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	<title>Arquivo de Indústria - IEP</title>
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	<description>Instituto Eletrotécnico Português</description>
	<lastBuildDate>Tue, 03 Mar 2026 10:07:52 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Indústria - IEP</title>
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		<title>Verificação de Máquinas de Soldar</title>
		<link>https://www.iep.pt/verificacao-de-maquinas-de-soldar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Osório]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 10:07:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indústria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A qualidade de um processo de soldadura começa no controlo rigoroso dos seus parâmetros elétricos. A corrente e a tensão de saída das máquinas de soldar têm impacto direto na [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A qualidade de um processo de soldadura começa no controlo rigoroso dos seus parâmetros elétricos. A corrente e a tensão de saída das máquinas de soldar têm impacto direto na estabilidade do arco, na penetração, na integridade das juntas e, em última análise, na fiabilidade do produto final.</p>
<p>A <strong>verificação periódica</strong> destes equipamentos é, por isso, uma prática essencial para as organizações que pretendem assegurar:</p>
<ul>
<li>Conformidade com especificações técnicas e requisitos normativos</li>
<li>Repetibilidade e estabilidade do processo de soldadura</li>
<li>Qualidade consistente das juntas soldadas</li>
<li>Redução de retrabalho e de não conformidades</li>
<li>Segurança dos operadores e dos equipamentos</li>
</ul>
<p>O <a href="https://www.iep.pt/" target="_blank" rel="noopener">IEP – Instituto Electrotécnico Português</a> disponibiliza um <strong>serviço especializado de verificação de máquinas de soldar</strong>, recorrendo a um banco de resistências calibrado. Este sistema permite simular condições reais de carga, possibilitando a avaliação precisa do desempenho do equipamento em regime de funcionamento.</p>
<p>O ensaio contempla:</p>
<ul>
<li>Medição da corrente de soldadura</li>
<li>Medição da tensão em carga</li>
<li>Emissão de relatório técnico devidamente documentado</li>
</ul>
<p>A integração deste controlo no <strong>plano de manutenção preventiva</strong> contribui para uma gestão mais eficiente do parque de equipamentos e para a mitigação de riscos técnicos e operacionais.</p>
<p>Pretende avaliar o estado das suas máquinas de soldar ou reforçar o controlo interno dos seus processos? O IEP está disponível para apresentar uma proposta ajustada às suas necessidades. Consulte-nos: info@iep.pt</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/verificacao-de-maquinas-de-soldar/">Verificação de Máquinas de Soldar</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
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		<item>
		<title>NOVO AVISO &#124; Eficiência Energética e Descarbonização das Empresas</title>
		<link>https://www.iep.pt/novo-aviso-eficiencia-energetica-e-descarbonizacao-das-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Osório]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 09:35:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>NOVO AVISO &#124; Eficiência Energética e Descarbonização das Empresas: No âmbito do Portugal 2030, foi publicado o Aviso MPR-2026-01 – Sistema de Incentivos à Transição Climática e Energética, que constitui [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/novo-aviso-eficiencia-energetica-e-descarbonizacao-das-empresas/">NOVO AVISO | Eficiência Energética e Descarbonização das Empresas</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>NOVO AVISO | Eficiência Energética e Descarbonização das Empresas:</strong> No âmbito do Portugal 2030, foi publicado o <a href="https://portugal2030.pt/2026/01/27/incentivos-para-a-eficiencia-energetica-e-descarbonizacao-das-empresas-portuguesas/">Aviso MPR-2026-01 – Sistema de Incentivos à Transição Climática e Energética</a>, que constitui uma <strong>oportunidade estratégica</strong> para o tecido empresarial nacional investir na redução dos consumos energéticos e na diminuição das emissões de gases com efeito de estufa (GEE), reforçando simultaneamente a competitividade e o alinhamento com os objetivos ESG.</p>
<p>Este sistema de incentivos apoia projetos que promovam a modernização de equipamentos, processos e tecnologias de baixo carbono, incluindo, de forma complementar, a incorporação de energias renováveis para autoconsumo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6><strong>Objetivo do Aviso</strong></h6>
<p>O principal objetivo do aviso é promover a eficiência energética e a descarbonização das empresas, através da adoção de soluções tecnológicas mais eficientes, da eletrificação de processos produtivos e da integração de fontes de energia renovável, contribuindo para uma economia mais sustentável e resiliente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6><strong>Entidades Beneficiárias</strong></h6>
<p>Podem candidatar-se ao apoio:</p>
<ul>
<li>Regime Geral: empresas de qualquer dimensão;</li>
<li>Regime Contratual de Investimento (RCI): grandes empresas com projetos de elevado impacto e relevância estratégica.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h6><strong>Localização dos Investimentos</strong></h6>
<p>Os investimentos elegíveis devem localizar-se nas regiões NUTS II do Continente:</p>
<ul>
<li>Regime Geral: Norte, Centro, Alentejo e Algarve;</li>
<li>RCI: Norte, Centro, Lisboa, Alentejo e Algarve.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h6><strong>Dotação Financeira e Taxas de Apoio</strong></h6>
<ul>
<li>Dotação FEDER: 165 milhões de euros;</li>
<li>Taxa máxima de apoio (Regime Geral): até 85%;</li>
<li>RCI: taxa definida por negociação contratual;</li>
<li>Limite máximo de auxílio: 30 milhões de euros por empresa/projeto.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h6><strong>Tipologias de Investimento Elegíveis</strong></h6>
<p>São elegíveis, entre outras, as seguintes tipologias de investimento:</p>
<ul>
<li>Otimização de sistemas industriais (motores, fornos, ar comprimido, frio industrial);</li>
<li>Recuperação de calor residual e simbioses industriais;</li>
<li>Eletrificação de processos produtivos;</li>
<li>Sistemas de monitorização, controlo e gestão de energia;</li>
<li>Intervenções em edifícios (envolvente, sistemas técnicos, digitalização, energias renováveis e mobilidade elétrica);</li>
<li>Produção de energia renovável para autoconsumo (até 30% do investimento elegível);</li>
<li>Substituição de combustíveis fósseis por soluções elétricas ou renováveis;</li>
<li>Projetos de eco-inovação, economia circular e digitalização de processos com impacto direto na redução de emissões.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h6><strong>Prazos de Candidatura</strong></h6>
<ul>
<li>Fase 1 – Regime Geral: até 27 de fevereiro de 2026;</li>
<li>Fase 2 – RCI: até 30 de dezembro de 2026.</li>
</ul>
<h6><strong>Condições Relevantes</strong></h6>
<p>Investimento mínimo:</p>
<ul>
<li>400 mil euros (Regime Geral);</li>
<li>25 milhões de euros (RCI, salvo projetos de interesse estratégico);</li>
<li>Realização obrigatória de auditoria energética antes e após o projeto;</li>
<li>Demonstração efetiva da redução de consumos energéticos e emissões de GEE;</li>
<li>Cumprimento do princípio DNSH – Do No Significant Harm.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h6><strong>O Papel do IEP na Transição Energética e Descarbonização</strong></h6>
<p>A sustentabilidade e a energia estão intrinsecamente ligadas, sendo a produção e o consumo de energia uma das principais fontes de impactes ambientais.</p>
<p><a href="https://www.iep.pt/servico/sustentabilidade-e-energia/" target="_blank" rel="noopener">O IEP apoia as empresas no seu percurso de descarbonização</a>, através de soluções técnicas integradas que abrangem a gestão energética do consumo, a avaliação e otimização de ativos e o acompanhamento técnico da construção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6><strong>Gestão Inteligente do Consumo (GIC)</strong></h6>
<p>A <a href="https://www.iep.pt/servico/sustentabilidade-e-energia/gestao-inteligente-do-consumo-gic/" target="_blank" rel="noopener">Gestão Inteligente do Consumo (GIC)</a> é um serviço integrado do IEP que visa identificar oportunidades de poupança energética na indústria, nos sistemas de transporte e nos edifícios, contribuindo simultaneamente para a redução de custos e para o aumento da eficiência energética.</p>
<p>Através de análises detalhadas aos consumos, são identificadas medidas de melhoria que permitem reduzir a fatura energética, aumentar a rentabilidade dos negócios e assegurar a conformidade regulamentar em matéria de eficiência energética e emissões de GEE.</p>
<p>Principais serviços na área da GIC:</p>
<ul>
<li>Estudos e soluções energéticas na indústria (SGCIE, DL 68/2015, entre outros);</li>
<li>Estudos de mobilidade e descarbonização de frotas (RGCEST);</li>
<li>Auditorias a instalações de cogeração e fontes de energia renovável;</li>
<li>Avaliação e implementação de sistemas de gestão de energia;</li>
<li>Avaliação do desempenho energético de edifícios (SCE);</li>
<li>Elaboração de Planos de Racionalização de Energia e Relatórios de Execução e Progresso (REP);</li>
<li>Avaliação da qualidade de energia e segurança de quadros elétricos com recurso a termografia.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h6><strong>Avaliação do Desempenho de Ativos (ADA)</strong></h6>
<p>Os ensaios e inspeções são fundamentais para garantir a eficiência, segurança, bancabilidade e longevidade dos ativos, nomeadamente nos setores do imobiliário e das energias renováveis.</p>
<p>O IEP realiza avaliações técnicas independentes ao longo de todo o ciclo de vida dos ativos, assegurando o cumprimento dos requisitos legais, contratuais e técnicos.</p>
<p><a href="https://www.iep.pt/servico/sustentabilidade-e-energia/avaliacao-do-desempenho-de-ativos-ada/" target="_blank" rel="noopener">Serviços na área de ADA:</a></p>
<ul>
<li>Due diligence técnica de portefólios solares, eólicos e imobiliários;</li>
<li>Análise e inspeção de projetos fotovoltaicos;</li>
<li>Inspeções remotas com drones;</li>
<li>Ensaios de comissionamento (curvas IV, resistência de isolamento, eficiência de inversores);</li>
<li>Ensaios de eletroluminescência;</li>
<li>Inspeções estruturais e ensaios não destrutivos;</li>
<li>Avaliação do Performance Ratio (PR);</li>
<li>Avaliação contratual (FAT) e revisão de procedimentos de O&amp;M;</li>
<li>Análise da bancabilidade e extensão de vida útil de ativos.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h6><strong>Acompanhamento Técnico da Construção</strong></h6>
<p>A fiscalização e o acompanhamento técnico da construção são determinantes para garantir a qualidade, o cumprimento das normas, o controlo de custos e prazos e a mitigação de riscos técnicos, jurídicos e financeiros.</p>
<p>O IEP atua como <a href="https://www.iep.pt/servico/sustentabilidade-e-energia/acompanhamento-tecnico-da-construcao/" target="_blank" rel="noopener">Fiscalização de Obra e Technical Advisor</a>, assegurando que os projetos são executados de acordo com os requisitos técnicos, regulamentares e contratuais, maximizando a rentabilidade e a sustentabilidade dos investimentos.</p>
<p>Serviços nesta área:</p>
<ul>
<li>Acompanhamento e fiscalização da construção de ativos fotovoltaicos, eólicos e outros;</li>
<li>Technical Advisor em obra.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>O <a href="https://portugal2030.pt/2026/01/27/incentivos-para-a-eficiencia-energetica-e-descarbonizacao-das-empresas-portuguesas/" target="_blank" rel="noopener">Aviso MPR-2026-01</a> representa uma oportunidade concreta para as empresas reduzirem custos energéticos, cumprirem metas ambientais e reforçarem a sua competitividade através da transição climática. <strong>Consulte-nos para mais informações: </strong><a href="mailto:info@iep.pt"><strong>info@iep.pt</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/novo-aviso-eficiencia-energetica-e-descarbonizacao-das-empresas/">NOVO AVISO | Eficiência Energética e Descarbonização das Empresas</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
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		<item>
		<title>Automação Elétrica Inteligente: segurança, conformidade e sustentabilidade</title>
		<link>https://www.iep.pt/automacao-eletrica-inteligente-seguranca-conformidade-e-sustentabilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Osório]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jun 2025 08:30:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Compatibilidade Eletromagnética]]></category>
		<category><![CDATA[Eletricidade]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Formação]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Instalações elétricas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A automação elétrica, nas suas vertentes residencial, comercial e industrial, tornou-se um dos pilares da transição energética e digital da sociedade moderna. Seja na eficiência da iluminação de uma casa [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/automacao-eletrica-inteligente-seguranca-conformidade-e-sustentabilidade/">Automação Elétrica Inteligente: segurança, conformidade e sustentabilidade</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A automação elétrica, nas suas vertentes residencial, comercial e industrial, tornou-se um dos pilares da transição energética e digital da sociedade moderna. Seja na eficiência da iluminação de uma casa inteligente, na segurança de um edifício comercial ou na otimização de uma linha de produção, os sistemas automatizados requerem uma base sólida assente em segurança elétrica, compatibilidade eletromagnética, inspeções rigorosas, gestão eficiente da energia e formação especializada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6><strong>Compatibilidade Eletromagnética</strong></h6>
<p>A <a href="https://www.iep.pt/servico/ensaios-laboratoriais/compatibilidade-eletromagnetica/" target="_blank" rel="noopener">Compatibilidade Eletromagnética (EMC)</a> é essencial para garantir que os equipamentos elétricos e eletrónicos funcionam corretamente no ambiente eletromagnético onde estão inseridos, sem provocar interferências prejudiciais em outros dispositivos. <strong>Esta preocupação é transversal a todos os setores da automação: </strong>desde os comandos de estores automáticos numa habitação, até aos sistemas de controlo de motores em linhas industriais.</p>
<p>Na Europa, a conformidade com a <a href="https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:32014L0030" target="_blank" rel="noopener">Diretiva 2014/30/UE (EMC)</a> é obrigatória para todos os equipamentos elétricos e eletrónicos. Esta conformidade exige que os equipamentos demonstrem <strong>níveis adequados de imunidade às perturbações e não emitam níveis excessivos de ruído eletromagnético.</strong></p>
<p><a href="https://www.iep.pt/servico/ensaios-laboratoriais/" target="_blank" rel="noopener">No IEP realizam-se ensaios segundo normas harmonizadas e internacionais</a>, apoiando fabricantes desde o desenvolvimento até à certificação. Graças aos acordos internacionais do IPAC, IECEE, ETICS e ILAC, os ensaios realizados são reconhecidos globalmente, viabilizando o acesso dos produtos ao mercado europeu, com a respetiva marcação CE, e internacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6><strong>Segurança Elétrica</strong></h6>
<p><strong>A segurança elétrica está no cerne de qualquer sistema automatizado</strong> em instalações residenciais, comerciais e industriais, prevenindo o risco de choques elétricos, incêndios e falhas, entre outros perigos.</p>
<p>O IEP oferece<a href="https://www.iep.pt/servico/ensaios-laboratoriais/seguranca-eletrica/" target="_blank" rel="noopener"> serviços especializados de avaliação da conformidade</a> com normas como a IEC62368, IEC60335, IEC61439, IEC60598, entre outras, assegurando que os equipamentos cumprem os padrões necessários de segurança.</p>
<p>Ao avaliar os produtos, o IEP contribui diretamente para a redução do risco elétrico, essencial num mundo cada vez mais automatizado, digitalizado e interligado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6><strong>Inspeções a instalações elétricas</strong></h6>
<p>No domínio das instalações elétricas, a realização de inspeções técnicas é obrigatória por força do Decreto-Lei n.º 96/2017 de 10 de agosto, com as alterações da Lei n.º 61/2018 de 21 de agosto. <strong>O objetivo é verificar se a instalação elétrica respeita a legislação aplicável e em vigor e se está apta a funcionar de forma segura.</strong></p>
<p>Enquanto <a href="https://www.iep.pt/servico/inspecoes/instalacoes-eletricas/" target="_blank" rel="noopener">Entidade Inspetora de Instalações Elétricas (EIIEL)</a>, o IEP realiza: inspeções iniciais para entrada em exploração de instalações do Tipo A (de produção própria &#8211; exemplo: Grupos Geradores) e do Tipo C (com alimentação direta à RESP &#8211; Rede Elétrica de Serviço Público), de PCVE/ECVE (Pontos/Estações de Carregamento de Veículos Elétricos) e UPAC’s (Unidades de Produção para Autoconsumo) ligadas à RESP, nestes dois últimos casos sejam elas alimentadas por instalações de consumo do tipo C ou B.</p>
<p>Estas inspeções incluem, inspeção visual e ensaios, como a medição de resistência de terra de proteção, medição da resistência de isolamento (se possível corte), verificação das proteções diferenciais (se possível corte), continuidade de condutores de proteção e a conformidade da instalação face ao projeto elétrico (se aplicável). <strong>A sua execução é essencial para a ligação à rede pública, assegurando a segurança dos utilizadores e a conformidade legal dos promotores ou proprietários.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h6><strong>Gestão Inteligente do Consumo</strong></h6>
<p>Estudos de avaliação da qualidade de energia, auditorias a cogeração e sistemas baseados em energias renováveis são algumas das vertentes onde a <strong>automação se alia à sustentabilidade</strong>. Soluções como controlo automático de iluminação e climatização, monitorização de consumos em tempo real ou integração com plataformas de monitorização em tempo real permitem não só economias financeiras, mas também uma redução efetiva da pegada ambiental.</p>
<p>Num contexto de aumento do custo energético e urgência climática, a <a href="https://www.iep.pt/servico/sustentabilidade-e-energia/gestao-inteligente-do-consumo-gic/" target="_blank" rel="noopener">Gestão Inteligente do Consumo (GIC)</a> desempenha um papel estratégico na sustentabilidade das organizações. O IEP apoia as empresas na avaliação do seu desempenho energético e na definição de estratégias de racionalização.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6><strong>Formação Técnica</strong></h6>
<p>A transição digital e a evolução tecnológica exigem profissionais altamente qualificados, capazes de atuar na manutenção de sistemas automatizados. O IEP disponibiliza o curso <a href="https://formacao.iep.pt/cursos/qualidade/marcacao-ce-seguranca-eletrica-e-compatibilidade-eletromagnetica-a-distancia-on-line" target="_blank" rel="noopener"><strong>Marcação CE, Segurança Elétrica e Compatibilidade Eletromagnética.</strong></a></p>
<p>Entre os conteúdos abordados estão os novos requisitos legais aplicáveis a componentes, equipamentos e metodologias mínimas a respeitar na fase de conceção e desenvolvimento dos equipamentos, entre outros temas neste âmbito.</p>
<p>Esta ação pretende introduzir conceitos técnicos e legais da compatibilidade eletromagnética, bem como abordar os fenómenos e soluções habitualmente presentes no desenvolvimento de produtos ao nível da compatibilidade eletromagnética. Consulte o programa na íntegra e inscreva-se em formacao.iep.pt</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A automação elétrica inteligente não se resume à inovação tecnológica. Exige uma abordagem integrada, onde a compatibilidade eletromagnética, a segurança elétrica, a verificação rigorosa das instalações, a gestão sustentável da energia e a formação técnica trabalham em conjunto para garantir a eficiência, a conformidade e a competitividade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Consulte-nos para mais informações: www.iep.pt | 229 570 000 | info@iep.pt</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/automacao-eletrica-inteligente-seguranca-conformidade-e-sustentabilidade/">Automação Elétrica Inteligente: segurança, conformidade e sustentabilidade</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
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		<item>
		<title>Eficiência Energética na Indústria</title>
		<link>https://www.iep.pt/eficiencia-energetica-na-industria-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Osório]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Apr 2025 07:59:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.iep.pt/?p=23231</guid>

