem fios a realidade dos veículos elétricos não será mais a mesma.</p>



<p>A plataforma de carga&nbsp;pode medir cerca de um metro quadrado, enquanto o recetor, no carro, é colocado num dispositivo menor. A operação pode ser complementada com uma aplicação instalada num qualquer smartphone em que o utilizador consegue alinhar as bobinas. Os sistemas de segurança também foram estudados e o processo pode ser cancelado se algum elemento estranho se interpuser entre os dois pontos.</p>



<p><strong>Baterias não inflamáveis, nova tecnologia.</strong></p>



<p>Mesmo em Portugal a massificação dos veículos elétricos já está a acontecer. Contudo, muitos dos futuros utilizadores, apontam o dedo às baterias, à autonomia e ao tempo de carregamento como sendo os principais fatores no momento de decisão. Os consumidores querem um alcance adequado com uma única carga, um veículo elétrico acessível e de confiança.</p>



<p>A Innolith AG, com sede na Suíça, anunciou que está a desenvolver a primeira bateria recarregável do mundo capaz de alimentar um veículo elétrico por mais de 1000 km com uma única carga. Além das vantagens do baixo custo, devido evitar o uso de materiais exóticos e caros, será a primeira bateria não inflamável à base de lítio para uso em veículos elétricos.</p>



<p>Remove a principal causa dos incêndios de baterias.</p>



<p>Esta bateria usa um eletrólito inorgânico não inflamável, ao contrário das baterias convencionais que usam um eletrólito orgânico inflamável.&nbsp;A mudança para baterias não inflamáveis ​​aumenta a estabilidade química e remove a principal causa dos incêndios de baterias que atingiram os fabricantes de veículos elétricos.</p>



<p>Espera-se que o desenvolvimento e a comercialização deste tipo de bateria demorem entre três e cinco anos.</p>



<p><strong>Motores elétricos instalados nas rodas.</strong></p>



<p>Em Portugal, nos últimos anos tem vindo a aumentar significativamente a venda de veículos elétricos, isto é um sinal forte da aceitação da tecnologia. Os veículos elétricos estão a conquistar as preferências dos consumidores e as empresas desdobram-se para conseguir satisfazer a enorme procura que se tem registado.</p>



<p>O fabrico dos veículos mudou, há alterações profundas nos carros, mas ainda não há uma fórmula fechada e por isso apareceu uma empresa eslovena que fabrica motores elétricos instalados nas rodas.</p>



<p>As vantagens superam os custos, existe viabilidade nesta tecnologia?</p>



<p>Não podemos afirmar que no passado não tivesse já existido quem se tenha dedicado a este assunto, de facto a ideia não é nova, aliás, muitos dos projetos pioneiros e inovadores nesta área tinham essa arquitetura, o motor elétrico introduzido na roda. Devido aos buracos, obstáculos e trepidação nas estradas e pavimentos degradados por onde o veículo circulava, o motor sofria um desgaste enorme. Por isso, esta forma de usar o motor não surtiu grande efeito e afastaram no passado as empresas de pensar seriamente nesta hipótese. Com o melhoramento substancial das infraestruturas rodoviárias talvez se consigam concentrar mais nas reais vantagens desta tecnologia.</p>



<p>Vantagens:</p>



<p>– Redução de espaço, sem motor principal, sem eixos ou caixas de velocidade;</p>



<p>– Mais conforto no habitáculo;</p>



<p>– Motores mais eficientes;</p>



<p>– Maior autonomia;</p>



<p>– Simplificação dos sistemas de controlo, tração e estabilidade;</p>



<p>– Controlo direto do binário ou da resistência em cada roda;</p>



<p>– Mais potência que um motor centralizado, resposta mais dinâmica.</p>



<p><strong>E os próximos anos como serão?</strong></p>



<p>Tudo aponta para um aumento significativo das infraestruturas da rede pública e privada de carregamento de veículos elétricos com a instalação de inúmeros postos/pontos de conexão. O aumento nas vendas destes veículos também tem vindo a subir substancialmente e os preços tenderão naturalmente a baixar. As novas tecnologias como os exemplos atrás referidos, irão com toda a certeza proliferar e outras novas irão surgir. Assistiremos também à chegada de novos modelos de VE com mais autonomia e maior diversidade de preços. A certificação inicial e as inspeções elétricas periódicas são, portanto, uma necessidade e obrigatoriedade cuja legislação atual já o refere. Fazer chegar estas preocupações a um maior e mais diversificado número de pessoas e entidades com peso e responsabilidade no nosso país é o desafio que a todos nós profissionais se coloca. Acreditar que é possível depende de pequenos gestos, mas mais do que falar, é preciso fazer.</p>
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