Apresentamos um novo Case Study IEP sobre a VALMET, cliente IEP na área da Avaliação da exposição durante o trabalho a radiações óticas de fontes artificiais.
Sobre a Valmet
A Valmet, desenvolve, fabrica e comercializa produtos têxteis para a indústria da filtração seca e húmida, bem como para revestimentos de máquinas em lavandarias industriais.
Enquadramento sobre o desafio
A Valmet teve a necessidade de avaliar a exposição a radiações óticas de fontes artificiais, de acordo com a Norma EN 14255-1:2005, Anexo I da Lei nº 25/2010. Esta avaliação teve como objetivos:
- Identificar todas as fontes de radiação ótica;
- Avaliar o risco da exposição;
- Identificar necessidades;
- Implementar as ações necessárias;
- Uniformizar métodos de trabalho, organização e limpeza do local trabalho;
- Definir instrução/práticas seguras de manuseamento dos equipamentos com fonte de radiação ótica.
Solução IEP
O IEP disponibiliza serviços especializados para a avaliação da exposição humana a radiações óticas artificiais no ambiente de trabalho.
Com foco na segurança e na saúde dos colaboradores, realizamos análises rigorosas para identificar e minimizar os riscos associados à exposição a fontes de radiação ótica não coerente e campos eletromagnéticos.
Os nossos serviços são fundamentais para garantir a conformidade com as normas de segurança e proteger os trabalhadores de potenciais efeitos nocivos das radiações.
Através da avaliação da exposição humana a fontes de radiação ótica artificial não-coerente, é possível identificar riscos associados a equipamentos que emitem radiações óticas, como lâmpadas, dispositivos industriais ou médicos, para proteger os trabalhadores.
Na Valmet, nos espaços onde são utilizadas fontes de radiação ótica associadas aos processos de soldadura por elétrodo, MAG e MIG, verificou-se que as medidas de proteção existentes limitavam-se à utilização de viseiras, luvas e aventais. Para estes ambientes, foram emitidas as seguintes recomendações adicionais: uso de vestuário que assegure a cobertura integral do corpo (avental, manguitos e balaclava) e instalação de cortinas de proteção para delimitar a área de trabalho.
Em outro ambiente, onde a fonte de radiação ótica resulta do processo de oxi-corte para aquecimento de peças, constatou-se novamente a utilização de viseiras, luvas e aventais como medidas de proteção. Foram recomendadas a utilização de óculos de proteção específicos contra luz azul e a implementação de cortinas de proteção para delimitação da zona de operação.
Relativamente ao ambiente analisado onde é utilizada uma fonte de radiação ótica para leitura de códigos de barras, e no qual não existiam quaisquer medidas de proteção, recomendou-se que, sempre que o tempo de exposição diária acumulada ultrapassasse os 35 minutos, fosse assegurada a utilização de óculos de proteção contra luz azul.
Estas medidas asseguram a segurança de todos os ambientes e colaboradores.
Consulte-nos para mais informações: info@iep.pt