					<description><![CDATA[<p>A eficiência energética é hoje um dos pilares fundamentais para a competitividade da indústria moderna. Setores como o cimento, metais, aço e química, altamente intensivos em consumo energético, enfrentam o [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/eficiencia-energetica-na-industria-2/">Eficiência Energética na Indústria</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A eficiência energética é hoje um dos pilares fundamentais para a competitividade da indústria moderna. Setores como o cimento, metais, aço e química, altamente intensivos em consumo energético, enfrentam o desafio de equilibrar a produção com práticas sustentáveis e custos operacionais reduzidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6><strong>A relevância da descarbonização na Indústria</strong></h6>
<p>De acordo com o estudo <em>“</em><a href="https://www.bcg.com/publications/2024/private-equity-firms-net-zero"><em>Where Are Private Equity Firms on Their Way to Net Zero?</em></a><em>”,</em> realizado pela Boston Consulting Group (BCG), cerca de um terço das empresas europeias detidas por private equity já implementaram estratégias de descarbonização, conforme reportado pelo <a href="https://www.smartplanet.pt/news/inovacao/um-terco-das-empresas-europeias-detidas-por-private-equity-ja-implementou-estrategias-de-descarbonizacao">Smart Planet</a>. Este valor posiciona a Europa como líder global neste parâmetro no setor de private equity, em contraste com a Ásia e a América do Norte, onde apenas 23% e 10% das organizações geridas por private equity possuem planos de descarbonização, respetivamente.</p>
<p>Para além dos benefícios ambientais, a descarbonização está ligada a um desempenho financeiro superior, uma vez que, no setor de private equity, as empresas com menores níveis de intensidade de emissões de carbono tendem a registar, em média, um maior crescimento das receitas. Esta relação evidencia o <strong>efeito positivo das práticas sustentáveis nos negócios</strong>, seja pelo aumento da atratividade junto de consumidores cada vez mais conscientes, pela redução de custos através da implementação de medidas de eficiência energética ou pela diminuição dos riscos associados a possíveis impostos sobre carbono e outras regulamentações. Assim, <strong>investir na descarbonização a longo prazo revela-se uma estratégia competitiva vantajosa neste setor.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h6><strong>O papel do IEP na transformação energética</strong></h6>
<p>Com mais de 40 anos de experiência no setor energético, o IEP apoia empresas industriais na adoção de práticas mais sustentáveis através de soluções para a gestão e otimização energética. A nossa abordagem tem como objetivos principais a <strong>redução dos custos operacionais, a melhoria da eficiência dos processos e o cumprimento das normas ambientais</strong>. Para isso disponibilizamos uma equipa técnica que atua nas seguintes vertentes:</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>Gestão Inteligente do Consumo (GIC)</strong></li>
</ol>
<p>A identificação de oportunidades de poupança nos processos industriais, promove uma gestão energética mais eficiente e sustentável. Por exemplo, na indústria do cimento, a GIC contribui para a otimização dos fornos e redução significativa do consumo de combustível. Na indústria metalúrgica, a gestão do consumo de energia nos processos de fundição pode gerar poupanças substanciais; e no caso da indústria química, a gestão térmica de reatores de calor pode resultar em maior eficiência e menor desperdício de energia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li><strong>Avaliação do Desempenho de Ativos (ADA)</strong></li>
</ol>
<p>A monitorização contínua e otimização de equipamentos críticos, evita falhas e garante a longevidade dos ativos. Na produção de aço, por exemplo, a monitorização das máquinas de laminação previne avarias e paragens dispendiosas. No setor químico, a monitorização de bombas e compressores evita perdas de eficiência e no que concerne à indústria do cimento, a verificação periódica de moinhos e trituradores garante a continuidade da produção com baixo consumo energético.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li><strong>Acompanhamento Técnico da Construção</strong></li>
</ol>
<p>O acompanhamento técnico da construção de parques fotovoltaicos de apoio à indústria, levado a cabo pelo IEP, garante qualidade e eficiência energética em novas instalações ou renovações industriais. Na construção de parques fotovoltaicos para a indústria, asseguramos a maior rentabilidade possível dos painéis, que garantirão um fornecimento energético eficiente e significativa poupança.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li><strong>Termografia</strong></li>
</ol>
<p>As inspeções termográficas como método de diagnóstico de equipamentos e estudos para identificação de poupanças de energia são uma mais-valia para as indústrias do cimento, aço, metais e setor químico. Estas análises contribuem para a deteção de falhas térmicas em equipamentos e podem evitar acidentes e perdas energéticas. <a href="https://www.iep.pt/termografia-a-solucao-inteligente-para-a-eficiencia-energetica/">Saiba mais sobre a técnica de termografia.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Investir em eficiência energética não é apenas uma resposta às exigências ambientais, mas também uma estratégia para melhorar a competitividade.</strong> Empresas que adotam práticas sustentáveis conseguem reduzir significativamente os custos operacionais e fortalecer a sua imagem perante clientes e parceiros.</p>
<p>Quer saber como traçar um plano de eficiência energética que se traduza em poupança real e vantagem competitiva?</p>
<p>Estamos prontos a ajudar: <a href="mailto:info@iep.pt">info@iep.pt</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/eficiencia-energetica-na-industria-2/">Eficiência Energética na Indústria</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
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		<title>A excelência na soldadura IEP</title>
		<link>https://www.iep.pt/a-excelencia-na-soldadura-iep/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Osório]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Mar 2025 10:03:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Soldadura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No IEP, ajudamos fabricantes a elevar os padrões de qualidade e produtividade na soldadura, promovendo eficiência, reduzindo custos e assegurando o cumprimento rigoroso de Normas e Códigos Internacionais ou requisitos [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/a-excelencia-na-soldadura-iep/">A excelência na soldadura IEP</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No IEP, ajudamos fabricantes a elevar os padrões de qualidade e produtividade na soldadura, promovendo eficiência, reduzindo custos e assegurando o cumprimento rigoroso de Normas e Códigos Internacionais ou requisitos específicos dos clientes.</p>
<p>A nossa abordagem especializada permite oferecer soluções completas adaptadas às necessidades da indústria:</p>
<h6>Coordenação de Soldadura</h6>
<p>Garantimos a correta gestão dos processos de soldadura, desde a seleção de materiais e técnicas até à supervisão e monitorização da execução. A Coordenação de Soldadura do IEP assegura qualidade, produtividade e conformidade nos processos de soldadura, ajudando na otimização de procedimentos, na redução de tempos e custos operacionais e garantindo alinhamento com normas e códigos internacionais.</p>
<h6>Certificação de procedimentos e qualidade da soldadura</h6>
<p>Asseguramos que os procedimentos cumprem os requisitos normativos e garantimos a qualidade das juntas soldadas.</p>
<h6>Qualificação de Soldadores e Operadores</h6>
<p>Avaliamos e certificamos a competência dos profissionais, garantindo a execução segura e eficiente dos processos de soldadura. <a href="https://ocp.iep.pt/" target="_blank" rel="noopener">Sabia que somos um Organismo acreditado e de referência na área?</a> O IEP está acreditado pelo Instituto Português de Acreditação, I.P. (IPAC) como Organismo de Certificação de Pessoas, segundo a norma NP EN ISO/IEC 17024:2013, do âmbito acreditado – D28 – Trabalhadores qualificados da metalurgia, metalomecânica e similares. Fazemos o acompanhamento técnico especializado ao longo de todo o processo de Qualificação de Soldadores/Operadores.</p>
<h6>Formação Tecnológica Especializada</h6>
<p>Oferecemos cursos adaptados às exigências da indústria, capacitando equipas para enfrentar os desafios da soldadura com conhecimento técnico atualizado. <a href="https://formacao.iep.pt/acoes-de-formacao" target="_blank" rel="noopener">Consulte a nossa oferta formativa na íntegra.</a><br />
A nossa oferta inclui cursos de EN 1090 – Execução de Estruturas em Aço e Alumínio + Requisitos EN 3834; EN 5817 – Inspeção Visual a Soldaduras; Inspeção e Controlo de Qualidade na Soldadura; Proteção anti-corrosiva em ligas metálicas; EN ISO 15609 + 15614.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6>Por que escolher o IEP?</h6>
<p>A nossa vasta experiência e conhecimento técnico asseguram processos de soldadura eficientes e em conformidade com os mais elevados padrões de qualidade. Se procura otimizar os seus processos, aumentar a produtividade e garantir o cumprimento das normas aplicáveis, entre em contacto connosco.</p>
<p><strong>Descubra como podemos adaptar a nossa oferta à realidade da sua empresa: info@iep.pt</strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/a-excelencia-na-soldadura-iep/">A excelência na soldadura IEP</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
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		<item>
		<title>Equipamentos Sob Pressão na Indústria do Calçado</title>
		<link>https://www.iep.pt/equipamentos-sob-pressao-na-industria-do-calcado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Osório]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Oct 2024 13:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESP]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Inspeções]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A indústria portuguesa do calçado é caracterizada pela competitividade, inovação e rigor, permitindo assim a colocação no mercado de um produto diferenciador, de elevada qualidade. Neste contexto, sendo os Equipamentos [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/equipamentos-sob-pressao-na-industria-do-calcado/">Equipamentos Sob Pressão na Indústria do Calçado</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A indústria portuguesa do calçado é caracterizada pela competitividade, inovação e rigor, permitindo assim a colocação no mercado de um produto diferenciador, de elevada qualidade.</p>
<p>Neste contexto, sendo os Equipamentos Sob Pressão (ESP) caracterizados pela sua importância na segurança de pessoas, produtos e bens, torna-se fundamental assegurar o correto funcionamento destes equipamentos. Desta forma, os proprietários e utilizadores devem assegurar a correta manutenção e assegurar as regulamentações e normas aplicáveis para garantir a conformidade e segurança no local de trabalho.</p>
<p><a href="https://www.iep.pt/servico/inspecoes/organismo-de-inspecao/">O IEP, enquanto <strong>Organismo de Inspeção (I0008) de Equipamentos sob Pressão (ESP) e Recipientes sob Pressão Simples (RSPS),</strong></a> disponibiliza atos inspetivos realizados por técnicos-inspetores qualificados e experientes que asseguram todo o rigor necessário para garantir que os equipamentos inspecionados/intervencionados asseguram o correto funcionamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>Regulamentações Aplicáveis</strong></h5>
<h6><strong><br />
Decreto-Lei nº 131/2019</strong></h6>
<p>O <a href="https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/decreto-lei/131-2019-124324703" target="_blank" rel="noopener">Decreto-Lei n.º 131/2019</a> aprova o Regulamento de Instalação e Funcionamento de Recipientes sob Pressão Simples (RSPS) e de Equipamentos sob Pressão (ESP). Este decreto visa simplificar os <strong>procedimentos de licenciamento desses equipamentos</strong>. O regulamento define regras de instalação, funcionamento, inspeções e segurança, além de agilizar os prazos e reduzir custos para os processos geridos pelo <a href="https://www.ipq.pt/" target="_blank" rel="noopener">Instituto Português da Qualidade (IPQ)</a>. Revoga o Decreto-Lei n.º 90/2010.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6><strong>Regulamentos de Segurança no Trabalho (Decreto-Lei n.º 50/2005)</strong></h6>
<p>Em Portugal, este regulamento é fundamental para garantir a segurança no manuseamento de equipamentos sob pressão. As empresas de calçado que utilizam ESP devem assegurar-se de que os seus operadores estão devidamente formados e que os equipamentos são mantidos e inspecionados regularmente, de acordo com as disposições legais. <a href="https://www.iep.pt/servico/inspecoes/verificacao-de-equipamentos-de-trabalho/" target="_blank" rel="noopener">Saber mais sobre o Decreto-Lei nº 50/2005.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>Manutenção e Inspeção de Equipamentos Sob Pressão</strong></h5>
<p>Os fabricantes e empresas da indústria do calçado devem ter em mente que a manutenção preventiva e as <strong>inspeções regulares são obrigatórias</strong>. Não realizar manutenções/inspeções adequadas pode colocar em risco a segurança dos operadores.</p>
<p>As inspeções periódicas como estipuladas pelo regulamento DL 131/2019, devem ser conduzidas por organismos acreditados. Estes organismos asseguram que os ESP estão em conformidade com as normas de segurança e operam dentro dos parâmetros adequados. Não realizar inspeções aos ESP pode resultar em paragens na produção, multas ou acidentes graves no local de trabalho.</p>
<p><strong>Investir no correto uso e manutenção dos ESP é uma prioridade para qualquer empresa que pretenda garantir a sustentabilidade e segurança no setor do calçado.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>As Soluções IEP</strong></h5>
<p>O IEP encontra-se ainda acreditado pelo Instituto Português de Acreditação (IPAC) como <strong>Organismo de Inspeção (I0008) de Equipamentos sob Pressão (ESP) e Recipientes sob Pressão Simples (RSPS),</strong> para realização das inspeções em serviço no âmbito do Decreto-Lei n.º 131/2019, de 30 de agosto, e respetivas Instruções Técnicas Complementares (ITC).</p>
<p>Este serviço do IEP está projetado para garantir operações seguras e eficientes, atendendo aos padrões regulamentados.</p>
<p>Poderá ainda consultar o IEP no âmbito dos <strong>Regulamentos de Segurança no Trabalho (Decreto-Lei n.º 50/2005). </strong>Com a realização deste trabalho, o cliente para além de cumprir com o legalmente previsto, pode ainda antecipar a substituição, manutenção ou reparação de equipamentos de forma a tornar segura a sua utilização. O documento referente à Verificação de Equipamentos de Trabalho, é um elemento diferenciador no que diz respeito à exigência de determinados cadernos de encargos.</p>
<p>Consulte-nos para mais informações: <a href="mailto:info@iep.pt">info@iep.pt</a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/equipamentos-sob-pressao-na-industria-do-calcado/">Equipamentos Sob Pressão na Indústria do Calçado</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
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		<item>
		<title>Equipamentos Sob Pressão na Indústria Alimentar</title>
		<link>https://www.iep.pt/equipamentos-sob-pressao-na-industria-alimentar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Osório]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jul 2024 09:24:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESP]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Inspeções]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A indústria alimentar é uma das mais críticas e regulamentadas, dado o seu impacto direto na saúde alimentar/pública. Dentro deste contexto, os equipamentos sob pressão desempenham um papel vital na [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/equipamentos-sob-pressao-na-industria-alimentar/">Equipamentos Sob Pressão na Indústria Alimentar</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A indústria alimentar é uma das mais críticas e regulamentadas, dado o seu impacto direto na saúde alimentar/pública. Dentro deste contexto, os equipamentos sob pressão desempenham um papel vital na produção segura e eficiente dos alimentos. Este artigo aborda os principais aspetos relacionados com a utilização de equipamentos sob pressão na indústria alimentar, incluindo tipos, aplicações, regulamentação e medidas de segurança.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6><strong>Tipos de Equipamentos Sob Pressão (ESP) utilizados na indústria alimentar: </strong></h6>
<p>Os equipamentos sob pressão na indústria alimentar incluem geralmente:</p>
<p>&#8211; Permutadores de Calor: Usados para a pasteurização, esterilização, arrefecimento e aquecimento indireto de produtos alimentares.</p>
<p>&#8211; Autoclaves: Empregados na esterilização de alimentos enlatados e embalados.</p>
<p>&#8211; Reatores e Fermentadores: Utilizados na produção de alimentos fermentados, como cerveja, vinho e produtos lácteos.</p>
<p>Misturadores e Homogeneizadores &#8211; Utilizados para misturar, emulsionar e dispersar alimentos</p>
<p>Pasteurizadores &#8211; utilizados para esterilização e homogeneização (eliminação de microrganismos) em alimentos através da aplicação de temperatura durante um período de tempo</p>
<p>Tubagens – Condução de fluidos</p>
<p>Reservatórios de Ar Comprimido (RAC) – Consumo de ar comprimido como fluido auxiliar nas seguintes situações:</p>
<p>&#8211; Ar comprimido (estéril) utilizado no arrasto de produto</p>
<p>&#8211; Ar comprimido – como energia motriz para a abertura/fecho de válvulas, acionamento de motores pneumáticos, etc…</p>
<p>Geradores de vapor – Produção de vapor, utilizado como fluido auxiliar para o processo de aquecimento, cozedura e esterilização.</p>
<p>Produção de vapor esterilizado para limpeza e esterilização do interior de ESP.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6><strong>Regulamentações e Normas</strong></h6>
<p>O fabrico de ESP para fins alimentares devem de obedecer a normas de construção harmonizadas e não harmonizadas, exemplo código ASME, cumprindo com todos os requisitos de construção e as elevadas exigências aplicadas à indústria alimentar, onde se destacam as seguintes certificações:</p>
<p>&#8211; USDA</p>
<p>&#8211; FDA</p>
<p>&#8211; CE (PED2014/68/EU), aplicável a ESP</p>
<p>&#8211; 3-A Sanitary Standard</p>
<p>&#8211; Atex</p>
<p>&#8211;  cGMP</p>
<p>A segurança dos equipamentos sob pressão na indústria alimentar é assegurada através de inspeções periódicas aos equipamentos visando garantir as condições de funcionamento em segurança dos ESP/RSPS e dos seus dispositivos de segurança.</p>
<p>Estas intervenções são de caracter extremamente relevante uma vez que asseguram a total proteção de pessoas e de bens promovendo também a eficiência destes equipamentos durante o seu normal funcionamento.</p>
<p>As inspeções aos ESP são regulamentares e de caracter obrigatório definidas no DL.131/2019, de 30 agosto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6><strong>As soluções IEP</strong></h6>
<p><a href="https://www.iep.pt/servico/inspecoes/organismo-notificado/" target="_blank" rel="noopener">O IEP é Organismo Notificado (NoBo 0876)</a> no âmbito da Diretiva PED 2014/68/EU, transposta pelo Decreto-Lei n.º 111-D/2017, de 31 de agosto, permitindo aos fabricantes os serviços de avaliação da conformidade necessários e aplicáveis na marcação “CE” dos equipamentos fabricados.</p>
<p>O IEP encontra-se acreditado pelo <a href="http://www.ipac.pt/" target="_blank" rel="noopener">Instituto Português da Acreditação (IPAC)</a> como Organismo de Certificação de Produtos Metalúrgicos e Metálicos (C0057) de acordo com a norma ISO/IEC 17065 (Módulos B – tipo de projeto, B – tipo de produção, F e G) e Organismo Inspeção (I0008-1) ISO/IEC 17020 (módulo A2).</p>
<p>O IEP encontra-se ainda acreditado pelo Instituto Português de Acreditação (IPAC) como <a href="https://www.iep.pt/servico/inspecoes/organismo-de-inspecao/" target="_blank" rel="noopener">Organismo de Inspeção (I0008) de Equipamentos sob Pressão (ESP) e Recipientes sob Pressão Simples (RSPS)</a>, para realização das inspeções em serviço no âmbito do Decreto-Lei n.º 131/2019, de 30 de agosto, e respetivas Instruções Técnicas Complementares (ITC).</p>
<p>Este serviço do IEP está projetado para garantir operações seguras e eficientes, atendendo aos padrões regulamentados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Consulte-nos para mais informações: <a href="mailto:info@iep.pt">info@iep.pt</a></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/equipamentos-sob-pressao-na-industria-alimentar/">Equipamentos Sob Pressão na Indústria Alimentar</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Manutenção de Edifícios: Máxima Segurança</title>
		<link>https://www.iep.pt/manutencao-de-edificios-maxima-seguranca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marta Dessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jul 2024 11:24:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.iep.pt/?p=21529</guid>

