Inovar para competir

  

A inovação é um instrumento fundamental para o aumento da competitividade das empresas. O investimento em investigação, desenvolvimento e inovação deve, portanto, ser uma prioridade na estratégia de crescimento da economia portuguesa.
Importa por isso promover a inovação do tecido económico nacional, oferecendo novos produtos e serviços e inovando nos produtos e nos processos tecnológicos, organizacionais e de marketing.

Para o conseguir, é fundamental reforçar a articulação entre as instituições do Sistema Científico e Tecnológico Nacional (SCTN) e o tecido empresarial. A falta de ligação entre as empresas e as instituições de Ensino Superior é frequentemente objeto de crítica, sendo vista como um entrave ao desenvolvimento da economia, por não alavancar a criação de valor acrescentado pelas empresas nacionais, o que dificulta o acesso aos mercados internacionais mais competitivos.

É neste contexto que surgem os Centros de Interface Tecnológica (CIT), cujo objetivo é a articulação entre as instituições do SCTN e as empresas, em áreas como a melhoria da qualidade, os processos de certificação, os ganhos de eficiência na produção, o apoio às atividades de inovação, o acesso a tecnologias em desenvolvimento e a formação dos recursos humanos. Este apoio dos CIT é relevante não só para as PME, que muitas vezes não possuem estruturas próprias de investigação, desenvolvimento e inovação, mas também para as grandes empresas, nomeadamente por facilitar a ligação com as fontes de conhecimento científico e a integração das respetivas tecnologias nos seus produtos e processos.

O IEP
Recentemente o IEP foi reconhecido pelo Estado Português como Centro Interface TECNOLÓGICO, mais um entre muitos reconhecimentos e acreditações nacionais e internacionais que acumulamos e que comprovam o mérito das nossas atividades de transferência de tecnologia para a indústria.

Todos os dias trabalhamos em prol do desenvolvimento e do crescimento das empresas, dos seus negócios, da sua segurança das suas instalações e da qualidade dos seus produtos.
E fazemo-lo com competência, empenho, rigor e excelência técnica. Se assim não fosse não estaríamos hoje 87% acima do nosso Volume de Negócios de 2015 ou com uma equipa de aproximadamente 200 profissionais altamente qualificados.
Este crescimento é fruto de uma cultura empresarial, cultura essa que assenta na qualificação permanente do corpo técnico e em princípios fundamentais como o rigor, a isenção, a inovação e a responsabilidade social.
Estamos orgulhosos do caminho que temos vindo a percorrer desde a nossa fundação em 1981, sabemos que hoje o mercado nos reconhece como uma infraestrutura tecnológica de competência e qualidade.
Mas estamos ainda mais orgulhosos do caminho percorrido pelas empresas que confiam em nós, sentimo-nos parte do seu sucesso, da sua inovação, do seu crescimento e expansão a novas geografias.
Aos dias de hoje disponibilizamos soluções integradas nos domínios da inspeção, auditoria, ensaios, calibrações, petróleo e gás, ambiente, transportes, indústria, saúde e serviços.
Mas todos os dias trabalhamos para crescer o nosso leque de oferta, todos os anos temos novas áreas de acreditação o que nos permite, todos os anos, abraçar novos mercados, prestando serviços de elevadíssima qualidade, acima dos padrões de mercado.
A nossa missão é fornecer soluções diferenciadoras, de elevado valor tecnológico, que permitam alavancar o desenvolvimento das empresas, contribuindo para o aumento da qualidade e da competitividade dos seus produtos, para a redução dos riscos associados às suas atividades e para a inovação dos seus processos.
Atividade de l&D no IEP
A nossa atividade centra-se nas inspeções técnicas, nos ensaios laboratoriais e na metrologia, desempenhando também atividades relevantes de normalização, formação, consultoria, certificação, energia e ambiente. Estas atividades constituem importantes pilares de apoio ao desenvolvimento da investigação e desenvolvimento (l&D) e à inovação incremental.
Além dessas atividades, que constituem o nosso “core business”, o IEP tem vindo a desenvolver uma atividade crescente de l&D e de apoio à conceção e ao desenvolvimento de novos produtos, nomeadamente:
Atividades de l&D aplicada e de desenvolvimento de produtos, de forma vertical e direcionada sobretudo para empresas do setor eletrónico, como coadjuvante nos processos de l&D aplicada e no desenvolvimento de tecnologias;
Participação ativa nas equipas de projeto das empresas suas clientes, envolvendo quadros técnicos dos fabricantes e investigadores de entidades do SCTN;
Implementação de um modelo de “lab-sharing”, disponibilizando os seus recursos laboratoriais para desenvolvimento e teste de novas soluções tecnológicas, bem como para otimização de projetos de hardware em aspetos como a segurança, a compatibilidade eletromagnética, a eficiência energética, a robustez mecânica, o comportamento climático ou a aptidão ao uso;
Atividades de promoção da transferência de tecnologia e de facilitação da articulação das PME com as entidades do Ensino Superior, contribuindo para elevar a capacidade das PME para absorver novo conhecimento e incorporar tecnologias emergentes. Neste campo, o IEP, graças às parcerias que estabeleceu com universidades e politécnicos, divulga novas soluções, novos materiais e novas tendências, atuando na vigilância e prospetiva tecnológica;
Participação em projetos europeus, facilitando o acesso a novo conhecimento e a sua transferência para as empresas nacionais e promovendo a participação nesses consórcios das PME portuguesas;
Participação em projetos de l&D com entidades do SCTN, nomeadamente em áreas como a inspeção remota de centrais fotovoltaicas utilizando veículos aéreos não tripulados (“drones”), a extensão da vida útil de geradores eólicos, ou a localização automática de viaturas em situações de emergência.
A tudo isto acresce um conjunto de protocolos de colaboração que estabelecemos com as entidades do SCTN, incluindo instituições do Ensino Superior. Estas parcerias compreendem o desenvolvimento colaborativo de atividades de l&D e de investigação em coautoria, a assistência técnica mútua, a colaboração em ações de promoção e divulgação de tecnologia, a facilitação de processos de transferência e valorização de tecnologia com as empresas suas clientes e o acolhimento de investigadores e estudantes.
Graças ao vasto conjunto de competências reconhecidas que possuímos, aliadas às múltiplas ligações às entidades científicas e tecnológicas altamente especializadas, o IEP oferece hoje à indústria um “portfólio” de serviços completo, que abrange todo o ciclo dos produtos desde a sua conceção e desenvolvimento até à certificação para permitir o acesso aos diversos mercados internacionais a que se destinarem.
Para saber mais:

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