					<description><![CDATA[<p>A manutenção de edifícios é uma área abrangente que exige a integração de diversos serviços especializados para assegurar a segurança, eficiência e longevidade das estruturas. Dentro deste contexto, os serviços [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/manutencao-de-edificios-maxima-seguranca/">Manutenção de Edifícios: Máxima Segurança</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A manutenção de edifícios é uma área abrangente que exige a integração de diversos serviços especializados para assegurar a segurança, eficiência e longevidade das estruturas. <strong>Dentro deste contexto</strong>, os serviços de <strong>Auditorias Técnicas na área elétrica e de Ensaios Não Destrutivos (END) destacam-se pela sua importância.</strong></p>
<p>O  IEP ofer<span style="font-size: 16px;">ece serviços abrangentes na manutenção de edifícios, </span><span style="font-size: 16px;">apresentando o serviço de Auditoria Técnica  Elétrica e a realização de </span><span style="font-size: 16px;">Ensaios Não Destrutivos (END).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h6 style="text-align: left;"><strong>A importância das Auditorias Técnicas</strong></h6>
<p>Os serviços de auditorias técnicas são essenciais para o funcionamento adequado de qualquer edifício, seja ele residencial, comercial ou industrial.</p>
<p>A correta execução destes serviços não só previne acidentes, como curtos-circuitos e incêndios, mas também promove a eficiência energética, contribuindo para a redução do consumo de energia e, consequentemente, dos custos operacionais. Além disso, garantir que todas as instalações cumprem os regulamentos vigentes é fundamental para a conformidade legal e a tranquilidade dos proprietários dos edifícios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6 style="text-align: left;">Ensaios Não Destrutivos: uma mais valia para a manutenção de edifícios</h6>
<p style="text-align: left;">Por outro lado, os Ensaios Não Destrutivos representam uma metodologia de inspeção que permite avaliar a integridade de materiais e estruturas sem causar danos. Estes ensaios são especialmente importantes na manutenção de edifícios, principalmente quando se trata de componentes elétricos e infraestruturas críticas. Métodos como ultrassons, radiografia e termografia são utilizados para detetar fissuras, descontinuidades internas, problemas de sobreaquecimento e falhas elétricas. Esta capacidade de deteção precoce de problemas potenciais é crucial para a manutenção preventiva e a garantia de que as instalações estão a funcionar de forma segura e eficiente.</p>
<p><strong>A combinação dos serviços de instalações elétricas e END oferece uma abordagem integrada</strong> que se traduz em múltiplos benefícios. <span style="font-size: 16px;">Este processo integrado não só reduz custos ao evitar reparações dispendiosas através da manutenção preventiva, como também prolonga a vida útil dos sistemas.  </span></p>
<p>Em suma, o IEP ao oferecer uma solução completa e integrada, consegue responder às necessidades dos clientes, garantindo um ambiente seguro e eficiente, e consolidando uma relação de confiança e satisfação mútua.</p>
<p><a href="https://www.iep.pt/" target="_blank" rel="noopener">Consulte-nos para mais informações.</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/manutencao-de-edificios-maxima-seguranca/">Manutenção de Edifícios: Máxima Segurança</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Case Study IEP: Fazendas® Stainless Steel Engineering</title>
		<link>https://www.iep.pt/case-study-iep-fazendas-stainless-steel-engineering/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Osório]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jul 2024 08:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[case-study-esps]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.iep.pt/?p=21520</guid>

					<description><![CDATA[<p>Apresentamos um novo Case Study IEP: Fazendas® Stainless Steel Engineering, cliente IEP no âmbito do Organismo Notificado (ON) &#8211; Equipamentos Sob Pressão ESP. &#160; Sobre a Fazendas® Stainless Steel Engineering A [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/case-study-iep-fazendas-stainless-steel-engineering/">Case Study IEP: Fazendas® Stainless Steel Engineering</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apresentamos um novo Case Study <a href="https://www.iep.pt/" target="_blank" rel="noopener">IEP</a>: <a href="https://fazendas.pt/pt/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fazendas</strong>®</a><strong> Stainless Steel Engineering, </strong>cliente IEP no âmbito do <a href="https://www.iep.pt/servico/inspecoes/organismo-notificado/" target="_blank" rel="noopener">Organismo Notificado (ON) &#8211; Equipamentos Sob Pressão ESP.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h6><strong>Sobre a Fazendas</strong>®<strong> Stainless Steel Engineering</strong></h6>
<p>A Fazendas® é especialista no desenvolvimento e fabrico de equipamento e sistemas de alta qualidade capazes de satisfazerem as normas rigorosas e as aplicações exigentes da indústria farmacêutica e alimentar.</p>
<p>Focados na inovação e precisão, trabalham para fornecer soluções mais avançadas que garantam a mais elevada qualidade, segurança, eficácia e integridade de produtos farmacêuticos e cosméticos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6><strong>Enquadramento sobre o desafio a destacar:</strong></h6>
<p>O IEP é Organismo Notificado (NoBo 0876) no âmbito da Diretiva PED 2014/68/EU, transposta pelo Decreto-Lei n.º 111-D/2017, de 31 de agosto, permitindo aos fabricantes os serviços de avaliação da conformidade necessários e aplicáveis na marcação “CE” dos equipamentos fabricados. <a href="https://www.iep.pt/servico/inspecoes/organismo-notificado/">Saiba mais sobre este serviço IEP.</a></p>
<p>O IEP tem vindo a desenvolver vários trabalhos em conjunto com a Fazendas®, no âmbito da Avaliação da Conformidade, atuando como Organismo Notificado no âmbito da Diretiva PED 2014/68/EU em diversos equipamentos tais como reservatórios, reatores, etc…</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6><strong>Solução IEP aplicada e objetivos dos serviços IEP (neste caso em específico):</strong></h6>
<p>A Avaliação da Conformidade, no âmbito da Diretiva PED 2014/68/EU, consiste num processo de verificação do cumprimento dos requisitos essenciais de segurança, que vão desde a seleção dos materiais, conceção, fabrico, ensaios e verificação final ao ESP.</p>
<p>Desta forma é assegurado que o ESP é colocado no mercado de forma segura, cumprindo todos os requisitos legais, de acordo com os requisitos da PED 2014/68/EU.</p>
<p>Deste processo resultam uma série de verificações e avaliações, tais como, a análise de riscos, verificação do projeto, inspeção e ensaios dos materiais, ensaios às juntas soldadas e aos seus componentes.</p>
<p>São ainda verificados a conformidade dos processos de fabrico, bem como a certificação dos operadores de soldadura ou soldadores. É realizada uma verificação final incluindo a prova de resistência de pressão e uma inspeção visual.</p>
<p>Toda documentação técnica que acompanha o ESP é verificada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6><strong>Resultados conseguidos:</strong></h6>
<p>O IEP, enquanto Organismo Notificado, entidade independente e acreditada, é responsável por garantir que os equipamentos desde a sua conceção/projeto, passando pelo controlo/verificação dos materiais, processos de fabrico, etapas de construção, operadores/soldadores e verificação final atendem às normas e regulamentos aplicáveis, emitindo assim Certificados e Relatórios da Avaliação da Conformidade correspondentes.</p>
<p>A certificação dos equipamentos sob pressão é um requisito legal e uma obrigatoriedade do fabricante e aplica-se na colocação destes equipamentos em todo o mercado europeu, assegurando que os equipamentos são seguros e atendem aos padrões de qualidade exigidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6><strong>Testemunho:</strong></h6>
<p>Engº. Henrique Fernandes, Quality Manager na Fazendas®:</p>
<p><em>&#8220;O IEP tem realizado diversos trabalhos de Avaliação da Conformidade, como Organismo Notificado, no âmbito da Diretiva PED 2014/68/EU.</em></p>
<p><em>A nossa experiência com a colaboração do IEP tem sido muito positiva. Podemos destacar alguns dos seus pontos fortes como:</em></p>
<p><em>&#8211; O conhecimento técnico demonstrado;</em></p>
<p><em>&#8211; A capacidade de partilhar ideias construtivas;</em></p>
<p><em>&#8211; A disponibilidade para ajudar na resolução de dúvidas;</em></p>
<p><em>&#8211; A disponibilidade para dar respostas rápidas às nossas necessidades.</em></p>
<p><em>Devo acrescentar que a nossa experiência tem sido realizada com o Engº. Bruno Oliveira&#8221;.</em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/case-study-iep-fazendas-stainless-steel-engineering/">Case Study IEP: Fazendas® Stainless Steel Engineering</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Case Study IEP: Ambigroup Reciclagem SA</title>
		<link>https://www.iep.pt/case-study-iep-ambigroup-reciclagem-sa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Osório]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jun 2024 11:15:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[IEP]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Inspeções]]></category>
		<category><![CDATA[case-study-esps]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.iep.pt/?p=21405</guid>

					<description><![CDATA[<p>Apresentamos um novo Case Study IEP: Ambigroup Reciclagem SA – cliente IEP na área dos Equipamentos Sob Pressão. &#160; Sobre a Ambigroup Reciclagem SA O AMBIGROUP é constituído por diversas [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/case-study-iep-ambigroup-reciclagem-sa/">Case Study IEP: Ambigroup Reciclagem SA</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apresentamos um novo Case Study <a href="https://www.iep.pt/" target="_blank" rel="noopener">IEP</a>: <a href="https://www.ambigroup.com/pt/areas-de-negocio/reciclagem/" target="_blank" rel="noopener">Ambigroup Reciclagem SA</a> – cliente IEP na área dos <a href="https://www.iep.pt/servico/inspecoes/organismo-de-inspecao/" target="_blank" rel="noopener">Equipamentos Sob Pressão.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h6>Sobre a Ambigroup Reciclagem SA</h6>
<div>O <a href="https://www.ambigroup.com/pt/" target="_blank" rel="noopener">AMBIGROUP</a> é constituído por diversas empresas. Presta serviços de gestão, tratamento, reciclagem e valorização de resíduos. É ainda líder no mercado das demolições e desmantelamentos em Portugal, área onde mantém também forte presença em Espanha.</div>
<div>A <a href="https://www.ambigroup.com/pt/areas-de-negocio/reciclagem/" target="_blank" rel="noopener">Ambigroup Reciclagem SA</a> é a empresa do grupo dedicada a Reciclagem de Metais, resíduos elétricos e eletrónicos, plásticos, Veículos em fim de vida e embalagens metálicas. Na unidade de reciclagem operam com as melhores tecnologias disponíveis para tornar a Economia Circular uma realidade.</div>
<div></div>
<p>&nbsp;</p>
<h6>Enquadramento sobre o desafio</h6>
<div>O Departamento de Equipamentos sob Pressão (DESP) do IEP encontra-se inserido na <a href="https://www.iep.pt/servico/inspecoes/" target="_blank" rel="noopener">Área de Inspeção e Certificação do IEP. </a></div>
<div>O DESP devolve várias atividades que vão desde o licenciamento de ESP de acordo com o DL.131/2019, de 30 de agosto, onde atua como <a href="https://www.iep.pt/servico/inspecoes/organismo-de-inspecao/" target="_blank" rel="noopener">Organismo de Inspeção OI (I0008)</a> até à certificação (marcação CE) de ESP, atuando como <a href="https://www.iep.pt/servico/inspecoes/organismo-notificado/" target="_blank" rel="noopener">Organismo Notificado (NoBo 0876)</a> de acordo com a Diretiva PED 2014/68/EU junto dos fabricantes de Equipamentos sob Pressão (ESP).</div>
<div>A Ambigroup – Reciclagem S.A. é um dos principais players do mercado no que toca à Reciclagem, possuindo instalações no Norte, Centro e Sul de Portugal.</div>
<div>Para alimentar os seus processos a Ambigroup tem instalados Sistemas de Ar Comprimido (SAC), Sistemas de Geração de Vapor (SGV), entre outros, possuindo assim um vasto parque de Equipamentos sob Pressão.</div>
<div>Estes equipamentos, que vão desde Reservatórios de Ar Comprimido (RAC), Geradores de Vapor (GV) até ESP sem Instrução Técnica Complementar (ITC), todos eles licenciáveis e sujeitos aos procedimentos previstos no DL. 131/2019.</div>
<div>O IEP durante o mês de maio realizou diversos atos inspetivos de acordo com o artigo 20º do DL.131/2019 neste cliente aos seguintes equipamentos sob pressão:</div>
<div>&#8211; Caldeiras de vaporização Rápida (Gerador de Vapor);</div>
<div>&#8211; Reservatórios de Ar Comprimido (RAC);</div>
<div>&#8211; Acumuladores de Gases Frigorigénicos (ESP sem ITC).</div>
<div></div>
<div>Foram realizados diferentes ensaios, visando comprovar a aptidão do ESP para o correto funcionamento, entre os quais a Inspeção Visual, Medição de Espessuras, Ensaio Hidráulico, Ensaios e Verificações aos dispositivos de Segurança e o Ensaio de Estanquidade.</div>
<div>Estes ensaios apresentam um papel crucial para garantir a segurança, assegurar a vida útil dos equipamentos sob pressão, garantindo assim a total segurança de pessoas e de bens.</div>
<div>Por forma a assegurar as boas práticas e procedimentos, foram consideradas as Instruções Técnicas Complementares (ITC) aplicáveis a cada uma das famílias de ESP, nomeadamente:</div>
<div>&#8211; Despacho n.º 2957/2022 &#8211; Instrução Técnica Complementar para recipientes para ar,</div>
<div>oxigénio ou gases inertes comprimidos;</div>
<div></div>
<div>&#8211; Despacho n.º 22332/2001 (2ª série) &#8211; Instrução técnica complementar para geradores de vapor e equiparados.</div>
<div></div>
<div>Assim podemos dizer que os trabalhos de inspeção correram conforme planeado, permitindo ao cliente assegurar o seu licenciamento industrial.</div>
<div></div>
<div></div>
<p>&nbsp;</p>
<h6>Solução IEP aplicada e objetivos dos serviços IEP</h6>
<div>A solução do IEP visou uma preparação dos trabalhos, planeamento e alinhamento com o cliente por forma a minimizar os tempos de paragem com estas intervenções.</div>
<div>A metodologia e a sequência dos ensaios foi realizada por uma reduzir os consumos de água, onde a água utilizada para os ensaios hidráulicos, foi reutilizada nos vários equipamentos.</div>
<div>A natureza da água e a respetiva temperatura também foram devidamente verificadas por forma a evitar fenómenos de corrosão intensificada e o risco de fratura frágil dos materiais.</div>
<div></div>
<h6></h6>
<p>&nbsp;</p>
<h6>Resultados conseguidos</h6>
<div>Através dos ensaios efetuados comprovou-se a aptidão dos equipamentos sob pressão, exceto de um RAC por não reunir condições de segurança (deformação de um dos apoios).</div>
<div>Os relatórios emitidos foram carregados no Portal de Serviços do IPQ onde será emitido o respetivo certificado de aprovação de funcionamento do ESP pelo IPQ.</div>
<div></div>
<div><em>&#8220;Estou muito satisfeita com os serviços prestados pelo IEP, que demonstraram a forte posição da empresa enquanto infraestrutura tecnológica de inovação em Portugal. O IEP prestou um serviço de excelência técnica, com elementos qualificados com grande profissionalismo, sempre com garantia de independência e rigor. O timing de resposta superou as expetativas e apresentou propostas muito competitivas. </em></div>
<div><em>Agradeço o excelente trabalho prestado e certamente iremos continuar a trabalhar com o IEP.&#8221;</em></div>
<div><strong>Vanessa Gouveia &#8211; Responsável DQAS | Departamento de Qualidade, Ambiente e Segurança</strong></div>
<div></div>
<p>&nbsp;</p>
<div>Saiba mais sobre a área de Equipamentos Sob Pressão do IEP e consulte-nos para mais informações: info@iep.pt</div>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/case-study-iep-ambigroup-reciclagem-sa/">Case Study IEP: Ambigroup Reciclagem SA</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
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		<item>
		<title>A Importância da Formação no Âmbito da Segurança de Equipamentos de Trabalho &#8211; Decreto-Lei Nº 50/2005 de 25 de fevereiro</title>
		<link>https://www.iep.pt/a-importancia-da-formacao-no-ambito-da-seguranca-de-equipamentos-de-trabalho-decreto-lei-no-50-2005-de-25-de-fevereiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Osório]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 May 2024 09:07:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DL 50/2005]]></category>
		<category><![CDATA[Formação]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A segurança no local de trabalho é uma prioridade incontornável para as empresas, não apenas para garantir a integridade física dos seus colaboradores, mas também para promover um ambiente produtivo [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/a-importancia-da-formacao-no-ambito-da-seguranca-de-equipamentos-de-trabalho-decreto-lei-no-50-2005-de-25-de-fevereiro/">A Importância da Formação no Âmbito da Segurança de Equipamentos de Trabalho &#8211; Decreto-Lei Nº 50/2005 de 25 de fevereiro</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A segurança no local de trabalho é uma prioridade incontornável para as empresas, não apenas para garantir a integridade física dos seus colaboradores, mas também para promover um ambiente produtivo e legalmente conforme. Neste contexto, o <a href="https://www.pgdlisboa.pt/leis/lei_mostra_articulado.php?nid=1772&amp;tabela=leis&amp;ficha=1&amp;pagina=1&amp;so_miolo=" target="_blank" rel="noopener">Decreto-Lei nº 50/2005, de 25 de fevereiro</a>, surge como uma peça fundamental na legislação portuguesa, estabelecendo requisitos essenciais para a segurança e saúde na utilização de equipamentos de trabalho. Neste âmbito, discutimos <strong>a importância da formação especializada como um dos pilares para a eficácia deste decreto, destacando a sua relevância na prevenção de acidentes e na promoção de uma cultura de segurança eficaz.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h6><strong>Contexto Legal e Objetivos do Decreto-Lei 50/2005</strong></h6>
<p><a href="https://www.pgdlisboa.pt/leis/lei_mostra_articulado.php?nid=1772&amp;tabela=leis&amp;ficha=1&amp;pagina=1&amp;so_miolo=" target="_blank" rel="noopener">O Decreto-Lei Nº 50/2005, de 25 de fevereiro</a> foi implementado para harmonizar a legislação portuguesa com diretrizes europeias relacionadas à segurança dos equipamentos de trabalho. O principal objetivo desta normativa é minimizar os riscos profissionais associados ao uso de máquinas e equipamentos, garantindo que todos os equipamentos sejam seguros e adequados ao uso pretendido. Além disso, o decreto enfatiza a necessidade de formação adequada para os operadores e técnicos que interagem diretamente com estes equipamentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6><strong>A Importância da Formação Especializada</strong></h6>
<p>A formação no âmbito do Decreto-Lei Nº 50/2005 é crucial pelas seguintes razões:</p>
<p><strong>&#8211; Prevenção de Acidentes:</strong> A capacitação adequada permite que os colaboradores reconheçam os riscos associados ao manuseio de determinados equipamentos e saibam como mitigá-los eficazmente.</p>
<p><strong>&#8211; Eficiência Operacional:</strong> Colaboradores com formação utilizam os equipamentos de maneira mais eficiente, o que contribui para a produtividade geral da empresa.</p>
<p><strong>&#8211; Cumprimento Legal:</strong> Assegurar que todos os operadores de equipamentos recebam a formação adequada é uma exigência legal que ajuda as empresas a evitar sanções e litígios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6><strong>Solução IEP</strong></h6>
<p><a href="https://www.iep.pt/" target="_blank" rel="noopener">O IEP &#8211; Instituto Electrotécnico Português</a>, entidade formadora certificada, <strong>promove no próximo dia 29 de maio de 2024, uma formação online</strong>, no âmbito da <a href="https://bit.ly/IEP_Formacao502005" target="_blank" rel="noopener">Segurança de Equipamentos de Trabalho &#8211; Decreto-Lei Nº 50/2005.</a></p>
<p>Direcionada a Técnicos Responsáveis pela segurança das empresas, Técnicos de Manutenção, Técnicos de Logística, Gestores das áreas da manutenção e equipamentos e profissionais que tenham como função o manuseamento de equipamentos, <a href="https://bit.ly/IEP_Formacao502005" target="_blank" rel="noopener">esta formação</a> tem como objetivos dar a conhecer e saber enquadrar e aplicar os requisitos da Diretiva de Equipamentos de Trabalho (transporta pelo Decreto-Lei Nº 50/2005 de 25 de fevereiro) aos equipamentos existentes nas empresas, garantindo a segurança dos utilizadores desses equipamentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A formação no contexto da segurança de equipamentos de trabalho, conforme delineada pelo Decreto-Lei 50/2005, não é apenas uma exigência legal, mas uma prática empresarial estratégica que beneficia todos os envolvidos. Investir em programas de formação robustos é investir na segurança, eficiência e sucesso sustentável da empresa. <a href="https://bit.ly/IEP_Formacao502005" target="_blank" rel="noopener">Faça já a sua inscrição</a> ou, consulte-nos para mais informações sobre a nossa oferta formativa no âmbito da indústria: <a href="mailto:info@iep.pt">info@iep.pt</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/a-importancia-da-formacao-no-ambito-da-seguranca-de-equipamentos-de-trabalho-decreto-lei-no-50-2005-de-25-de-fevereiro/">A Importância da Formação no Âmbito da Segurança de Equipamentos de Trabalho &#8211; Decreto-Lei Nº 50/2005 de 25 de fevereiro</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
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		<item>
		<title>Rotulagem em árabe obrigatória para o mercado iraquiano</title>
		<link>https://www.iep.pt/rotulagem-em-arabe-obrigatoria-para-o-mercado-iraquiano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Osório]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jan 2024 10:06:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indústria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Informação sobre a Rotulagem em árabe obrigatória para o mercado iraquiano, de interesse para todos os fabricantes que pretendam exportar para o Iraque. A Central Organization of Standardization and Quality [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/rotulagem-em-arabe-obrigatoria-para-o-mercado-iraquiano/">Rotulagem em árabe obrigatória para o mercado iraquiano</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Informação sobre a Rotulagem em árabe obrigatória para o mercado iraquiano, de interesse para todos os fabricantes que pretendam exportar para o Iraque.</em></p>
<p>A <a href="https://www.cosqc.gov.iq/">Central Organization of Standardization and Quality Control do Iraque (COSQC)</a> implementou novos requisitos de rotulagem para os produtos destinados ao mercado iraquiano.</p>
<p>• Rotulagem em árabe obrigatória:<br />
a partir de 14 de maio de 2024, todos os produtos vendidos no Iraque deverão ser rotulados em árabe, exclusivamente ou em conjunto com o inglês.</p>
<p>• Aplica-se a todos os tipos de produtos:<br />
Este requisito abrange todos os produtos destinados ao mercado iraquiano, independentemente da sua categoria.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A introdução da rotulagem em árabe como requisito obrigatório para produtos destinados ao mercado iraquiano representa um marco significativo nas regulamentações comerciais do país. A imposição desta medida reflete o compromisso do governo iraquiano em promover a transparência e proteger os interesses dos consumidores, garantindo que as informações cruciais sobre os produtos estejam acessíveis na língua local. Esta iniciativa visa não apenas facilitar a compreensão das características e instruções dos produtos pelos consumidores iraquianos, mas também fortalecer a segurança e a qualidade dos produtos disponíveis no mercado, contribuindo assim para a construção de uma economia mais confiável e orientada para o consumidor no Iraque.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para mais informações, <a href="https://www.iep.pt/contactos/">consulte-nos.</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/rotulagem-em-arabe-obrigatoria-para-o-mercado-iraquiano/">Rotulagem em árabe obrigatória para o mercado iraquiano</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
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		<item>
		<title>Segurança de equipamentos na indústria</title>
		<link>https://www.iep.pt/seguranca-de-equipamentos-na-industria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Osório]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jan 2024 12:11:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DL 50/2005]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pretende-se com este artigo para a revista Robótica, efetuar uma abordagem à temática da segurança dos equipamentos de trabalho em ambiente industrial, particularmente a integração da robótica neste contexto. Artigo [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/seguranca-de-equipamentos-na-industria/">Segurança de equipamentos na indústria</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pretende-se com este artigo para a <a href="https://www.robotica.pt/" target="_blank" rel="noopener">revista Robótica</a>, efetuar uma abordagem à temática da segurança dos equipamentos de trabalho em ambiente industrial, particularmente a integração da robótica neste contexto. Artigo desenvolvido por Mário Pombeiro, Responsável de Departamento – Equipamentos Mecânicos do <a href="https://www.iep.pt/" target="_blank" rel="noopener">IEP</a> &#8211; Instituto Eletrotécnico Português.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6><strong>Contexto industrial</strong></h6>
<p>É importante realçar que a segurança no ambiente industrial é um esforço contínuo e de colaboração que requer o compromisso de toda a organização, desde a gestão até aos colaboradores que lidam diretamente com os equipamentos. A prevenção de acidentes e a segurança no local de trabalho são fundamentais para garantir um ambiente saudável e produtivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6><strong>Enquadramento da robótica no ambiente industrial</strong></h6>
<p>A robótica desempenha um papel fundamental no contexto industrial, oferecendo diversas vantagens. Podemos enumerar algumas destas vantagens:</p>
<p><strong><u>&#8211; </u></strong><u>Automatização de Tarefas Repetitivas:</u> Os robôs são capazes de realizar tarefas monótonas, perigosas e repetitivas de forma consistente e precisa, o que aumenta a eficiência e reduz o risco de acidentes.</p>
<p><strong><u>&#8211; </u></strong><u>Aumento da Produtividade:</u> Robôs podem operar 24 horas por dia, 7 dias por semana, sem a necessidade de descanso, o que resulta num aumento significativo na produção e na eficiência das operações industriais, reduzindo o risco de acidentes.</p>
<p><u>&#8211; Qualidade e Precisão:</u> A utilização de robôs na produção pode levar a uma maior precisão e qualidade do produto final, reduzindo a margem de erro e garantindo padrões consistentes.</p>
<p><u>&#8211; Redução de Custos:</u> Embora o investimento inicial em robótica possa ser significativo, a longo prazo, os custos operacionais podem diminuir, pois os robôs reduzem a necessidade de mão de obra e podem trabalhar de forma mais eficiente.</p>
<p><u>&#8211; Flexibilidade e Adaptabilidade:</u> Os robôs modernos são projetados para serem facilmente reprogramados e reconfigurados para realizar diferentes tarefas.</p>
<p><u>&#8211; Segurança no Local de Trabalho:</u> A utilização de robôs em ambientes perigosos ou com falta de condições de saúde e higiene reduz a exposição dos trabalhadores a riscos, melhorando a segurança no local de trabalho.</p>
<p><u>&#8211; Análise de Dados e Otimização:</u> É possível efetuar uma análise de dados de forma a otimizar o processo e identificar aspetos de melhoria na produção.</p>
<p><u>&#8211; Inovação Tecnológica:</u> O desenvolvimento contínuo da robótica na indústria impulsiona a inovação e o avanço tecnológico em diversos campos, incentivando a criação de novas soluções e processos mais eficientes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Todavia, existem também desvantagens:</strong></p>
<p><u>&#8211; Tempo de reconfiguração e parametrização:</u> Se necessário realizar um setup provocado por alteração de ciclo existe um tempo de ajuste em que a produtividade do processo é <u>reduzida.</u></p>
<p><u>&#8211; Custo elevado de aquisição:</u> O investimento inicial é significativo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6><strong>Cultura de segurança na indústria</strong></h6>
<p>A verificação de equipamentos de trabalho na indústria é uma prática fundamental para garantir a segurança, o desempenho adequado e a conformidade com regulamentos e normas de segurança ocupacional. Essa verificação pode variar de acordo com o tipo de equipamento, mas geralmente inclui os seguintes passos:</p>
<p><strong>&#8211; Inspeção Visual:</strong> Examinar o equipamento em busca de danos visíveis, desgaste ou qualquer outra anomalia. Verifique se todas as partes estão intactas e funcionando corretamente.</p>
<p><strong>&#8211; Testes Funcionais:</strong> Realizar testes para assegurar que o equipamento opera como deveria. Isso pode incluir testes de funcionamento, de segurança, de desempenho, entre outros, dependendo do tipo de equipamento.</p>
<p><strong>&#8211; Manutenção Preventiva:</strong> Realizar manutenções regulares conforme recomendado pelo fabricante. Isso pode envolver a lubrificação, limpeza, ajustes, troca de peças, entre outros cuidados.</p>
<p><strong>&#8211; Verificações periódicas:</strong> Realizar verificações periódicas para garantir o cumprimento dos requisitos de segurança dos equipamentos, antecipar problemas e corrigi-los antes que causem acidentes.</p>
<p><strong>&#8211; Calibração:</strong> Verificar se o equipamento requer calibração e se está calibrado corretamente.</p>
<p><strong>&#8211; Registos e Documentação:</strong> Manter registos de todas as inspeções, verificações, manutenções e testes realizados. Na eventualidade de existir um acidente, é fundamental para evidenciar aos órgãos de fiscalização.</p>
<p><strong>&#8211; Formação:</strong> Certificar-se que os funcionários que operam os equipamentos têm formação adequada e cumprem os procedimentos de segurança aplicáveis a cada equipamento.</p>
<p><strong>&#8211; Cumprimento de Normas e legislação:</strong> Verificar se o equipamento cumpre as normas e regulamentos de segurança e qualidade exigidos pela legislação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6><strong>Conclusão</strong></h6>
<p>É fundamental implementar uma cultura de segurança na indústria, onde a verificação regular dos equipamentos seja uma parte integrante das práticas diárias. Isso ajuda a prevenir acidentes, garantir a eficiência operacional e estender a vida útil do equipamento. Além disso, ao seguir procedimentos de verificação adequados, você também estará em conformidade com as normas de segurança no local de trabalho.</p>
<p>Quando os ativos ficam condicionados e prejudicados devido a acidentes e lesões no ambiente de trabalho, esta situação pode conduzir ao afastamento dos colaboradores manifestamente insatisfeitos e ao aumento dos pedidos de indeminizações.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/seguranca-de-equipamentos-na-industria/">Segurança de equipamentos na indústria</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">19950</post-id>	</item>
		<item>
		<title>A importância da inspeção de Equipamentos sob Pressão (ESP) e Recipientes sob Pressão Simples (RSPS) na segurança industrial</title>
		<link>https://www.iep.pt/a-importancia-da-inspecao-de-equipamentos-sob-pressao-esp-e-recipientes-sob-pressao-simples-rsps-na-seguranca-industrial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Osório]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Nov 2023 09:14:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESP]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Inspeções]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A inspeção de Equipamentos Sob Pressão (ESP) e Recipientes Sob Pressão Simples (RSPS) desempenha um papel crucial na garantia da segurança e integridade dos processos industriais. Este artigo desenvolvido para [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/a-importancia-da-inspecao-de-equipamentos-sob-pressao-esp-e-recipientes-sob-pressao-simples-rsps-na-seguranca-industrial/">A importância da inspeção de Equipamentos sob Pressão (ESP) e Recipientes sob Pressão Simples (RSPS) na segurança industrial</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A inspeção de Equipamentos Sob Pressão (ESP) e Recipientes Sob Pressão Simples (RSPS) desempenha um papel crucial na garantia da segurança e integridade dos processos industriais. Este artigo desenvolvido para a edição 159 da <a href="https://www.revistamanutencao.pt/">Revista Manutenção,</a> explora a importância da inspeção de Equipamentos sob Pressão (ESP) e Recipientes sob Pressão Simples (RSPS) na segurança industrial, destacando a sua relevância na prevenção de acidentes, na conformidade regulamentar e na otimização do desempenho operacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6>EQUIPAMENTOS SOB PRESSÃO (ESP) E RECIPIENTES SOB PRESSÃO SIMPLES (RSPS)</h6>
<p>Os ESP são todos os recipientes, tubagens, acessórios de segurança, acessórios sob pressão, concebidos e construídos para conter fluidos sob pressão (acima de 0,5 bar). Diversas indústrias utilizam amplamente estes equipamentos, onde a variável pressão torna-se essencial no processo. Alguns exemplos mais comuns de ESP são os reservatórios sob pressão, permutadores de calor, geradores de vapor, caldeiras de termofluido, acessórios de segurança e tubagens.</p>
<p>Em determinadas aplicações, os ESP podem enfrentar condições de operação extremas, incluindo altas temperaturas e altas pressões. A conceção, fabrico, instalação e manutenção destes equipamentos devem seguir padrões rigorosos para garantir a segurança, prevenindo falhas que poderiam resultar em fugas, ruturas ou outros danos estruturais.</p>
<p>A legislação aplicável aos Equipamentos sob Pressão encontra-se transposta para a legislação nacional através do <a href="https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/decreto-lei/37-2017-106663844">Decreto-Lei 37/2017, de 29 de março</a> para os RSPS e através do <a href="https://diariodarepublica.pt/dr/legislacao-consolidada/decreto-lei/2017-129892275-129892406">Decreto-Lei 111-D/2017, de 30 de agosto</a> para os ESP.<br />
O Decreto-Lei 131/2019, de 30 de agosto, regula o licenciamento e a inspeção destes equipamentos. Os RSPS são recipientes de construção soldada, projetados para suportar uma pressão interna superior a 0,5 bar e armazenar ar ou nitrogênio, excluindo situações em que são expostos à ação de uma chama.<br />
A pressão máxima de serviço não deve exceder os 30 bar e o produto desta pressão pela capacidade do recipiente (PS × V) não deve exceder 10 000 bar litro. Relativamente à temperatura os RSPS não devem ser projetados para temperaturas mínimas abaixo dos -50ºC e temperaturas máximas não superiores a 300ºC para os aços e 100ºC para as ligas de alumínio.</p>
<p>Geralmente, os RSPS são reservatórios de pequeno porte e capacidade, com características de construção que os diferenciam dos restantes equipamentos sob pressão mais complexos, como as caldeiras industriais. São frequentemente utilizados em aplicações onde a pressão de trabalho é relativamente baixa e o volume do recipiente é limitado, como descrito anteriormente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6>ENQUADRAMENTO LEGAL PARA EQUIPAMENTOS SOB PRESSÃO (ESP) EM PORTUGAL</h6>
<p>A conceção, fabrico e comercialização dos ESP obedece a legislação particular como apresentado anteriormente. Assim esta tipologia de equipamentos é regulamentada pela diretiva PED 2014/68/EU, transposta para a legislação nacional através do DL. 111-D/2017, de 30 de agosto. O Decreto-Lei n.º 131/2019, de 30 de agosto, e as respetivas Instruções Técnicas Complementares (ITC) fazem parte do enquadramento legal em Portugal relacionado com a segurança de equipamentos sob pressão. Este Decreto-Lei aprova as regras para o licenciamento de Equipamentos sob Pressão, estabelecendo as regras de instalação e de funcionamento dos Recipientes sob Pressão Simples (RSPS) e de Equipamentos sob Pressão (ESP).</p>
<p>Atualmente existem 6 Instruções Técnicas Complementares (ITC), que são documentos que fornecem orientações e detalhes técnicos específicos, relacionados com a tipologia de cada equipamento e a natureza do fluido a armazenar.</p>
<p>Os diversos atos inspetivos considerados no DL-131/2019, artigo 20º, requerem a intervenção de um Organismo de Inspeção (OI) devidamente acreditado para este tipo de intervenções. A entidade em Portugal que regula as acreditações é o <a href="http://www.ipac.pt/">Instituto Português da Acreditação (IPAC).</a><br />
O enquadramento legal, fornecido pelo Decreto-Lei n.º 131/2019 e pelas ITC, é crucial para garantir a segurança, assegurar a vida útil e qualidade dos equipamentos sob pressão, garantindo assim a total segurança de pessoas e de bens.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19670 size-full" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/11/1.png" alt="" width="570" height="299" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/11/1.png 570w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/11/1-300x157.png 300w" sizes="(max-width: 570px) 100vw, 570px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h6>A IMPORTÂNCIA DA INSPEÇÃO PARA A SEGURANÇA INDUSTRIAL</h6>
<p>Para assegurar uma segurança contínua, a inspeção regular e a manutenção adequada são fundamentais em ESP e RSPS. Estas práticas ajudam previamente a identificar e/ ou corrigir potenciais problemas, antes que estes possam causar falhas.<br />
A operação segura de ESP e RSPS são fundamentais e obrigatórias, por forma a assegurar a conformidade com a legislação, normas e regulamentos. A inspeção atua como um elemento fundamental na <strong>prevenção de acidentes, deteção de problemas, permitindo a implementação de medidas corretivas, prolongando a vida útil de equipamentos e otimização de custos.</strong> Além da garantia de segurança, a inspeção contribui para a otimização do desempenho operacional dos ESP e RSPS, identificando áreas de melhoria e permitindo o aumento da eficácia dos processos industriais, eficiência energética e rentabilidade.</p>
<h6></h6>
<h6>SOBRE O IEP</h6>
<p>O IEP encontra-se acreditado pelo Instituto Português de Acreditação (IPAC) como <a href="https://www.iep.pt/servico/inspecoes/organismo-de-inspecao/">Organismo de Inspeção (I0008)</a> de Equipamentos sob Pressão (ESP) e Recipientes sob Pressão Simples (RSPS), para realização das inspeções em serviço no âmbito do Decreto-Lei n.º 131/2019, de 30 de agosto, e respetivas Instruções Técnicas Complementares (ITC).</p>
<p>Este serviço do IEP está projetado para garantir operações seguras e eficientes, atendendo aos padrões regulamentados. <strong>Alguns dos serviços disponibilizados neste âmbito são:</strong><br />
• Análise da conformidade de projeto de instalação, de reparação ou de alteração;<br />
• Inspeções a reparações ou alterações; Inspeções iniciais, intercalares, periódicas, extraordinárias e para efeito da reavaliação da conformidade.</p>
<p>Os equipamentos abrangidos por estes serviços são: equipamentos com Instrução Técnica Complementar (ITC) – geradores de vapor e equiparados – despacho 22332/2001, de 30 outubro; reservatórios de gás de petróleo liquefeito (&lt;200 000L) &#8211; despacho 22333/2001, de 30 outubro; e recipientes para ar, oxigénio ou gases inertes comprimidos &#8211; despacho n.º 2957/2022, de 9 março. ESP sem ITC aplicável e Recipientes Sob Pressão Simples (RSPS), abrangidos pelo Decreto-Lei n.º 131/2019 de 30 de agosto.</p>
<p>Somos ainda <a href="https://www.iep.pt/servico/inspecoes/organismo-notificado/">Organismo Notificado (0876)</a> para Equipamentos sob Pressão, acreditado pelo Instituto Português de Acreditação (IPAC), no âmbito diretiva PED 2014/68/ EU, garantido a Avaliação da Conformidade em ESP, permitindo ao fabricante apor a marcação CE nos equipamentos fabricados de acordo com o Decreto-Lei n.º 111-D/2017, de 31 de agosto.</p>
<p><a href="https://www.iep.pt/contactos/"><strong>Consulte-nos para manter as suas operações eficientes e em segurança: info@iep.pt</strong></a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/a-importancia-da-inspecao-de-equipamentos-sob-pressao-esp-e-recipientes-sob-pressao-simples-rsps-na-seguranca-industrial/">A importância da inspeção de Equipamentos sob Pressão (ESP) e Recipientes sob Pressão Simples (RSPS) na segurança industrial</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
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		<item>
		<title>Eficiência Energética na Indústria</title>
		<link>https://www.iep.pt/eficiencia-energetica-na-industria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Osório]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jul 2023 11:05:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Eficiência Energética na Indústria é um desafio? A experiência acumulada na área da energia, em mais de 42 anos neste setor, permite ao Grupo IEP apoiar a indústria rumo [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/eficiencia-energetica-na-industria/">Eficiência Energética na Indústria</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Eficiência Energética na Indústria é um desafio?</p>
<p>A experiência acumulada na área da energia, em mais de 42 anos neste setor, permite ao <a href="https://www.iep.pt/quem-somos/">Grupo IEP</a> apoiar a indústria rumo à <strong>descarbonização dos seus negócios</strong>, nomeadamente na <a href="https://www.iep.pt/servico/sustentabilidade-e-energia/gestao-inteligente-do-consumo-gic/">Gestão Energética do Consumo</a> e <a href="https://www.iep.pt/servico/sustentabilidade-e-energia/avaliacao-do-desempenho-de-ativos-ada/">otimização de ativos</a>.</p>
<ol>
<li><strong>Avalie e reduza consumos de energia.</strong></li>
<li><strong>Aumente a eficiência energética.</strong></li>
<li><strong>Melhore a sustentabilidade e competitividade do seu negócio.</strong></li>
</ol>
<p><a href="https://www.iep.pt/contactos/">Consulte-nos para mais informações.</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/eficiencia-energetica-na-industria/">Eficiência Energética na Indústria</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
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		<item>
		<title>Ensaios Fotométricos a dispositivos LED</title>
		<link>https://www.iep.pt/ensaios-fotometricos-a-dispositivos-led/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Osório]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jun 2023 14:14:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ensaios Laboratoriais]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conheça e avalie a performance elétrica e fotométrica dos dispositivos LED, de acordo com a Norma EN13032-4. Saiba o que são Ensaios Fotométricos a dispositivos LED e as suas vantagens. &#160; [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/ensaios-fotometricos-a-dispositivos-led/">Ensaios Fotométricos a dispositivos LED</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Conheça e avalie a performance elétrica e fotométrica dos dispositivos LED, de acordo com a Norma EN13032-4. </strong>Saiba o que são Ensaios Fotométricos a dispositivos LED e as suas vantagens.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O que é um ensaios fotométrico a dispositivos LED?</p>
<p>Um ensaio fotométrico a dispositivos LED é um procedimento utilizado para medir e avaliar as propriedades óticas de dispositivos de iluminação LED<em> (Light Emitting Diode)</em>, como lâmpadas, painéis, luminárias, entre outros. Esse ensaio é realizado com o <strong>objetivo de obter informações precisas sobre o desempenho luminoso</strong> desses dispositivos.</p>
<p>Durante o ensaio, são utilizados equipamentos de medição específicos que permitem quantificar e analisar diversos parâmetros fotométricos, incluindo a intensidade luminosa, a distribuição do fluxo luminoso, a eficiência luminosa, o índice de reprodução de cores (CRI) e a temperatura de cor.</p>
<p>Essas medições permitem avaliar a qualidade da luz emitida pelos dispositivos LED, compará-los com padrões de desempenho estabelecidos e garantir que atendam às especificações desejadas. Além disso, os ensaios fotométricos podem ajudar na seleção adequada de dispositivos de iluminação LED para diferentes aplicações, como<strong> iluminação residencial, comercial, pública ou industrial.</strong></p>
<p>Os resultados obtidos nos ensaios fotométricos fornecem informações precisas sobre as características de iluminação dos dispositivos LED, auxiliando na tomada de decisões para projetos de iluminação e escolha de produtos adequados.</p>
<h6><strong><em>Sabia que, para as empresas que desenvolvem projetos de sistemas de iluminação, e que necessitam de uma avaliação de desempenho com o intuito de satisfazer concursos públicos, estes ensaios são fundamentais?</em></strong></h6>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Principais vantagens dos ensaios fotométricos:</strong></p>
<p>1. Medição &#8211; quantidades, cor, qualidade e distribuição espacial da luz emitida por luminárias e lâmpadas LED.</p>
<p>2. Dados complementares &#8211; fluxo luminoso, consumo elétrico, temperatura de cor, índice de reprodução cromática, entre outros.</p>
<p>3. Emissão de relatório detalhado com todos estes dados compilados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em parceria com o prestigiado Laboratório da <a href="https://www.exporlux.pt/inicio">Exporlux</a>, o <a href="https://www.iep.pt/">IEP</a> proporciona este serviço que prima pela excelência. Cumprimos com os mais elevados padrões de qualidade e todos os ensaios são realizados com condições ambientais monitorizadas, para assegurar a máxima fiabilidade de resultados. Preservamos a <strong>confidencialidade</strong> com total garantia, protegendo as suas informações com máxima segurança.</p>
<p><a href="https://www.iep.pt/contactos/">Consulte-nos!</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/ensaios-fotometricos-a-dispositivos-led/">Ensaios Fotométricos a dispositivos LED</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
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		<item>
		<title>A importância da Segurança e Saúde no Trabalho das Organizações</title>
		<link>https://www.iep.pt/a-importancia-da-seguranca-e-saude-no-trabalho-das-organizacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Osório]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Apr 2023 09:54:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Formação]]></category>
		<category><![CDATA[IEP]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Assinalamos o dia 28 de abril, Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho, com um artigo sobre a importância destes temas nas organizações. Artigo desenvolvido pela Drª. Teresa Estêvão, [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/a-importancia-da-seguranca-e-saude-no-trabalho-das-organizacoes/">A importância da Segurança e Saúde no Trabalho das Organizações</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Assinalamos o dia 28 de abril, <strong>Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho</strong>, com um artigo sobre a importância destes temas nas organizações. Artigo desenvolvido pela Drª. Teresa Estêvão, Diretora das áreas de <a href="https://www.iep.pt/servico/formacao/">Formação</a> e <a href="https://www.iep.pt/servico/consultoria-e-auditoria/">Consultoria e Auditoria</a> do <a href="https://www.iep.pt/quem-somos/">Grupo IEP</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O IEP, além de ser uma entidade certificada no âmbito da <strong>ISO 9001:2018</strong> <strong>e ISO 45001: 2018,</strong> está também reconhecido desde 1997 como entidade certificada para a prestação de serviços de formação, concedido por uma <strong>entidade isenta (atualmente DGERT &#8211; Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho). </strong>Desse reconhecimento decorrem um<strong> conjunto de responsabilidades e obrigações para com os formandos, formadores, coordenadores de formação, clientes e outros agentes envolvidos. </strong></p>
<p>Atualmente, a formação no contexto da Segurança e Saúde do Trabalho, deve ser assumida como um dos princípios gerais de prevenção, uma vez que é um instrumento fundamental para o desenvolvimento de qualquer organização do trabalho.</p>
<p>Nesta área temos vindo a notar cada vez mais o envolvimento e compromisso, quer do Estado, na promoção da formação e qualificação de técnicos de segurança e saúde do trabalho, quer dos parceiros empregadores que apostam na adoção de mais meios, nomeadamente novos equipamentos mais ergonómicos, infraestruturas mais modernas, dinâmicas de trabalho mais seguras, gabinetes de apoio psicossociológico, entre outros.</p>
<p>Ao longo dos anos o IEP tem demonstrado ser um parceiro importante do tecido empresarial em vários setores de atividade, fornecendo <strong>serviços integrados</strong>, que incluem <a href="https://formacao.iep.pt/">ações de formação em diversas áreas</a>, com particular enfoque na <a href="https://formacao.iep.pt/cursos/higiene-e-seguranca-no-trabalho/avaliacao-e-controlo-de-ruido-e-vibracoes-em-locais-de-trabalho">formação de segurança para técnicos com atividades de maior risco</a>, nomeadamente <a href="https://formacao.iep.pt/cursos/higiene-e-seguranca-no-trabalho/seguranca-de-trabalhos-em-altura">trabalhos em altura</a>, <a href="https://formacao.iep.pt/cursos/eletricidade-e-energia/riscos-eletricos-a-distancia-on-line">riscos elétricos,</a> etc.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-18380 size-full" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/04/formacao_areas.png" alt="" width="636" height="339" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/04/formacao_areas.png 636w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/04/formacao_areas-300x160.png 300w" sizes="(max-width: 636px) 100vw, 636px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nas organizações o sistema de gestão da segurança envolve vários intervenientes, com responsabilidades individuais perante a segurança, desde os trabalhadores, aos vários níveis, até aos próprios empregadores, passando naturalmente pelos profissionais (técnicos e médicos do trabalho). Cada um dos intervenientes assume uma determinada responsabilidade, visível nas suas intervenções ao nível das suas funções e atividades profissionais, que pressupõe a aquisição de competências adequadas no domínio da Segurança e Saúde do Trabalho.</p>
<p>Estamos a assistir à evolução da área da Segurança e Saúde do Trabalho, dando cada vez mais relevância às questões da saúde, e nos últimos anos à <strong>saúde mental. </strong>Nunca, como hoje se falou tanto da importância da saúde mental e, após a pandemia, esta preocupação alastrou-se de forma ímpar ao mundo laboral.</p>
<p>Importa salientar que saúde mental no trabalho equivale a bem-estar no trabalho, que por sua vez implica, que cada indivíduo consegue maximizar a sua capacidade/produtividade e simultaneamente consegue lidar com os desafios da vida, sendo capaz de trabalhar de forma produtiva e profícua e ainda contribuir para a sua comunidade.</p>
<p>Para que esteja assegurada a saúde mental no trabalho é necessário ter em consideração duas variáveis: por um lado na perspetiva do trabalhador, é importante que consiga garantir uma sintonia entre a profissão e as funções que desempenha, e por outro lado, na perspetiva da organização, é relevante que esta também consiga demonstrar o reconhecimento pelo desempenho do seu trabalhador. Se a empresa conseguir conciliar estas duas varáveis, será a melhor forma para alcançar sucesso e o seu crescimento sustentável e duradouro.</p>
<p>Aproveito ainda para salientar que o Grupo IEP no ano de 2022, participou num<strong><a href="https://www.iep.pt/iep-juntos-somos-mais-felizes/"> estudo/inquérito do projeto Hapiness Work</a>, </strong>que teve como principal objetivo conhecer os níveis de satisfação e de felicidade organizacional, <strong>tendo ficado entre as 20 empresas consideradas com maior índice de felicidade</strong>. As novas formas de organização do trabalho, como o trabalho remoto, aliadas à maior  acuidade das empresas em relação ao tema, além de razões externas, e o crescimento económico, justificaram a alteração de perceção de felicidade entre os profissionais.</p>
<p>Conforme pode ser comprovado pelo resultado do estudo do projeto Hapiness Work  <a href="https://visao.sapo.pt/exame/2022-05-30-as-empresas-mais-felizes-de-2022-sao/">divulgado pela revista Exame, </a>as empresas que permitem maior flexibilidade em ambiente laboral são “empresas mais felizes” &#8211; colaboradores mais felizes, faltam menos 56% e têm menos vontade de sair da organização em 43%. O impacto é visível ainda na produtividade, em que os trabalhadores felizes dizem ter sido mais produtivos face ao ano anterior em maior escala (4,2) face aos menos felizes (3,9).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O futuro das organizações numa perspetiva de segurança e saúde</strong></p>
<p>O ritmo frenético das sociedades e das organizações é marcado pela mudança e celeridade. Hoje em dia, a área da segurança e saúde do trabalho também tem de acompanhar estas novas tendências de um mundo em constante transformação e evolução.</p>
<p>Se a dúvida é sobre o futuro da área da segurança e saúde do trabalho, há garantias de que a tendência é que, cada vez mais as organizações tomem consciência da necessidade em investir nessa área e proporcionar melhores “condições laborais”. A preocupação com acidentes de trabalho e doenças ocupacionais e ou psicossociais elevam a cada dia a procura por modelos organizacionais mais flexíveis e felizes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/a-importancia-da-seguranca-e-saude-no-trabalho-das-organizacoes/">A importância da Segurança e Saúde no Trabalho das Organizações</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
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		<item>
		<title>Medição de Resistividade de pisos</title>
		<link>https://www.iep.pt/medicao-de-resistividade-de-pisos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Osório]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Mar 2023 15:48:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Compatibilidade Eletromagnética]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Campos Eletromagnéticos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medição de Resistividade de pisos . Já ouviu falar sobre ESD (Electrostatic Discharge &#8211; Descargas Eletromagnéticas)? Saiba mais sobre a importância do controlo de descargas eletrostáticas (ESD) em ambientes de [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/medicao-de-resistividade-de-pisos/">Medição de Resistividade de pisos</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Medição de Resistividade de pisos . Já ouviu falar sobre ESD (<em>Electrostatic Discharge</em> &#8211; Descargas Eletromagnéticas)? Saiba mais sobre a importância do controlo de descargas eletrostáticas (ESD) em ambientes de produção, ambientes hospitalares, zonas ATEX, entre outros &#8211; particularmente em pavimentos.</p>
<h6><strong>O que é ESD?</strong></h6>
<p>Uma descarga eletromagnética trata-se de uma súbita transferência de cargas entre objetos com diferentes potenciais, causados pelo contacto direto ou induzido por campo eletrostático. As descargas electroestáticas não podem ser vistas, sentidas ou ouvidas, mas os componentes elétricos e eletrónicos sensíveis à ESD podem ser danificados ou totalmente destruídos por ela; a chamada <em>“ameaça invisível”</em>.</p>
<p>Verificações e testes de conformidade regulares são essenciais para garantir que os equipamentos permaneçam eficazes e que o programa de controlo de ESD seja implementado corretamente, em conformidade com instituído.</p>
<p>O revestimento de pisos deve consistir em placas eletricamente dissipativas, por exemplo, com epoxi condutor. Os pisos devem oferecer uma grande superfície condutora. <strong>A medição de resistividade do piso, serviço agora disponibilizado pelo IEP, permite medir a propriedade condutora do piso e determinar a segurança do mesmo para os operadores e equipamentos.</strong></p>
<p>A medição de resistividade em pisos enquadra-se no âmbito da série das normas EN61340.<br />
<a href="https://www.iep.pt/contactos/"><strong>Conte com o IEP para apoiá-lo nesta diretiva.</strong></a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/medicao-de-resistividade-de-pisos/">Medição de Resistividade de pisos</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
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		<item>
		<title>Vantagens da medição e monitorização da energia</title>
		<link>https://www.iep.pt/medicao-e-monitorizacao-da-energia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Osório]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jan 2023 10:28:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.iep.pt/?p=17768</guid>

					<description><![CDATA[<p>A medição e monitorização do consumo de energia permite-nos tirar o máximo partido do seu potencial e rendimento, evitando assim avarias e consumos exacerbados. Saiba mais sobre as vantagens da [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/medicao-e-monitorizacao-da-energia/">Vantagens da medição e monitorização da energia</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A medição e monitorização do consumo de energia permite-nos tirar o máximo partido do seu potencial e rendimento, evitando assim avarias e consumos exacerbados. Saiba mais sobre as <strong>vantagens da medição e monitorização de energia</strong> neste artigo de Modesto Morais (cm@iep.pt) e Tiago Teixeira (tpt@iep.pt), do <a href="https://www.iep.pt/servico/inovacao-investigacao-e-desenvolvimento/">departamento de Inovação, Investigação e Desenvolvimento do IEP</a>, para a <a href="https://www.oelectricista.pt/">revista O Eletricista</a>, revista técnico profissional de energia, telecomunicações e segurança.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Introdução</strong></p>
<p>É notória a atual preocupação, tanto em termos económicos como ambientais, que se faz sentir em todos os pontos do nosso planeta no que concerne à utilização da energia. Esta inquietação provém de diversos fatores inerentes à situação atual em que vivemos, quer pelas alterações climáticas estas que implicam a emissão de gases com efeitos de estufa, bem como pelo clima de guerra que agora vivemos. Tendo em conta este enquadramento, entende-se que intervir de forma assertiva e preponderante numa transição energética, que se materializará através de uma maior incorporação de energias renováveis e mais eficiência energética, reveste-se de caracter estratégico para toda a economia global. Nesta missão estão naturalmente envolvidos vários setores da sociedade bem como os próprios governos.<br />
Porém, esta transição não é tão fácil quanto parece. Efetivamente há um conjunto de ações, as quais obrigam a um grande empenho das sociedades, que têm de ser desenvolvidas, desde a sensibilização dos consumidores para fazerem uma gestão mais cuidada da utilização de energia, uma incorporação continuada de soluções energeticamente mais eficientes e a progressiva substituição das fontes de energia fóssil por fontes renováveis. Sublinhe-se que desta transformação energética estão a resultar consequências pertinentes, não só no território nacional como também a nível global, no que concerne ao aumento da competitividade empresarial, quer através da contenção de custos bem como pela reputação resultante da sustentabilidade que advém da incorporação de energias renováveis. Efetivamente, com o objetivo de reduzir os custos de produção, as empresas cada vez mais apostam em melhorar a sua competitividade diferenciando-se através da incorporação de energias renováveis endógenas (por exemplo em regime de autoconsumo) as quais garantem estabilidade nos custos da energia e, mais do que isso, já garantem custos de incorporação mais baixos do que as energias fósseis.<br />
Todavia, não são só as indústrias que consomem energia e em particular energia elétrica. O aumento global da densidade populacional, acompanhado de mais e melhor qualidade de vida, isso incita a um maior consumo energético per-capita, nomeadamente em edifícios de habitação e de serviços. Logo desta forma quebramos o tabu de que as estruturas indústrias são as únicas grandes consumidoras de energia (o conjunto das indústrias representam 38% do total do consumo elétrico e os serviços e habitação representam 12% do consumo global de eletricidade).<br />
De facto, apesar de não serem os únicos grandes consumidores, são os que mais consumem e são os mais impactantes no setor energético nacional e internacional.<br />
Com isto em conhecimento e com o objetivo de reduzir o consumo de energia, analisa-se a qualidade energética e todos os seus parâmetros, de forma a detectar anomalias na rede, anomalias esses que podem comprometer a saúde de equipamentos e levar a consumos exacerbados de caráter inesperados, o que provoca acréscimos significativos na fatura energética levando também a um esforço significativo no sistema elétrico nacional.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Energia na Indústria</strong><br />
O consumo energético no setor da indústria representa cerca de 30 % do consumo global de energia no país. Infelizmente, este setor é fortemente dependente de recursos energéticos não renováveis, o que o torna um agente importante nas emissões de carbono, em comparação com as restantes atividades económicas. A redução da intensidade energética e carbónica na indústria, Com o principal objetivo da redução da fatura energética e da adoção de soluções energeticamente mais sustentáveis, as indústrias apostam cada vez mais, na adequação efetiva dos seus equipamentos e processos a novas tecnologias e estratégias atualmente disponíveis.<br />
Atualmente, são poucas as indústrias que podem ser consideradas autossuficientes. Isto pode-se dever a diversos fatores, desde económicos até pessoais, no sentido em que, este tema ainda é sensível a muitas pessoas. Muitas empresas são apologistas do “Este equipamento é antigo, mas nunca avariou e funciona perfeitamente. Como este não há mais nenhum. Nem os novos superam isto.”. Estes tipos de pensamentos são difíceis de contrariar uma vez que esses equipamentos também são bem mais baratos comparativamente a outros, mais tecnológicos, existentes no mercado. Contudo, apesar das adversidades existentes, esta sensibilização tem que ser feita, uma vez que nem sempre as entidades estão consciencializadas sobre eficiência energética e a importância da mesma na redução de consumos e da fatura energética.<br />
Como tal, e tendo em conta a importância da energia em todas as atividades fabris, a sua gestão precisa de ser cuidada e adequada relativamente aos consumos das instalações. Com o objetivo de obter os dados específicos sobre o perfil de consumos de uma empresa, são realizadas auditorias energéticas. Estas possibilitam o estudo exaustivo e detalhado dos processos produtivos e identificam os principais consumidores de energia existentes. A par destes trabalhos, também são realizados planos de racionalização energéticos, em que são estudadas as medidas a implementar, como o seu investimento, rentabilidade e a viabilidade das mesmas.</p>
<p><strong>Qualidade de Energia no Sistema Elétrico (QEE) </strong><br />
A constante análise e controlo da qualidade da energia elétrica é, e sempre foi, algo de interesse, não só pelas empresas distribuidoras de energia, mas também pelos consumidores.<br />
Caraterizar a qualidade da rede atualmente já não é a mesma coisa que o caracterizar da qualidade da rede de há uns anos atrás. Desde então, muitos parâmetros foram surgindo, estudos a serem realizados e mais legislações a terem que ser cumpridas. Ora, se “antigamente”, a qualidade de energia tinha a ver, meramente, com a continuidade dos serviços, ou seja, as principais preocupações eram que não houvessem interrupções de energia e que tensões e frequências fossem mantidas dentro dos limites previamente estabelecidos e/ou aceitáveis, atualmente, há mais um conjunto de parâmetros a terem que ser analisados, como a amplitude e a frequência fundamental da tensão, o desequilíbrio de tensões e a distorção harmónica [1]<br />
Voltando ao passado. e de modo a entender um pouco melhor a qualidade que alimentava os consumidores, vamos falar sobre as cargas. Há alguns anos atrás, grande parte dos recetores ligados à rede consistiam em cargas lineares. Estas, uma vez que eram alimentadas por uma tensão de alimentação sinusoidal, a corrente que consumiam apresentava também uma forma de onda sinusoidal, com os mesmos valores de frequência. Podendo-se encontrar apenas desfasadas relativamente à tensão.<br />
<img decoding="async" class="size-medium wp-image-17769 aligncenter" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/01/1.-300x265.jpg" alt="" width="300" height="265" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/01/1.-300x265.jpg 300w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/01/1..jpg 470w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>Figura 1 &#8211; Tensão e Corrente para um Sistema com Cargas Lineares [2]</em></p>
<p>Atualmente e, como consequência do avanço tecnológico e científico que se tem vindo a sentir, os equipamentos ligados aos sistemas elétricos também evoluíram, melhorando no seu rendimento, controlabilidade, custo e na diversidade de tarefas que podem ser executadas. Porém, apesar de possui todas estas regalias, apresenta algumas desvantagens que podem comprometer a qualidade da rede. O facto destes “novos” equipamentos não funcionarem como cargas lineares, faz com que a corrente que consomem não seja sinusoidal, “poluindo” a rede com harmónicos. Para além disto, a tensão também sofre alterações no seu formato, uma vez que é dependente direto da corrente que percorre o circuito. A existência de harmónicos nos sistemas de potência resultam num aumento significativo das perdas na rede de transporte e de distribuição, na degradação dos equipamentos ligados à rede, na existência de interferências nos sistemas de comunicação existentes e, sobretudo, na danificação dos sistemas de controlo microeletrónicos presentes, visto que operam com níveis de tensão muito baixos.</p>
<p>Como é expectável, todas as anomalias e defeitos observados apresentam custos de reparação e/ou manutenção, neste caso, elevados. É por esta razão que a qualidade de energia elétrica entregue aos consumidores finais é, hoje, objeto de grande preocupação [3].</p>
<p><strong><br />
Normalização<br />
</strong><span style="font-size: 16px;">De modo a conter o aumento das perturbações eletromagnéticas existentes no sistema elétrico de energia na União Europeia, instituições como a </span><em style="font-size: 16px;">International Electrotechnical Commission</em><span style="font-size: 16px;"> (IEC), o </span><em style="font-size: 16px;">Comité Européen de Normalisations</em><span style="font-size: 16px;"> (CEN), o </span><em style="font-size: 16px;">Comité Européen de Normalisation Électrotechnique</em><span style="font-size: 16px;"> (CENELEC) e o </span><em style="font-size: 16px;">Institute of Electrical and Electronics Engineers</em><span style="font-size: 16px;"> (IEEE), têm elaborado normas que, entre outras, limitam o conteúdo harmónico.</span></p>
<p>Em Portugal, o principal instrumento de regulamentação da Qualidade de Energia Elétrica é o Regulamento de Qualidade e Serviço (RQS) [1].</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Problemas de Qualidade de Energia no Sistema Elétrico </strong></p>
<p><span style="font-size: 16px;">As disposições de qualidade de serviço no setor elétrico, de natureza técnica, dizem </span>respeito à continuidade do serviço e da QEE. Os problemas de QEE provêm de uma grande variedade de fenómenos físicos e eletromagnéticos dos sistemas elétricos. São muitos os fatores que podem afetar a QEE, destacando-se:</p>
<ul>
<li>Fatores relacionados com a exploração da rede elétrica (gestão e funcionamento da rede, manutenção, entre outros);</li>
<li>Fatores relacionados com o utilizador final (falhas na instalação, a poluição emitida para a rede, entre outros);</li>
<li>Fatores independentes (fatores ambientais, fenómenos meteorológicos, danos causados por terceiros, acidentes, entre outros).</li>
</ul>
<p>De acordo com a norma NP EN 50160, a caracterização da qualidade da onda de tensão é realizada com base na análise de fenómenos contínuos e de eventos de tensão.</p>
<p>Para os fenómenos contínuos analisados nas redes estão estabelecidos valores limite no RQS. Na Tabela 1 estão presentes as caraterísticas da alimentação em baixa tensão.</p>
<p style="text-align: center;">A frequência;<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-17772" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/01/2.-300x155.jpg" alt="" width="300" height="155" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/01/2.-300x155.jpg 300w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/01/2..jpg 479w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p style="text-align: center;">O valor eficaz da tensão (<em>Root Mean Square- RMS</em>);</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-17775" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/01/3.-300x110.jpg" alt="" width="300" height="110" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/01/3.-300x110.jpg 300w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/01/3..jpg 522w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p style="text-align: center;">
A tremulação da tensão (<em>flicker</em>);<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-17778" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/01/4.-300x92.jpg" alt="" width="300" height="92" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/01/4.-300x92.jpg 300w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/01/4..jpg 544w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p style="text-align: center;">
O desequilíbrio do sistema trifásico de tensões;<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-17781" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/01/5.-300x90.jpg" alt="" width="300" height="90" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/01/5.-300x90.jpg 300w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/01/5..jpg 581w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p style="text-align: center;">A distorção harmónica na tensão;<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-17784" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/01/6.-300x140.jpg" alt="" width="300" height="140" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/01/6.-300x140.jpg 300w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/01/6..jpg 475w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p style="text-align: center;">As cavas de tensão (<em>voltage dips</em>);<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-17787" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/01/7.-300x252.jpg" alt="" width="300" height="252" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/01/7.-300x252.jpg 300w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/01/7..jpg 453w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p style="text-align: center;">As sobretensões (<em>voltage swells</em>).<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-17790" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/01/8.-300x155.jpg" alt="" width="300" height="155" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/01/8.-300x155.jpg 300w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/01/8..jpg 491w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>Tabela 1</em><em> &#8211; Caraterísticas da Alimentação em Baixa Tensão [4]</em><em><br />
</em><strong><em><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-17793 size-full" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/01/9..jpg" alt="" width="534" height="193" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/01/9..jpg 534w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/01/9.-300x108.jpg 300w" sizes="(max-width: 534px) 100vw, 534px" /></p>
<p></em></strong></p>
<p><strong>Analisadores de Energia – <em>Power Quality Analysers </em></strong></p>
<p>A utilização de analisadores de energia é a melhor forma de detectar e diagnosticar problemas nos sistemas elétricos de energia. Estes equipamentos permitem, basicamente, medir e registar ao longo do tempo, valores de tensões, correntes e de potências em vários pontos, e podem ser usados tanto em AC como em DC [3].</p>
<p>Os analisadores podem executar diversas tarefas e podem ter diversas aplicações.</p>
<p>Eles permitem calcular valores médios, eficazes, máximos e mínimos, quer de corrente quer de tensão. Podem também identificar harmónicos e calcular os valores do conteúdo harmónico total (THD – <em>Total Harmonic Distortion</em>). Permitem a deteção de anomalias nas formas de onda de qualquer indicador, armazenando cada evento juntamente com o instante da ocorrência. No caso de sobretensões, registam os instantes destes fenómenos e a duração dos mesmos.</p>
<p>Além disto, calculam os valores de amplitude e fase das tensões e correntes, impedâncias, potências aparentes, ativas e reativas, fatores de potência, desequilíbrios de fases, entre outros [3].</p>
<p style="text-align: center;">
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-17796 size-full" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/01/10..jpg" alt="" width="464" height="343" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/01/10..jpg 464w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/01/10.-300x222.jpg 300w" sizes="(max-width: 464px) 100vw, 464px" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>Figura 2 &#8211; Esquema de Ligação para uma Rede Trifásica com Neutro e Terra</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-17799 aligncenter" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/01/11-226x300.jpg" alt="" width="226" height="300" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/01/11-226x300.jpg 226w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/01/11.jpg 395w" sizes="(max-width: 226px) 100vw, 226px" /></strong><em>Figura 3 &#8211; Montagem de um Analisador num Quadro Elétrico</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><br />
Controlo e Monitorização dos Consumos</strong><strong> </strong></p>
<p>Em geral, os problemas relacionados com a qualidade da energia elétrica são identificados quando um equipamento alimentado pela rede elétrica deixa de funcionar do modo que seria suposto. Por exemplo, uma lâmpada que apresenta variações luminosas, um motor que sofre vibrações mecânicas, equipamentos a funcionar em sobreaquecimento, proteções a atuar intempestivamente e sobreintensidades, todos estes eventos podem ser indícios de problemas na QEE.</p>
<p>Se tais problemas não forem devidamente resolvidos, podem advir prejuízos materiais relevantes que se manifestam através da redução da vida útil de transformadores, de motores e também de equipamentos eletrónicos mais sensíveis, bem como também podem ocorrer perturbações físicas em pessoas, comprometendo a capacidade produtiva das máquinas e mesmo dos humanos.</p>
<p>Pelo exposto, é extremamente importante que, a partir do momento que se identifica uma falha ou um mau funcionamento no seio de uma instalação ou de um equipamento, se inicia-se um estudo para diagnosticar as causas do problema relativo à qualidade da energia elétrica. Como frequentemente se trata de diagnosticar um problema de compatibilidade eletromagnética, essa pesquisa pode envolver questões que vão para além de um simples problema de mal funcionamento de um único equipamento. Efetivamente, nestes casos, uma abordagem recomenda consiste em seguir os seguintes passos:</p>
<ul>
<li>Em primeiro lugar, conhecer os possíveis problemas que se poderão encontrar;</li>
<li>Estudar as condições do local onde o problema foi identificado encontra;</li>
<li>Se possível, medir e registar as grandezas relevantes que possam sinalizar o problema;</li>
<li>Analisar os dados e confrontar os resultados obtidos com estudos e/ou simulações relevantes;</li>
<li>Finalmente, diagnosticar o problema, a sua possível causa e aí propor soluções [5].</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Estudo de Caso: Sobreintensidade</strong></p>
<p>É fácil de perceber, através da visualização da Figura 4 qual o impacto de uma sobreintensidade num Quadro Elétrico.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-17802 aligncenter" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/01/12-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/01/12-225x300.jpg 225w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/01/12-768x1024.jpg 768w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/01/12-1152x1536.jpg 1152w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/01/12-1536x2048.jpg 1536w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/01/12-scaled.jpg 1920w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" /><em style="font-size: 16px;">Figura 4 &#8211; Quadro Danificado por Sobreaquecimento</em></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Como podemos observar, esta anomalia está presente no barramento de Neutro. Como tal, e após a interpretação do gráfico ilustrado na Figura 5, podemos interpretar isto como correspondendo a uma elevada corrente de fuga.</p>
<p>A corrente de fuga consiste numa fuga inesperada do fluxo de energia dos condutores. Neste caso em particular, esta fuga deveu-se à falta de manutenção e revisão das instalações elétricas, a ligações incorretas, à precariedade e ao subdimensionamento da instalação. Como o esquema de terras desta instalação é TN-C (Ligação de massas ao neutro), o barramento neutro está a receber toda a corrente provinda do circuito, quer a corrente que alimenta todas as cargas, quer a corrente de fuga que flui para fora do circuito, visto o neutro desempenhar funções de terra.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17805 size-full aligncenter" src="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/01/13.jpg" alt="" width="582" height="256" srcset="https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/01/13.jpg 582w, https://www.iep.pt/wp-content/uploads/2023/01/13-300x132.jpg 300w" sizes="(max-width: 582px) 100vw, 582px" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>Figura 5 &#8211; Corrente de Fuga no Barramento Neutro</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A monitorização foi realizada entre os dias 20 e 25 de maio de 2022 e os resultados obtidos encontram-se com um tempo de integração de 15 minutos.</p>
<p>É visível que, até mesmo quando as instalações estão encerradas (dias 21 a 23), existe corrente de fuga a percorrer o circuito elétrico (≈ 13A). Em horários de funcionamento, a mesma atinge valores de ≈ 90A. Estes valores são exacerbados comparativamente aos 0A ideais.</p>
<p>Esta corrente de fuga poderá apresentar risco de segurança e fiabilidade para os equipamentos que estão conectados ao barramento e também um risco de vida para humanos que, não prevendo a presença de tal corrente elétrica, estejam em contacto com o referido barramento de neutro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>Este artigo apresenta, de forma sucinta e clara, um assunto atual e de grande relevância para todas as indústrias: o problema da qualidade de energia elétrica.</p>
<p>Muitos dos problemas de qualidade de energia podem fazer com que alguns equipamentos funcionem de forma incorreta e, por essa via, levar à interrupção processos de fabrico com prejuízos muito elevados. Tais problemas podem ser resolvidos quando as suas causas forem convenientemente identificadas e assim se adotem as medidas apropriadas para a sua correção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Referências Bibliográficas</strong></p>
<table width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="1%">[1]</td>
<td>V. J. M. Peneda, “Análise da Qualidade de Energia Elétrica e dos Consumos Energéticos de uma Indústria Têxtil,” Minho, 2019.</td>
</tr>
<tr>
<td width="1%">[2]</td>
<td>J. S. Martins, C. Couto e J. L. Afonso, “Qualidade de Energia Elétrica,” Guimarães, 2003.</td>
</tr>
<tr>
<td width="1%">[3]</td>
<td>J. L. Afonso e J. S. Martins, “Qualidade de Energia Elétrica,” O Eletricista, Minho, 2004.</td>
</tr>
<tr>
<td width="1%">[4]</td>
<td>Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos, “Qualidade de Serviço Técnica,” 5 novembro 2021. [Online]. Available: https://www.erse.pt/media/0bpcucwl/contservico_qstecnica.pdf.</td>
</tr>
<tr>
<td width="1%">[5]</td>
<td>S. M. Deckmann e J. A. Pomilio, “Avaliação da Qualidade da Energia Elétrica,” Campinas, 2018.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Tipos de Verificações a Equipamentos de Trabalho das Organizações [Decreto-Lei n.º 50/2005, de 25 de fevereiro]</title>
		<link>https://www.iep.pt/tipos-de-verificacoes-que-devem-ser-efetuadas-aos-equipamentos-de-trabalho-das-organizacoes-decreto-lei-n-o-50-2005-de-25-de-fevereiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Osório]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Nov 2022 12:35:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DL 50/2005]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[DL50/2005]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Consulte os Tipos de Verificações que devem ser efetuadas aos Equipamentos de Trabalho das Organizações [Decreto-Lei n.º 50/2005, de 25 de fevereiro]. Designa-se um Equipamento de Trabalho qualquer máquina, aparelho, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Consulte os Tipos de Verificações que devem ser efetuadas aos Equipamentos de Trabalho das Organizações [<a href="https://files.dre.pt/1s/2005/02/040a00/17661773.pdf" target="_blank" rel="noopener">Decreto-Lei n.º 50/2005, de 25 de fevereiro</a>]. Designa-se um <strong>Equipamento de Trabalho</strong> qualquer máquina, aparelho, ferramenta ou instalação utilizada no trabalho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o Decreto-Lei 50/2005, de 25 de fevereiro, &#8220;escadas, andaimes, equipamentos móveis automotores, equipamentos de elevação de cargas, ferramentas manuais, equipamentos para trabalhos temporários em alturas, entre outros”. Saiba mais sobre <a href="https://www.iep.pt/verificacao-de-equipamentos-de-trabalho-dl502005/">o que são Verificações de Equipamentos de Trabalho</a>; <a href="https://www.iep.pt/verificacao-de-equipamentos-de-trabalho-nas-organizacoes-decreto-lei-50-2005/">a sua importância</a>; e sobre os serviços do Grupo IEP neste âmbito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Existem 3 grupos distintos de Verificações que as organizações devem efetuar aos Equipamentos de Trabalho:</p>
<h6><strong>1. Iniciais</strong></h6>
<p>Proceder à Verificação dos Equipamentos de Trabalho após instalação ou montagem num novo local, antes do início ou do recomeço do seu funcionamento.</p>
<h6><strong>2. Periódicas</strong></h6>
<p>Promover a Verificação periódica dos seus Equipamentos de Trabalho, com recurso, se necessário, a ensaios complementares (por exemplo ensaios de carga a equipamentos de elevação), aos Equipamentos de Trabalho sujeitos a influências que possam provocar deteriorações suscetíveis de causar riscos pela sua utilização.</p>
<p><strong>3. Extraordinárias</strong><br />
Efetuar Verificações extraordinárias aos Equipamentos de Trabalho quando ocorram acontecimentos excecionais (transformações, acidentes, fenómenos naturais ou períodos prolongados de não utilização), que possam ter consequências gravosas para a segurança dos trabalhadores.</p>
<p><strong>Para mais informações, consulte-nos: info@iep.pt</strong></p>
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		<item>
		<title>Importância da Verificação de Equipamentos de Trabalho nas Organizações</title>
		<link>https://www.iep.pt/verificacao-de-equipamentos-de-trabalho-nas-organizacoes-decreto-lei-50-2005/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Osório]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2022 14:36:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DL 50/2005]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[DL50/2005]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Torna-se evidente que a atuação preventiva das Organizações, no que diz respeito à adequação dos seus equipamentos, é fundamental para a redução do número de acidentes de trabalho, que resultam [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/verificacao-de-equipamentos-de-trabalho-nas-organizacoes-decreto-lei-50-2005/">Importância da Verificação de Equipamentos de Trabalho nas Organizações</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Torna-se evidente que a atuação preventiva das Organizações, no que diz respeito à adequação dos seus equipamentos, é fundamental para a redução do número de acidentes de trabalho, que resultam das insuficientes condições de segurança desses mesmos equipamentos. Saiba mais sobre a Importância da Verificação de Equipamentos de Trabalho nas Organizações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6>Benefícios</h6>
<p>Apresentamos-lhe alguns exemplos representativos dos benefícios diretos da Verificação periódica dos Equipamentos de Trabalho:<br />
&#8211; Promover um ambiente seguro e motivador para os seus colaboradores;<br />
&#8211; Promover uma imagem de confiança para os seus clientes;<br />
&#8211; Reduzir do número de acidentes de trabalho;<br />
&#8211; Diminuir custos associados às baixas resultantes de acidentes com equipamentos de trabalho;<br />
&#8211; Evitar perdas de produção que resultem de acidentes com equipamentos de trabalho;<br />
&#8211; Evitar contraordenações resultantes do incumprimento da legislação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6><strong>O que deverá ser feito após uma Verificação de Equipamentos de Trabalho?</strong></h6>
<p>Após uma Verificação de Equipamentos de Trabalho na sua organização, deverá:</p>
<p>&#8211; Dar sequência, se for o caso, às constatações do relatório com a definição e implementação de medidas adequadas ou de um plano de ações para que se proceda à correção das deficiências;</p>
<p>&#8211; Conservar os relatórios da última verificação e de verificações efetuadas nos dois anos anteriores;</p>
<p>&#8211; Colocar os relatórios à disposição das autoridades competentes, quando solicitados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6>Sobre o IEP</h6>
<p>O <a href="https://www.iep.pt/servico/inspecoes/verificacao-de-equipamentos-de-trabalho/" target="_blank" rel="noopener">IEP</a> presta serviços de Verificação de Equipamentos de Trabalho, de acordo com o <a href="https://files.dre.pt/1s/2005/02/040a00/17661773.pdf" target="_blank" rel="noopener">Decreto-Lei nº 50/2005, de 25 de fevereiro.</a></p>
<p>Com a realização deste trabalho, o cliente para além de cumprir com o legalmente previsto, pode ainda antecipar a substituição, manutenção ou reparação de equipamentos de forma a tornar segura a sua utilização.</p>
<p>O cliente deve conservar os relatórios da última verificação e de outras verificações ou ensaios efetuados nos dois anos anteriores e colocá-los à disposição das autoridades competentes nomeadamente em caso de acidente de trabalho.</p>
<p>A apresentação do documento referente à Verificação de Equipamentos de Trabalho, é um elemento diferenciador no que diz respeito à exigência de determinados cadernos de encargos.</p>
<p>Consulte-nos para mais informações: info@iep.pt</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/verificacao-de-equipamentos-de-trabalho-nas-organizacoes-decreto-lei-50-2005/">Importância da Verificação de Equipamentos de Trabalho nas Organizações</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Verificação dos Equipamentos de Trabalho nas Organizações</title>
		<link>https://www.iep.pt/verificacao-de-equipamentos-de-trabalho-dl502005/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Osório]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Sep 2022 10:03:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DL 50/2005]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[DL50/2005]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Verificação dos Equipamentos de Trabalho nas Organizações &#8211; Decreto-Lei n.º 50/2005, de 25 de fevereiro Os acidentes que ocorrem em consequência da utilização de Equipamentos de Trabalho, continuam a ser [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/verificacao-de-equipamentos-de-trabalho-dl502005/">Verificação dos Equipamentos de Trabalho nas Organizações</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Verificação dos Equipamentos de Trabalho nas Organizações &#8211; Decreto-Lei n.º 50/2005, de 25 de fevereiro</em></p>
<p>Os acidentes que ocorrem em consequência da utilização de Equipamentos de Trabalho, continuam a ser uma das principais causas de acidentes de trabalho mortais em Portugal. Torna-se evidente que a atuação preventiva das Organizações, no que diz respeito à adequação dos seus equipamentos, é fundamental para a redução do número de acidentes de trabalho, que resultam das insuficientes condições de segurança desses mesmos equipamentos.<br />
<strong><br />
Saiba em que consiste a Verificação de Equipamentos de Trabalho e os fatores diferenciadores deste serviço do  IEP.</strong></p>
<p><strong><br />
O que é a Verificação de um Equipamento de Trabalho?</strong><br />
Designa-se por “Equipamento de Trabalho”, qualquer máquina, aparelho, ferramenta ou instalação utilizada no trabalho. A Verificação dos Equipamentos de Trabalho é um exame detalhado efetuado por pessoa competente (pode ser individual ou coletiva &#8211; equipa multidisciplinar) que se destina a obter uma conclusão fiável quanto à utilização de um determinado equipamento em condições de segurança.</p>
<p>A pessoa individual ou coletiva deverá ter em conta o cumprimento do Decreto-Lei n.º 50/2005 de 25 de fevereiro, que estabelece as prescrições mínimas de segurança e de saúde para a utilização dos Equipamentos de Trabalho pelos trabalhadores. As verificações deverão ser efetuadas considerando também as instruções do fabricante, as características do próprio equipamento, assim como as suas condições de utilização.</p>
<p>É da responsabilidade do empregador, garantir que os Equipamentos de Trabalho se encontram devidamente verificados. Cabe ao mesmo, efetuar as verificações com recurso a pessoas competentes dentro da Organização, ou subcontratar o serviço a uma entidade externa que atue nesse ramo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Verificação de Equipamentos de Trabalho com o Grupo IEP</strong><br />
No IEP dispomos de uma equipa multidisciplinar, capaz de responder às diferentes áreas de atividade no que diz respeito à verificação e inspeção dos diferentes elementos constituintes de um equipamento de trabalho.</p>
<p>A <strong>equipa multidisciplinar</strong> no IEP é constituída por Técnicos de Segurança com experiência na área de Verificação de Equipamentos de Trabalho, por Engenheiros Eletrotécnicos com experiência na área de inspeção de instalações elétricas e instalações de elevação e por Engenheiros Mecânicos e Metalúrgicos com vasta experiência na área da indústria.</p>
<p><strong>O IEP oferece ao mercado de trabalho um serviço diferenciador que tem como base a sinergia entre estes dois ramos da sua atividade (<a href="https://www.iep.pt/servico/ensaios-nao-destrutivos/">Ensaios Não Destrutivos</a> e Verificação segundo o Decreto-Lei Nº 50/2005).<br />
</strong><br />
O <strong>relatório</strong> resultante da Verificação dos Equipamentos de Trabalho deverá conter no mínimo os seguintes itens:<br />
&#8211; Identificação do equipamento<br />
&#8211; Tipo de verificação<br />
&#8211; Local e data da verificação<br />
&#8211; Prazo para a reparação das não conformidades detetadas<br />
&#8211; Identificação da(s) pessoa(s) competente(s)<br />
&#8211; Identificação do(s)operador(es)</p>
<p><strong><br />
Formação IEP</strong><br />
Conheça ainda a ação de <a href="https://formacao.iep.pt/">formação IEP</a> sobre o Decreto-Lei Nº 50/2005, onde irá conhecer, saber enquadrar e aplicar os requisitos da Diretiva Equipamentos de Trabalho (transposta pelo Decreto-Lei Nº 50/2005, de 25 de fevereiro) aos equipamentos existentes nas empresas, garantindo a segurança dos utilizadores desses equipamentos.</p>
<p><strong>Para mais informações, consulte-nos: info@iep.pt</strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/verificacao-de-equipamentos-de-trabalho-dl502005/">Verificação dos Equipamentos de Trabalho nas Organizações</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
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		<item>
		<title>Verificação de máquina na Amândio Silva, Construção e Engenharia</title>
		<link>https://www.iep.pt/verificacao-de-maquina-na-amandio-silva-construcao-e-engenharia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Osório]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Aug 2022 13:06:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indústria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em julho, uma equipa multidisciplinar do Grupo IEP deslocou-se às instalações da empresa Amândio Silva, Construção e Engenharia para realizar uma verificação a uma máquina elétrica Wirtgen W350E, de fresar [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/verificacao-de-maquina-na-amandio-silva-construcao-e-engenharia/">Verificação de máquina na Amândio Silva, Construção e Engenharia</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em julho, uma equipa multidisciplinar do <a href="https://www.iep.pt/" target="_blank" rel="noopener">Grupo IEP</a> deslocou-se às instalações da empresa <a href="https://amandioss.pt/">Amândio Silva, Construção e Engenharia</a> para realizar uma <strong>verificação a uma máquina</strong> elétrica Wirtgen W350E, de fresar betão e asfalto.</p>
<p>Este serviço prestado pelos engenheiros Mário Pombeiro e André Santos, teve como objetivo primordial <strong>garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores</strong> na utilização deste equipamento de trabalho que possui características inovadoras para o mercado.</p>
<p>Foram realizados testes funcionais, inspeção visual, assim como foram analisados os riscos existentes e os decorrentes da sua utilização para a segurança e saúde dos trabalhadores.</p>
<p>A verificação decorreu de forma bastante colaborativa entre os técnicos do Grupo IEP e os colaboradores da Amândio Silva que acompanharam o processo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Precisa realiza um serviço semelhante nas suas instalações? Consulte-nos para mais informações e soluções à medida do seu negócio: info@iep.pt</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/verificacao-de-maquina-na-amandio-silva-construcao-e-engenharia/">Verificação de máquina na Amândio Silva, Construção e Engenharia</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
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		<item>
		<title>APCER &#124; Observatório da Qualidade</title>
		<link>https://www.iep.pt/apcer-observatorio-da-qualidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Osório]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jun 2022 09:24:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.iep.pt/?p=16887</guid>

					<description><![CDATA[<p>Está em curso a criação de um Observatório da Qualidade (OQ) que surge do interesse da RIQUAL &#8211; Rede de Investigadores da Qualidade em estudar, quer a evolução das práticas [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/apcer-observatorio-da-qualidade/">APCER | Observatório da Qualidade</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Está em curso a criação de um Observatório da Qualidade (OQ) que surge do interesse da RIQUAL &#8211; Rede de Investigadores da Qualidade em estudar, quer a evolução das práticas da qualidade nas organizações em Portugal, quer a produção científica em Portugal e nas principais revistas a nível internacional.</p>
<p><strong>Com o objetivo de promover esta iniciativa, o <a href="https://www.iep.pt/" target="_blank" rel="noopener">IEP</a> solicita a sua participação, através do preenchimento de um questionário. <a href="https://forms.ua.pt/index.php?r=survey/index&amp;sid=786611&amp;lang=pt%20%3chttps://forms.ua.pt/index.php?r=survey/index&amp;sid=786611&amp;lang=pt%3e">Aceder aqui.</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Este questionário é anónimo e confidencial. Salienta-se que as respostas são diretamente enviadas para os investigadores do projeto. O questionário pode ser respondido pela Gerência/Administração ou Diretor(a)/ responsável pela área da Qualidade, caso exista, ou outro responsável.</p>
<p>Os resultados obtidos serão apresentados num relatório, com periodicidade anual, que será amplamente divulgado, com indicação das entidades parceiras, que manifestarem esse interesse.</p>
<p>Se a matéria do questionário suscitar qualquer dúvida, não hesite em contactar através do email <a href="mailto:observatorio.riqual@gmail.com">observatorio.riqual@gmail.com</a></p>
<p>Muito obrigado pela sua colaboração!</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/apcer-observatorio-da-qualidade/">APCER | Observatório da Qualidade</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
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		<item>
		<title>O compromisso do IEP no desenvolvimento das organizações</title>
		<link>https://www.iep.pt/o-compromisso-do-iep-no-desenvolvimento-das-organizacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Osório]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 May 2022 08:10:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[IEP]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Fase II das Agendas Mobilizadoras para a Inovação Empresarial, integrada na Dimensão Resiliência do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), visa aumentar a competitividade e a resiliência da economia [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/o-compromisso-do-iep-no-desenvolvimento-das-organizacoes/">O compromisso do IEP no desenvolvimento das organizações</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Fase II das Agendas Mobilizadoras para a Inovação Empresarial, integrada na Dimensão Resiliência do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), visa aumentar a competitividade e a resiliência da economia com base em I&amp;D: inovação, diversificação e especialização da estrutura produtiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O <a href="https://www.iep.pt/" target="_blank" rel="noopener">Grupo IEP</a>, com mais de 40 anos de atividade e experiência em dinamizar o tecido industrial, oferece soluções de serviços integrados para diversos setores de atividade. Assim, os clientes do IEP, conseguem obter resposta às mais diversas questões recorrendo única e exclusivamente a um interlocutor.</p>
<p>Atualmente, o Grupo IEP participa em 3 dos consórcios no âmbito das Agendas Mobilizadoras para a Inovação Empresarial. Saiba mais sobre cada uma deles:</p>
<ul>
<li>
<h6><strong>“New Generation Storage (NGS)”</strong></h6>
</li>
</ul>
<p>Completamente alinhado com a estratégia de transição energética da União Europeia até 2040 e com o repto para a eletrificação completa da mobilidade até 2035. O modelo abarca a totalidade da cadeia de valor de produção de componentes, packs e reciclagem de baterias, com agregação de valor a cada etapa do processo e culminando num objetivo comum: a <strong>criação de um novo ecossistema tecnológico na área das baterias que irá destacar a indústria nacional no mercado global.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>
<h6><strong>“R2U Technologies | Modular System”</strong></h6>
</li>
</ul>
<p>O Pacto de Inovação “R2UTechnologies | modular system” consiste no desenvolvimento e industrialização de um novo conceito disruptivo de construção modular. Este conceito será desenvolvido de forma a ser capaz de responder às necessidades crescentes do mercado e aos novos desafios do sector, em particular no sentido da sustentabilidade e da proteção do ambiente. Como resultado, o Pacto capacitará o tecido empresarial, o tecido académico e os próprios RH com os meios, os conhecimentos e as competências-chave para criar, em solo nacional, um cluster para o abastecimento global do setor da construção modular, perspetivando assim o lançamento de 28 PPS com perfil transacionável e internacionalizável já no final do projeto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>
<h6><strong>“PRODUTECH R3”</strong></h6>
</li>
</ul>
<p>Visa capacitar a fileira das tecnologias de produção para explorar os significativos investimentos que a indústria vai realizar com a <strong>transição verde e digital</strong>, reduzindo a dependência tecnológica externa, aumentando o valor acrescentado gerado no país e contribuindo para uma alteração da especialização da economia portuguesa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.iapmei.pt/PRODUTOS-E-SERVICOS/Incentivos-Financiamento/Sistemas-de-Incentivos/Plano-de-Recuperacao-e-Resiliencia/Agendas-para-a-Inovacao-Empresarial.aspx">Saiba mais sobre estes sistemas de incentivo.</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/o-compromisso-do-iep-no-desenvolvimento-das-organizacoes/">O compromisso do IEP no desenvolvimento das organizações</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Programa Apoiar: Indústrias Consumidoras Intensivas de Gás</title>
		<link>https://www.iep.pt/programa-apoiar-industrias-consumidoras-intensivas-em-gas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Osório]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Apr 2022 13:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.iep.pt/?p=16777</guid>

					<description><![CDATA[<p>Atendendo ao contexto geopolítico na Europa, com a guerra na Ucrânia, o Decreto-Lei n.º 30-B/2022 criou um mecanismo para apoiar a liquidez das empresas mais afetadas pelos aumentos excecionalmente acentuados [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/programa-apoiar-industrias-consumidoras-intensivas-em-gas/">Programa Apoiar: Indústrias Consumidoras Intensivas de Gás</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Atendendo ao contexto geopolítico na Europa, com a guerra na Ucrânia, o <a href="https://dre.pt/dre/detalhe/decreto-lei/30-b-2022-182213907">Decreto-Lei n.º 30-B/2022</a> criou um mecanismo para <strong>apoiar a liquidez das empresas</strong> mais afetadas pelos aumentos excecionalmente acentuados do preço do gás natural, através de um incentivo a fundo perdido que facilite a continuidade da atividade económica e a preservação das capacidades produtivas e do emprego.</p>
<p>Este apoio é destinado às <strong>empresas industriais com estabelecimentos no território continental</strong>, cujos custos unitários de gás entre fevereiro e dezembro de 2022 sejam pelo menos o dobro dos custos médios de 2021, que estejam inseridas em setores com utilização intensiva de gás ou que tenham um custo total nas aquisições de gás em 2021 de, pelo menos, 2% do volume de negócios anual.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6><strong>Forma e taxa de apoio:</strong></h6>
<ol>
<li>Os apoios são atribuídos sob a forma de subvenção não reembolsável.</li>
<li>A taxa de apoio é de 30 % sobre o custo elegível.</li>
<li>O custo elegível a considerar é determinado pela multiplicação do número de unidades de gás natural adquiridas, pela empresa, a fornecedores externos enquanto consumidor final no período elegível, pelo valor correspondente à variação entre o preço que a empresa paga por unidade consumida num dado mês e o preço unitário pago pela empresa, em média, entre 1 de janeiro de 2021 e 31 de dezembro de 2021.</li>
<li>Entende-se por período elegível o período temporal a definir em aviso para apresentação de candidaturas, compreendido obrigatoriamente entre 1 de fevereiro de 2022 e 31 de dezembro de 2022.</li>
<li>O apoio resultante da aplicação do disposto no presente artigo não pode exceder os € 400.000,00 por empresa.</li>
<li>Se o apoio for concedido antes de os custos elegíveis serem conhecidos, pode ser pago um adiantamento com base em estimativas dos custos elegíveis, no valor máximo de € 200.000,00 por empresa.</li>
</ol>
<p><a href="https://www.iep.pt/contactos/">Para mais informações, contacte-nos!</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/programa-apoiar-industrias-consumidoras-intensivas-em-gas/">Programa Apoiar: Indústrias Consumidoras Intensivas de Gás</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">16777</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Webinar: Inovação na Indústria Eletrónica e das Tecnologias de Informação e Comunicação</title>
		<link>https://www.iep.pt/webinar-inovacao-na-industria-eletronica-e-das-tecnologias-de-informacao-e-comunicacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Osório]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Apr 2022 08:38:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Compatibilidade Eletromagnética]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.iep.pt/?p=16688</guid>

					<description><![CDATA[<p>Para assinalar o Dia Mundial da Criatividade e da Inovação, que se celebra a 21 de abril, o IEP, Centro de Interface Tecnológico (CIT), promove o Webinar: Inovação na Indústria [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/webinar-inovacao-na-industria-eletronica-e-das-tecnologias-de-informacao-e-comunicacao/">Webinar: Inovação na Indústria Eletrónica e das Tecnologias de Informação e Comunicação</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para assinalar o <a href="https://eurocid.mne.gov.pt/eventos/dia-mundial-da-criatividade-e-inovacao" target="_blank" rel="noopener">Dia Mundial da Criatividade e da Inovação</a>, que se celebra a 21 de abril, o <a href="https://www.iep.pt/" target="_blank" rel="noopener">IEP</a>, Centro de Interface Tecnológico (CIT), promove o <em>Webinar</em>: Inovação na Indústria Eletrónica e das Tecnologias de Informação e Comunicação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Webinar tem como objetivo sensibilizar as micro e pequenas empresas fortemente inovadoras, como as start-ups, para a importância de incorporar nos seus produtos os conceitos da segurança e da compatibilidade eletromagnética, logo desde a fase de conceção e desenvolvimento. O cumprimento das regras normativas e da regulamentação técnica aplicável em cada mercado internacional é fundamental para o sucesso dos projetos de I&amp;D+i no que se refere a equipamentos eletrónicos e TIC.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6>Serão abordadas as seguintes temáticas:</h6>
<p>– Inovação, Normalização e Certificação<br />
– Segurança de produtos eletrónicos e a norma EN IEC 62368<br />
– Compatibilidade eletromagnética de equipamentos eletrónicos e TIC</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Webinar terá a duração de 1h (entre as 12h e as 13h).<br />
<a href="https://www.eventbrite.pt/e/bilhetes-webinar-inovacao-na-industria-eletronica-e-das-tic-318878372797">A inscrição é obrigatória, na página dedicada ao evento.</a></p>
<p>Garanta já o seu lugar! [evento terminado]</p>
<p>Fique a par dos nossos eventos através das nossas notícias no website e redes sociais: <a href="https://www.facebook.com/81.iep" target="_blank" rel="noopener">Facebook</a>, <a href="https://www.linkedin.com/company/164297" target="_blank" rel="noopener">Linkedin</a> e <a href="https://www.instagram.com/iep_connection" target="_blank" rel="noopener">Instagram</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/webinar-inovacao-na-industria-eletronica-e-das-tecnologias-de-informacao-e-comunicacao/">Webinar: Inovação na Indústria Eletrónica e das Tecnologias de Informação e Comunicação</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">16688</post-id>	</item>
		<item>
		<title>IEP &#038; a descarbonização na Indústria</title>
		<link>https://www.iep.pt/grupo-iep-a-descarbonizacao-na-industria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jorge Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Feb 2022 09:32:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.iep.pt/?p=16628</guid>

					<description><![CDATA[<p>De acordo com o aviso publicado em Janeiro do presente ano, estão abertas as candidaturas ao Apoio à Descarbonização da Indústria, no âmbito da Dimensão da Transição Climática do Plano [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/grupo-iep-a-descarbonizacao-na-industria/">IEP &#038; a descarbonização na Indústria</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com o aviso publicado em Janeiro do presente ano, estão abertas as candidaturas ao Apoio à Descarbonização da Indústria, no âmbito da Dimensão da Transição Climática do <a href="https://recuperarportugal.gov.pt/" target="_blank" rel="noopener">Plano de Recuperação e Resiliência (PRR)</a> – Componente11.</p>
<p>Será disponibilizado um apoio global de 705 milhões de euros e as empresas destinatárias são as empresas de qualquer dimensão ou forma jurídica, do setor industrial, assim como as entidades gestoras de parques industriais.</p>
<p>As empresas interessadas poderão formalizar a sua candidatura até 29 de julho de 2022.</p>
<p>O tema da descarbonização na Indústria e os pontos focados na Componente 11, são princípios também defendidos pelo <strong>IEP</strong> e para os quais os serviços do <strong>IEP</strong> aportam valor e estão intimamente ligados.</p>
<p>Através do serviço de Auditoria de Análise Energética do IEP são disponibilizadas ferramentas de apoio à decisão que permitem aos mais diversos setores da economia gerir eficazmente os recursos energéticos que aplicam nas suas atividades.</p>
<p>As componentes analisadas na Auditoria de Análise Energética são:</p>
<ul>
<li>Recolha de informação relativa às instalações, nomeadamente faturas energéticas, registos de consumos, esquemas e telas, memórias descritivas de sistemas e características dos equipamentos, etc.;</li>
<li>Recolha de informação relativa ao processo produtivo/atividade desenvolvida;</li>
<li>Recolha de informação relativa a produção/consumo de matéria-prima;</li>
<li>Visita preliminar às instalações;</li>
<li>Monitorização e medição dos pontos de consumo de energia considerados relevantes;</li>
<li>Aquisição de informação relativa a equipamentos, no terreno;</li>
<li>Análise dos métodos de trabalho;</li>
<li>Quando aplicável, ensaios para estabelecimento de rendimentos de equipamentos de transformação de energia, nomeadamente térmica;</li>
<li>Realização de ensaios termográficos à rede de distribuição de energia térmica, se aplicável.</li>
<li>Visualização do estado de conservação das diferentes redes de distribuição de energia, tanto elétrica como térmica;</li>
<li>Elaboração do relatório de auditoria / avaliação de desempenho energético, onde serão analisados todos os dados recolhidos</li>
<li>Elaboração do Plano de Racionalização Energético;</li>
<li>Apresentação e discussão do PREn, efetuando eventuais alterações em função dos interesses, objetivos e estratégia da empresa. Nesta fase será também definido o cronograma de implementação das medidas;</li>
</ul>
<p>Através deste serviço do <strong> IEP</strong> será possível apoiar a indústria  na redução de emissões de gases com efeitos de estufa, incorporação de energias renováveis no consumo bruto de energia final e de eficiência energéticas, assumidas prelo PNEC 2030 (Plano Nacional de Energia e Clima 2030.)</p>
<p>Em conjunto com o setor indústria , o <strong>IEP</strong> está completamente disponível para contribuir de forma ativa na descarbonização na Indústria e construir um futuro mais sustentável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nota: As medidas que o <strong>IEP</strong> consegue identificar nas Auditorias realizadas, poderão ser diretamente inseridas nas Candidaturas ao Fundo de Descarbonização, no âmbito da Dimensão da Transição Climática do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) – Componente11. <a href="https://www.iep.pt/contactos/">Contacte-nos para mais informações</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/grupo-iep-a-descarbonizacao-na-industria/">IEP &#038; a descarbonização na Indústria</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Soldadura &#8211; Serviço Integrado IEP</title>
		<link>https://www.iep.pt/soldadura-servico-integrado-iep/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jorge Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Feb 2022 15:10:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.iep.pt/?p=16618</guid>

					<description><![CDATA[<p>O IEP reorganizou os seus serviços e está agora em condições de oferecer um serviço integrado que inclui as seguintes valências: &#160;  Validação do equipamento de soldadura A norma EN ISO [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O IEP reorganizou os seus serviços e está agora em condições de oferecer um serviço integrado que inclui as seguintes valências:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>
<h6><a href="https://www.iep.pt/servico/inspecoes/soldadura/" target="_blank" rel="noopener"><strong> </strong><strong style="font-size: 16px;"><u>V<em>alidação</em> do equipamento de soldadura</u></strong></a></h6>
</li>
</ul>
<p>A norma <strong>EN ISO 3834-2</strong> ( Requisitos de qualidade na construção soldada – <strong>Requisito EN 1090-2</strong> para a EXC-3 e 4 ) indica que o fabricante é responsável pela adequada <em>calibração ou validação</em> dos equipamentos de <em>medição</em>, inspeção e ensaio.<br />
A parte 5 da <strong>EN 3834</strong> refere-se à norma <strong>EN 17662</strong>, que requer a validação dos equipamentos de medida utilizados para controlar os parâmetros de soldadura dos equipamentos. Indica que é necessário efetuar essa validação de acordo com a norma <strong>EN 50504.</strong><br />
Assim, na atividade de soldadura, para além da qualificação do soldador e da homologação do procedimento de soldadura, há também que garantir o correto funcionamento do equipamento de soldadura utilizado para a execução dos trabalhos.<br />
No IEP realizamos a validação de equipamentos de soldadura para que possa garantir totalmente aos seus clientes a correta execução das atividades de soldadura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>
<h6><a href="https://www.iep.pt/servico/ensaios-laboratoriais/" target="_blank" rel="noopener"><strong><u>Segurança Elétrica</u></strong></a></h6>
</li>
</ul>
<p>No âmbito da norma <strong>IEC 60974-4</strong>, as máquinas de soldar devem ser sujeitas a inspeções periódicas, na ótica da segurança elétrica, que garantam aos seus operadores uma utilização segura do equipamento.</p>
<p>No IEP realizamos a inspeção da segurança dos equipamentos de soldadura para garantir totalmente aos vossos colaboradores uma utilização em segurança do equipamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>
<h6><a href="https://www.iep.pt/servico/ensaios-laboratoriais/campos-eletromagneticos/" target="_blank" rel="noopener"><strong><u>Exposição dos trabalhadores aos Campos Eletromagnéticos e a Radiações Óticas</u></strong></a></h6>
</li>
</ul>
<p>A preocupação com a saúde dos seus funcionários é cada vez mais uma constante nas empresas. Na vertente a avaliação da exposição humana às radiações não ionizantes, as publicações da <strong>Lei nº 64/2017</strong> (<strong>Diretiva 2013/35/EU</strong>) para os campos eletromagnéticos e da <strong>Lei nº 25/2010 (Diretiva 2006/25/CE</strong>) para a exposição às fontes de radiação ótica refletem isso mesmo e passa a ser uma obrigação legal a avaliação dos efeitos na saúde, da presença de pessoas em zonas onde existam campos electromagnéticos intensos e fontes de radiação ótica artificial.</p>
<p>Tendo em consideração que os processos industriais da indústria metalúrgica / metalomecânica se encontram, em regra, abrangidos por esta obrigação legal, cabe-nos informar que, caso venham a considerar a realização de uma avaliação de conformidade na vossa empresa, o IEP disponibiliza essas  competências, sendo entidade com acreditação do <a href="http://www.ipac.pt/" target="_blank" rel="noopener">IPAC</a> para o efeito.</p>
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		<item>
		<title>A amplitude da termografia na Indústria</title>
		<link>https://www.iep.pt/a-amplitude-da-termografia-na-industria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suporte Spotmarket]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2020 17:14:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.iep.pt/?p=9530</guid>

					<description><![CDATA[<p>Na manutenção industrial é cada vez mais crítico garantir um carater preditivo das avaliações que se desenvolvem junto dos equipamentos produtivos. Antecipar com exatidão a necessidade de uma intervenção de [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/a-amplitude-da-termografia-na-industria/">A amplitude da termografia na Indústria</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Na manutenção industrial é cada vez mais crítico garantir um carater preditivo das avaliações que se desenvolvem junto dos equipamentos produtivos. Antecipar com exatidão a necessidade de uma intervenção de manutenção com carácter preventivo evita frequentemente custos de reparação inopinada, os quais podem representar prejuízo por via de atrasos na produção e até mesmo podendo acarretar danos reputacionais relevantes para a empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Efetivamente, a utilização de imagens termográficas, como elemento de diagnóstico, no decorrer de um processo de manutenção, representa uma ajuda preciosa da mitigação de custos diversos inerentes a cada processo produtivo específico, desde que aplicável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A utilização de termografia conhece aplicações que vão desde a medicina (identificação de processo inflamatórios), medidas prevenção no âmbito da saúde pública (COVID-19), construção civil (identificação de infiltração de humidade e fugas de água), indústria pesada (fornos, distribuição elétrica, condutas de distribuição de fluidos térmicos, sistemas de climatização), produção e energia (parques fotovoltaicos e subestações), etc.</p>
<p><a href="https://www.iep.pt/contactos/" target="_blank" rel="noopener">Consulte-nos para mais informações sobre este serviço.</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/a-amplitude-da-termografia-na-industria/">A amplitude da termografia na Indústria</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
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		<item>
		<title>Termografia na Indústria</title>
		<link>https://www.iep.pt/termografia-na-industria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suporte Spotmarket]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jan 2020 16:53:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.iep.pt/?p=9512</guid>

					<description><![CDATA[<p>Artigo desenvolvido por Liliana Alves – Gestora de Sistemas de Energia e Eficiência Energética na revista “O electricista”, sobre Termografia na Indústria. Um incêndio em contexto industrial encerra repercussões financeiras [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/termografia-na-industria/">Termografia na Indústria</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Artigo desenvolvido por Liliana Alves – Gestora de Sistemas de Energia e Eficiência Energética na <a href="https://www.oelectricista.pt/" target="_blank" rel="noopener">revista “O electricista”</a>, sobre <strong>Termografia na Indústria.</strong></p>
<p><br />Um incêndio em contexto industrial encerra repercussões financeiras e sociais muitas vezes catastróficas, tanto para a empresa como para os seus colaboradores.<br />Grande parte desses incidentes devem-se a falhas de segurança nas instalações elétricas. Nomeadamente a fases desequilibradas, a falta de proteção diferencial, certos equipamentos mal dimensionados, cablagens desapropriadas, transformadores em sobrecarga, enfim, existem uma panóplia de fatores que, desde que reunidas todas as condições levam a um risco eminente de incêndio por agentes elétricos.</p>
<h6><br />Termografia elétrica</h6>
<p>Com o passar dos anos, a cablagem de uma instalação elétrica envelhece naturalmente. Este processo ocorrerá com maior ou menor intensidade, dependendo da qualidade da manutenção, e também será fortemente influenciado pela degradação do desempenho dos interfaces e proteções subjacentes. Adicionalmente, uma instalação elétrica como um todo, vai progressivamente sofrendo modificações na sua estrutura ao longo dos anos e nem sempre essas alterações se refletem em upgrades do sistema elétrico de distribuição e proteção da instalação que lhe são inerentes.</p>
<p>Assim sendo, mesmo com uma manutenção preventiva suficiente, em muitas situações recomendam-se inspeções mais rigorosas para verificar o estado de conservação da instalação, fazendo-se aí um conjunto de ensaios os quais permitem prevenir possíveis acidentes.</p>
<p>Um exemplo prático dessas medições que ajudam a mitigar alguns riscos consiste na instalação de analisadores de energia os quais, para além da desagregação de consumos, permitem monitorizar e registar uma série de parâmetros essenciais, tais como harmónicos de corrente, desequilíbrios de fases, energia reativa, variação na frequência de rede, flutuações na tensão de alimentação, tremulações de curta e longa duração, etc. Estas monitorizações podem ser posteriormente validadas à luz da regulamentação técnica aplicável.</p>
<p>Complementarmente a essas medições, parece-nos absolutamente fundamental a realização de termografias aos quadros e cablagens elétricas bem como a determinados equipamentos terminais os quais representem grandes consumos de energia, tais como caldeiras elétricas e motores. Efetivamente a termografia, como método de ensaio não destrutivo, consegue identificar diversos tipos de anomalias em tempo real facilitando assim o desenvolvimento de diagnósticos rápidos sobre potenciais defeitos ou anomalias presentes na infraestrutura.</p>
<p>Especificamente na indústria, a termografia permite identificar as principais anomalias, tais como falhas em apertos de ligadores, desequilíbrios de fases, aquecimentos por harmónicos de corrente, entre outros. Todos estes defeitos que se manifestam através de diferenças de temperatura com caracter anormal representam, de alguma forma, um risco de incêndio para além de implicarem consumos de energia desnecessários.</p>
<p><br />Efetivamente, a termografia aplicada ao contexto elétrico possui vários benefícios, uma vez que reduz significativamente os fatores de risco ao identificar pontos quentes. Se estes pontos não forem atempadamente intervencionados, podem provocar danos maiores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para mais informações sobre Termografia, consulte o nosso departamento de <a href="https://www.iep.pt/servico/sustentabilidade-e-energia/" target="_blank" rel="noopener">Sustentabilidade e Energia.</a></p>


<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/termografia-na-industria/">Termografia na Indústria</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">9512</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Gases Fluorados</title>
		<link>https://www.iep.pt/gases-fluorados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suporte Spotmarket]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Nov 2019 16:39:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.iep.pt/?p=9502</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Elisabete Dias, responsável pela Qualidade, Ambiente e Segurança do IEP Os gases fluorados, grupo de substâncias químicas que contêm flúor, são utilizados em vários sectores de atividade nomeadamente em: equipamentos [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/gases-fluorados/">Gases Fluorados</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Por Elisabete Dias, responsável pela Qualidade, Ambiente e Segurança do IEP</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os gases fluorados, grupo de substâncias químicas que contêm flúor, são utilizados em vários sectores de atividade nomeadamente em:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>equipamentos de refrigeração fixos, equipamentos de ar condicionado fixos, bombas de calor fixas e unidades de refrigeração de camiões e reboques refrigerados;</li>
<li>extintores e sistemas fixos de proteção contra incêndios;</li>
<li>comutadores elétricos;</li>
<li>equipamentos que contêm solventes à base de gases fluorados;</li>
<li>sistemas de ar condicionado instalados em veículos a motor.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Os gases fluorados não danificam a camada de ozono estratosférica no entanto, dado possuírem elevado potencial de aquecimento global (PAG), contribuem para o efeito de estufa. De entre estes, destacam-se os hidrofluorcarbonetos (HFC), os perfluorcarbonetos (PFC) e o hexafluoreto de enxofre (SF6), cujo PAG é muito superior ao do dióxido de carbono (CO<sub>2</sub>).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Comunidade Europeia assumiu, com o Protocolo de Quioto (1997), o compromisso de reduzir as emissões de gases com efeito de estuda  (GEE), tendo desde então vindo a legislar nesse sentido por meio da publicação do Regulamento (CE) n.º 842/2006, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 17 de Maio, posteriormente revogado pelo <a href="http://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/?qid=1401709010674&amp;uri=CELEX:32014R0517">Regulamento (UE) n.º 517/2014</a>, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 16 de Abril e dos respetivos regulamentos de desenvolvimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://dre.pt/application/file/a/114290205">Decreto-Lei n.º 145/2017</a>, de 30 de Novembro transpõe para a ordem jurídica nacional o Regulamento (UE) n.º 517/2014 , assegurando não só a sua execução mas também dos seus regulamentos de desenvolvimento.  O mesmo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>estabelece regras em matéria de confinamento, utilização, recuperação e destruição de gases fluorados com efeito de estufa e em matéria de medidas auxiliares conexas;</li>
<li>impõe condições à colocação no mercado de produtos e equipamentos específicos que contenham, ou cujo funcionamento dependa de, gases fluorados com efeito de estufa;</li>
<li>impõe condições às utilizações específicas de gases fluorados com efeito de estufa;</li>
<li>estabelece limites quantitativos à colocação de hidrofluorocarbonetos (HFC) no mercado;</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">impondo um conjunto de obrigações para operadores  dos equipamentos (responsáveis pela conformidade legal dos equipamentos) e tornando obrigatória, consoante o setor de atividade a avaliação e certificação do pessoal e das empresas ou a atestação de técnicos responsáveis por atividades que envolvam intervenções na instalação, reparação, manutenção ou assistência técnica e desmantelamento dos equipamentos ou dos sistemas que contenham gases fluorados com efeito de estufa,</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os operadores ficam obrigados, nos termos previstos no <a href="https://dre.pt/application/file/a/114290205">Decreto-Lei n.º 145/2017</a>,  a:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Evitar fugas de gases;</li>
<li>Verificar periodicamente equipamento com vista à deteção de fugas;</li>
<li>Reparar, logo que possível, os equipamentos com fugas;</li>
<li>Verificar o equipamento após reparação de uma fuga;</li>
<li>Providenciar que os equipamentos disponham de um sistema de deteção de fugas e efetuar a inspeção do mesmo;</li>
<li>Efetuar a recuperação dos gases para reciclagem, regeneração ou destruição;</li>
<li>Assegurar, no caso dos equipamentos em fim de vida, a recuperação e eventual reciclagem no local de quaisquer gases residuais que os equipamentos integrem e, se necessário, o encaminhamento dos referidos gases para reciclagem, regeneração ou destruição</li>
<li>Recorrer a pessoas qualificadas para as intervenções;</li>
<li>Manter registos;</li>
<li>Comunicar à APA, até 31 de Março de cada ano, os dados relativos ao ano anterior.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Os organismos de avaliação e certificação, acreditados ou designados por cada sector de atividade, definem e aplicam procedimentos de emissão, suspensão e retirada de certificados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os certificados de técnico qualificado e de empresa bem como os  atestados de formação têm a validade de sete anos, renovável por iguais períodos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto Electrotécnico Português (IEP) é a única entidade reconhecido pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA) enquanto Organismo de Avaliação e Certificação de Pessoas Singulares que procedam a intervenções em comutadores elétricos que contenham gases com efeito de estufa (SF<sub>6</sub>).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O processo de certificação é aberto a todas as pessoas que satisfaçam os requisitos mínimos previstos na legislação e envolve três fases:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Concessão da Certificação</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O candidato à certificação deverá apresentar ao IEP a respetiva candidatura e evidenciar possuir a escolaridade obrigatória legalmente exigível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com vista a demonstrar a  competência técnica deverá obter a aprovação em exame (teórico e prático), efetuado nos termos do nº 2 do artigo 5º do Regulamento de Execução (UE) nº2015/2066 de 17 de Novembro de 2015, sendo emitido pelo IEP um certificado que  atesta que o candidato completou com sucesso o exame de certificação, pelo que evidenciou o cumprimento dos requisitos de qualificação.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Acompanhamento da Certificação</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Após quatro anos da obtenção da certificação, o Técnico Certificado será sujeito a um acompanhamento por parte do IEP para avaliação da manutenção da competência técnica, devendo demonstrar que exerceu atividade abrangida pela certificação, relevante e continuada desde a data de emissão do certificado até à data do acompanhamento.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Renovação da Certificação</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A cada sete anos após a data da certificação, o técnico certificado deverá solicitar ao IEP a renovação da certificação, devendo demonstrar não só que exerceu atividade abrangida pela certificação, relevante e continuada mas também,  através da realização com sucesso de um exame, a atualização dos conhecimentos técnicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A divulgação dos técnicos certificados é assegurada pelo IEP. A lista de técnicos certificados pode ser consultada no <a href="https://formacao.iep.pt/certificacao-de-pessoas">sítio da Internet do IEP</a> bem como da Agência Portuguesa do Ambiente (APA).</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/gases-fluorados/">Gases Fluorados</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">9502</post-id>	</item>
		<item>
		<title>A gestão técnica das Unidades Hoteleiras</title>
		<link>https://www.iep.pt/a-gestao-tecnica-das-unidades-hoteleiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suporte Spotmarket]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Dec 2018 15:49:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.iep.pt/?p=9454</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em artigo publicado na revista “O Instalador” de Novembro escrevemos sobre A gestão técnica das Unidades Hoteleiras:   Numa altura em que o alojamento em Portugal é uma das parangonas [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/a-gestao-tecnica-das-unidades-hoteleiras/">A gestão técnica das Unidades Hoteleiras</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Em artigo publicado na revista “<a href="https://www.oinstalador.com/">O Instalador</a>” de Novembro escrevemos sobre A gestão técnica das Unidades Hoteleiras:</p>



<h6> </h6>
<p class="wp-block-paragraph">Numa altura em que o alojamento em Portugal é uma das parangonas da comunicação social no nosso país, os números apresentados pela <a href="https://www2.deloitte.com/pt/pt/pages/transportation-infrastructure/topics/ths/atlas-hotelaria-2018.html">Deloitte na 13ª edição do Atlas da hotelaria</a> espelham um mercado altamente competitivo. Vejamos:<strong> só em 2017 surgiram 48 novos empreendimentos turísticos e mais de 3.350 unidades de alojamento e estão previstas mais 49 novas unidades para 2018.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Como se compreende, num ambiente de tanta competitividade, os custos assumem um papel fundamental na hotelaria.</p>



<h6> </h6>
<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://www.iep.pt/" target="_blank" rel="noopener">IEP</a> ao efetuar serviços de <em>due diligence</em> na manutenção das infraestruturas hoteleiras verifica que em média, cerca de 60% dos custos operacionais destas unidades são aplicados na manutenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nossa experiência permite-nos concluir que estes custos diminuem quando há um investimento maior em manutenção preventiva, e isto acontece porque, por um lado se prolonga a vida útil dos equipamentos e infraestruturas reduzindo a despesa, e por outro porque quando o hotel tem uma gestão das infraestruturas eficiente, torna-se um fator com impacto direto no conforto dos clientes e influencia diretamente a satisfação dos hóspedes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, <strong>os custos em manutenção preventiva deveriam ser vistos como um investimento e não como uma despesa</strong> como tantas vezes é feito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A época baixa é a altura certa para a realização deste tipo de manutenção. As épocas com uma menor taxa de ocupação permitem a execução de trabalhos de manutenção sem impacto no normal funcionamento dos hotéis. Este é o timing perfeito para a medição da qualidade do ar interior, a incomodidade acústica, o conforto térmico, a iluminância, etc. e também para a inspeção de instalações elétricas, de gás, telecomunicações, elevadores e outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A época baixa poderá também ser utilizada para uma aposta na formação do pessoal que potencia a fidelização deste (essencial dada a falta de efetivos!) e a excelência no atendimento ao cliente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra questão que nos nossos dias é incontornável é a eficiência energética. Esta reflete-se em duas vertentes: a redução da pegada ecológica que tem forçosamente que ser uma preocupação geral e mais uma vez a redução dos custos da unidade hoteleira. Quando, no IEP, realizamos a certificação energética de qualquer infraestrutura, seja ela hoteleira, ou não, a eficiência energética poderá levar a reduções consideráveis, e muitas vezes sem grandes investimentos, um pequeno conjunto de práticas e medidas poderão levar a reduções relevantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um exemplo flagrante que podemos apresentar é a deteção de perdas de isolamento, fugas de vapor, corrosão e perdas de secção nas condutas de geração e transporte de vapor, que pode ser detetado em instantes, através do recurso à tecnologia de termografia. O mesmo acontece nas instalações elétricas, a termografia permite-nos detetar instantaneamente situações de sobrecarga ou maus apertos, por exemplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Resumindo, uma manutenção preventiva eficiente e uma gestão energética afinada poderão permitir uma redução nos custos das unidades hoteleiras potenciando a sua saúde financeira.</p>
<p>Para mais informações sobre estes temas, por favor <a href="https://www.iep.pt/" target="_blank" rel="noopener">consulte-nos.</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.iep.pt/a-gestao-tecnica-das-unidades-hoteleiras/">A gestão técnica das Unidades Hoteleiras</a> aparece primeiro em <a href="https://www.iep.pt">IEP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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	</channel>
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